“Rezai o Terço todos os dias. Rezai, rezai muito! E fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o Inferno, por não haver quem se sacrifique e peça por elas. Quando rezardes o Terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu bom Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno. Levai as almas todas para o Céu, principalmente as que mais precisarem.” (Nossa Senhora, em Fátima - 1917)

Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

OS ENCONTROS DE ASSIS - Ofensa a Deus e aos Santos Mártires


TRADUÇÃO:
-E vocês, porque aqui estão?
- Por termos RECUSADO beijar o Alcorão.

* * *

QUE SÃO FRANCISCO E OS SANTOS MÁRTIRES NOS PROTEJAM!

“Todos os que viram Jesus na carne, mas não O viram depois do Espírito, e o viram em Sua Divindade, mas não creram que Ele era verdadeiramente o Filho de Deus, estão condenados”.
(São Francisco de Assis)

"Deixem de ficar dando voltas e inventando frases, de mentir a si mesmos e de mentir aos homens. É uma ilusão querer invocar a virtude da obediência para pedir aos católicos que se submetam, quando a Fé católica está em perigo. Deve pensar-se na honra de Nosso Senhor Jesus Cristo e não às críticas que poderão cair sobre nós pelas palavras que se vão dizer. É preciso transmitir às almas escandalizadas os cuidados necessários, antes de pensar no nosso conforto pessoal. A Fé deve ser confessada a qualquer custo e o dever de confessá-la é ainda maior quando são as próprias autoridades da Igreja que se encontram na origem desses terríveis escândalos.

É, assim, lamentável procurar dissimular-se por detrás de raciocínios falsos que tentam passar a borracha e apagar as contradições evidentes que opõem as acções do Papa e dos bispos actuais a todos os que os precederam. Estes, que se protegem atrás de argúcias indignas e ousam ensiná-las, favorecem a mentira. Enganam as almas em matéria grave e favorecem a perda da fé. Terão contas a pagar do seu silêncio e da sua cumplicidade culpável.

As cerimónias interreligiosas convocadas pelos últimos Papas para convidar os chefes das diferentes religiões para rezar, cada qual na sua religião, para a paz no mundo, supõem uma deformação e uma horrível diminuição da verdade da Fé Católica. Como pensar que a fé poderia vir dessas orações que são ditas a deuses que não são Deus, que são na realidade demónios? Como considerar que a paz possa acontecer fora do único Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo?

Que esta convocação seja feita pelo Vigário de Jesus Cristo sobre a terra constitui uma injúria insustentável diante de Deus. Foi menos ofensivo para Nosso Senhor Jesus Cristo ser crucificado entre dois ladrões que não acreditavam serem deuses, do que ser obrigado a aparecer entre ídolos que roubam as almas que Ele resgatou com seu Sangue.

A perspectiva da repetição de Assis, para festejar os vinte e cinco anos, estabelece, pois, a todos os católicos um caso de consciência evidente que ninguém tem o direito de afastar. A obediência cega, recomendada pelo padre Hygonnet, da Fraternidade São Pedro pode ser católica? Como, em nome da obediência ao papa, ter-se-ia o direito de, não sustentar, mas até mesmo de silenciar diante de tal escândalo? Não apenas a reunião de Assis não pode ser apoiada como não se pode nem mesmo guardar o silêncio. Todos os católicos que compreendem a gravidade da coisa devem rezar para que esta maldita reunião não aconteça. Todos os padres que têm a fé católica deve denunciar esta abominação, mesmo ao preço das paredes da sua capela. Desejaríamos, mas não acreditamos mais que algum padre saia do seu silêncio.

Não nos enganemos. Nós temos hoje de escolher entre a Fé Católica e uma outra ideia irreconciliável com esta mesma Fé Católica. De um lado, há a Fé de São Polieucto e de todos os mártires que foram glorificados pela Igreja por terem recusado jogar incenso aos ídolos, por ter desprezado esses ídolos, por terem denunciado o falso culto que lhe são prestados, por terem penetrado nos seus templos para derrubar seus ídolos. Do outro lado, estas reuniões interrreligiosas que querem apresentar as religiões como se todas fossem respeitáveis, e nutrem a ilusão de que suas orações possam ser eficazes!

O ídolo de Buda foi colocado, em 1986, sobre o Sacrário de uma das igrejas de Assis. Se São Polieucto estivesse presente em Assis, tê-lo-ia derrubado, atirando-o contra o chão

O que João Paulo II, este mesmo que será beatificado a 1 de Maio, teria dito a Polieucto? Tê-lo-ia entregue à polícia como perturbador perigoso e fanático do Catolicismo? Mesmo que esta impiedade (do Buda) não se renovar em Outubro próximo, o que Bento XVI teria para dizer aos mártires para justificar esta convocação das falsas religiões? Decididamente, esta feira de religiões e esta fé de Assis, não são, de facto nossa Fé.

Padre Régis de Cacqueray, Superior do Distrito da França, Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

(Destaques, a negrito, meus)

Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

CONTRA O FLAGELO DO ABORTO

Assinar petição




POR AQUELES QUE NINGUÉM QUIS AMAR!


Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

APOIO AO RENATO SEABRA - ESCLARECIMENTO

Em primeiro lugar, escusado seria dizer o seguinte, mas como nem toda a gente que por aqui passa tem a inteligência ou a capacidade de compreensão (por culpa própria - a maioria - ou não) suficientemente bem desenvolvida, cá vai. Volto a esclarecer os leitores e comentadores mais ignorantes, intelectualmente pobres e aqueles que por cá passam/comentam com pura má-fé que EU NÃO DEFENDO O CRIME que o Renato cometeu.

Na linha que este blogue sempre seguiu, é evidente que se CONDENA O PECADO, ACEITANDO-SE A PESSOA QUE O COMETEU, principalmente quando essa mesma pessoa age manifestamente sob efeito de uma tremenda pressão emocional, muito provavelmente no contexto de uma perturbação mental, precisando portanto da nossa compreensão e ajuda, mais do que a nossa condenação. Julgar e condenar, com perfeita Justiça, só Deus.

Perguntam-me porque peço orações pelo Renato e não pelo sr. Carlos Castro. Apenas e só por motivos meramente pessoais, e independentemente das opções sexuais de cada um dos intervenientes.

O facto de não o fazer aqui e de não dar tanta relevância ao cronista, não quer dizer que não tivesse rezado pela sua alma. Há-de haver, também, muita gente que pedirá e rezará pelo falecido, sem pedir orações pelo Renato. Há-de haver quem peça pelos dois. Um de uma maneira, outro de outra, precisam de orações.

Assim como são pessoais os motivos que me levam a apoiar o Renato e a pedir orações por ele, também este blogue é pessoal. Como tal, peço nele as orações por quem bem me apetecer.

Renovo assim, mais uma vez, o apelo de pedirem por ele, pela sua mãe e por toda aquela família à Virgem Santíssima, Maria Imaculada, Porto Seguro, Refúgio dos Pecadores e Consoladora dos Aflitos.



“Invoca a Minha misericórdia para os pecadores, pois desejo a salvação deles. Quando de coração contrito e confiante rezar essa oração por algum pecador [ o Terço da Misericórdia], Eu lhe darei a graça da conversão. Que a alma fraca, pecadora, não tenha medo de se aproximar de Mim, pois, mesmo que os seus pecados fossem mais numerosos que os grãos de areia da Terra, ainda assim seriam submersos no abismo da minha misericórdia". ( Nosso Senhor, a Santa Faustina Kowalska)

A misericórdia e a justiça são virtudes inseparáveis: uma não pode existir sem a outra.

* * *
Excerto da entrevista de Odília Pereirinha , mãe do Renato, ao Jornal SOL, pela Jornalista Felícia Cabrita:


"Disse que o Renato lhe ligava todos os dias.


Todos os dias, várias vezes. Eu perguntava-lhe se tinham ido a agências, ele dizia que não, que as pessoas adiavam, não tinham disponibilidade. Até que, no dia 6, comecei a achá-lo diferente. Ligou-me e disse que não tinha dormido bem, que devia ser da comida. Notei que ele não estava como nos outros dias.


Voltou a ligar-lhe no dia seguinte, dia do crime. A que horas?


Muito cedo. Eu estava a trabalhar no centro de saúde e era meio-dia e pouco - em Nova Iorque eram 7h30. Disse que não tinha dormido muito bem e falou outra vez na comida. Mas foi mais tarde que eu percebi mesmo que algo de grave se estava a passar. Nesse mesmo dia, à tarde, ligou-me de outro número, que não era do Carlos Castro, e eu atendi. Senti que era um pedido de socorro, notei pela voz dele. Disse-me que estava na loja de uma amiga que lhe emprestou o telemóvel. Disse que estava a ser pressionado, que não podia respirar e que se sentia numa prisão, e para eu lhe arranjar um voo para voltar a Portugal. Eu ainda lhe disse que ele tinha dinheiro na conta, que procurasse uma agência e comprasse o bilhete. Mas ele disse que não podia e acabou o telefonema a dizer:«Não esqueças que te amo muito, quero ir para Portugal, só junto de ti é que estou em segurança».


Sentiu-o desnorteado?


Sim, e a prova foi ele ter recorrido ao telemóvel de uma rapariga. Achei estranho ele não ter dinheiro para ir a uma cabina. Depois, disse que não podia falar mais e que ligava mais tarde. Este telefonema durou mais de cinco minutos, tenho registado. Quem é que empresta assim o telemóvel para fazer um telefonema tão caro? Espero que o advogado dê este número à polícia para vermos se aquela senhora sabe mais alguma coisa.


Por que é que ele se sentia numa prisão?


«Não me deixam respirar» - era o que ele dizia. E quem não o deixava respirar era o Carlos Castro. Liguei à minha filha e ela foi logo à internet fazer a reserva da viagem. Depois, ainda tentei ligar para o tal número, mas o Renato nunca mais atendeu (só depois soube que estava a marcar mal o indicativo). A seguir, liguei ao Carlos Castro: O que é que o senhor lhe fez? O senhor está a fazer algo de muito mau, porque desde o primeiro instante sabia que o Renato não era homossexual e o senhor prontificou-se a respeitar a sexualidade dele . Senti que ele ficou comprometido. Só disse que voltava a ligar e desligou. Quando voltou a ligar, pedi-lhe para falar com o meu filho. O Renato só me disse: «Mãe, eu não posso falar, não posso falar, tenho de desligar». E desligou.


Chegou a dizer-lhe que já tinha conseguido o voo?


Sim, e provavelmente fiz mal. Sei lá se o Carlos Castro estava a ouvir tudo. Disse-lhe que a Joana já tinha tratado de comprar o voo e que precisava da confirmação dele. Mas senti que a pressão era de tal ordem. Acho que ele não tinha recurso a nada. Com certeza nem a carteira devia ter com ele e aquilo foi uma escapadela: recorreu a essa mulher para me pedir socorro. Porque ele tinha cartões, não precisava de pedir o telemóvel a ninguém.


Voltou a ligar?


Sim, logo a seguir. O Carlos Castro atendeu e só ouvi o meu filho alto: «Não atendas que é a minha mãe e ela não quer falar contigo». Continuei a ligar até às duas da manhã, mas já ninguém atendeu.
(...)



O que lhe disseram os médicos?
No sábado à noite, estava eu a fazer as malas para ir para Nova Iorque, recebi um telefonema do hospital. A primeira coisa que perguntei foi se ele estava vivo, pois até aí não sabia nada dele, temia o pior. Disseram para eu ter calma, que ele estava em choque psiquiátrico. Depois fizeram as perguntas normais: se ele tinha na família alguém com antecedentes psiquiátricos, se alguma vez tinha tido a nível escolar ou social alguma perturbação. Respondi que não, sempre foi um rapaz feliz, normal. Mas vi-o muito perturbado, muito perdido. Tenho muito medo que este estado possa ser irreversível. E ele precisa de mim para recuperar."

(Destaques do original publicado no site do Jornal)

Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011

"Ó Jesus! É por vosso amor e pela conversão dos pecadores."

"As almas custaram tantos sofrimentos a Jesus. Que lástima se perderem eternamente... Oh! Esses pobres pecadores que estão na eminência de se decidir pró ou contra Deus! Um pai-Nosso, uma Avé-Maria pode inverter a balança a seu favor. Rezemos pela conversão dos pecadores! (...) E quantos estão em suspenso! Rezemos." (Santo Cura D'Ars, São João Maria Vianney)

Fonte

* * *

"Ó meu Jesus! É por vosso amor, pela conversão dos pecadores, pelo Santo Padre e em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria!"

Muitas vezes esta frase brotou dos inocentes lábios de Jacinta, nas suas penitências pela salvação das almas.

Desde o momento em que ouviu da Santíssima Virgem o apelo para oferecerem sacrifícios Deus, a fim de evitar que os homens fossem condenados ao Inferno, a pequena pastora transformou-se numa chama que ardeu continuamente nessa intenção.

"A Jacinta tomou tanto a peito os sacrifícios pela conversão dos pecadores", recorda a Irmã Lúcia, "que não deixava escapar ocasião alguma. Havia umas crianças, filhos de duas famílias da Moita, que batiam de porta em porta pedindo esmola. Encontramo-los, um dia, quando íamos com o nosso rebanho. Jacinta, ao vê-los, disse:

- Vamos dar nossa merenda àqueles pobrezinhos, pela conversão dos pecadores."

"E correu a levá-las. Pela tarde, disse-me que tinha fome. Havia ali algumas azinheiras e carvalhos. A bolota estava ainda bastante verde. No entanto, disse-lhe que podíamos comer dela. O Francisco subiu numa azinheira para encher os bolsos, mas a Jacinta lembrou-se que podíamos comer da dos carvalhos, para fazer o sacrifício de comer a amarga. E lá saboreamos aquele delicioso manjar! A Jacinta fez disso um dos seus sacrifícios habituais."

Combinaram, então, sempre que encontrassem esses pobrezinhos, dar-lhes as suas refeições. E as crianças, satisfeitas com a generosa esmola, procuravam encontrá-los, esperando-os pelo caminho. Assim que os via, Jacinta corria a levar-lhes todo o alimento do dia, alegre e animada. Nessas ocasiões, os três comiam raízes de uma flor do campo, amoras, cogumelos ou fruta, se havia alguma ali por perto, em alguma propriedade pertencente a seus pais.

Estimulada por um extraordinário zelo das almas, a Jacinta parecia mesmo insaciável na prática do sacrifício. Conta sua prima que, certo dia, um vizinho ofereceu-lhes uma boa pastagem para o seu rebanho. Porém, ficava num lugar bastante longe, e estavam nos dias mais quentes do verão. Pelo caminho, encontraram os seus queridos pobrezinhos, e a Jacinta correu a levar-lhes a esmola. Sob um sol escaldante, a sede era cada vez maior e não havia um pingo de água para beber. A princípio, ofereceram o sacrifício com generosidade pela conversão dos pecadores. Mas, depois do meio-dia, era difícil resistir...

Lúcia propôs de irem a um lugar próximo, pedir um pouco de água. Aceitaram, e lá foi ela bater à porta de uma velhinha, que, ao dar-lhe uma bilha com água, ofereceu-lhe também um bocadinho de pão, aceitou com reconhecimento, e logo distribuído entre os companheiros. Em seguida, entregou a bilha ao Francisco e lhe disse que bebesse.

- Não quero beber.

- Por quê?

- Quero sofrer pela conversão dos pecadores.

- Bebe tu, Jacinta!

- Também quero oferecer o sacrifício pelos pecadores.

Resultado: a água foi toda deixada na cova de uma pedra, para que dela bebessem as ovelhas... O calor, entretanto, tornava-se cada vez mais intenso. As cigarras e os grilos juntavam o seu cantar ao das rãs numa lagoa vizinha, e faziam uma barulheira insuportável. A Jacinta, debilitada pela fraqueza e pela sede, pediu à prima, com aquela simplicidade que lhe era natural:

- Diz aos grilos e às rãs que se calem! Dói-me tanto a minha cabeça!

O Francisco então perguntou:

- Não queres sofrer isto pelos pecadores?!

A pobre criança, apertando a cabeça entre as mãozinhas, respondeu:

- Sim, quero. Deixa-as cantar.

E nunca se esquecia de levantar as mãozinhas e os olhos ao Céu, repetindo sua frase tão querida:

- Ó Jesus! É por vosso amor e pela conversão dos pecadores.

Fonte: ARAUTOS

* * *

Em Henrique Pranzini, as qualidades naturais e os vícios disputavam a primazia. Falava na perfeição vários idiomas e viajara por muitos países. Aventureiro, alistara-se no Exército das Índias e foi lutar no Afeganistão. Depois ofereceu os seus serviços ao Império russo para combater no Sudão.

Em 1887, ei-lo em Paris, onde se relacionou com a rica e tristemente célebre Regina de Montille. No intuito de, ao que consta, apoderar-se da fortuna dessa infeliz mulher, estrangulou- a a sangue frio, juntamente com a sua filha de doze anos e uma empregada.

Preso por esse tríplice assassinato, proclamou com cínica empáfia a sua "inocência" e passou seus últimos dias lendo livros obscenos. Em vão vários sacerdotes o visitaram na prisão: não dava sinal algum de arrependimento e gloriava-se de não temer a condenação eterna.

Justamente nesses dias, Teresa sentia em sua alma um premente apelo de Jesus, que ela própria assim descreve: "Ele fez de mim uma pescadora de almas. Senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. (...) Olhando uma fotografia de Nosso Senhor crucificado, comoveu-me ver o sangue que corria de uma de suas mãos divinas e causou-me grande pena a consideração de que esse sangue caía por terra sem que ninguém procurasse recolhê-lo, e resolvi manter-me em espírito ao pé da Cruz para receber esse Divino Orvalho e distribuí-lo às almas (...) Eu ardia do desejo de arrancar das chamas do inferno as almas dos grandes pecadores".

Assim estava a santa "Pescadora de Almas" quando Pranzini foi condenado à morte. E ela se pôs a campo para livrá-lo da eterna condenação: rezou, fez sacrifícios e mandou celebrar uma Missa, nessa intenção.

A sua confiança na misericórdia divina lhe dava a certeza de que esse infeliz seria perdoado, mesmo se ele não se confessasse nem sequer se mostrasse arrependido. Entretanto, diz ela, "pedi a Jesus apenas ‘um sinal' de arrependimento, simplesmente para minha consolação".

E esse sinal lhe foi dado!

No dia seguinte ao da execução, ela leu no jornal "La Croix" a descrição detalhada dos derradeiros minutos de vida do criminoso:

"Às cinco horas menos dois minutos, enquanto os pássaros silvam nas árvores da praça e um murmúrio confuso se ergue da multidão (...) abre-se a porta da prisão e assoma pálido o assassino. O capelão, Pe. Faure, põe-se à sua frente, ele repele o padre e os carrascos. Ei-lo diante da guilhotina para onde o carrasco Deibler o empurra. Um ajudante, colocado do outro lado, agarra-lhe a cabeça, para mantê-la presa pelo cabelo em baixo da lâmina prestes a cair.
Antes, porém, talvez um relâmpago de arrependimento tenha atravessado a consciência do criminoso. Pranzini pediu ao capelão o crucifixo e beijou-o duas vezes. Depois, o cutelo caiu, e quando um dos ajudantes agarrou pelas orelhas a cabeça cortada, concluímos que, se a justiça humana estava satisfeita, talvez este derradeiro ósculo tenha satisfeito também a Justiça Divina, a qual pede, sobretudo, o arrependimento".

E a futura Padroeira das Missões deu graças a Deus por esse seu primeiro pecador convertido, "meu primeiro filho" - escreveu ela, emocionada, nos Manuscritos Autobiográficos.

Enquanto Santa Teresinha permaneceu no século, utilizava o dinheiro que juntara no seu cofrezinho para encomendar Missas pela alma de Pranzini a cada dia 31 de Agosto, aniversário da execução do condenado.
Hábito este que, com a devida licença da superiora, conservou também no Carmelo.

Fonte: Revista Arautos do Evangelho, Jan/2007, n. 61, p. 32-33)

Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011

SOBRE A MODÉSTIA

(...)

Em Fátima, Nossa Senhora lamentou que os militantes ateus, satanistas e outros anti-Cristãos como os comunistas e humanistas seculares e seus associados propagassem, no nosso tempo e no nosso país, os seus erros contra a Moral e a Fé Católica. Nossa Senhora disse: «A Rússia espalhará os seus erros pelo Mundo.» Disse também: «Hão-de vir umas modas que hão-de ofender muito a Nosso Senhor.» A Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria também nos disse em Fátima que «Os pecados que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.»

(...)

Nem sempre temos um controlo directo sobre os apetites dos nossos sentidos. Podemos controlá-los pela mortificação cristã ou por outros métodos indirectos. Por exemplo, não mantendo a nossa mente concentrada na comida – tal como na bebida ou no tabaco –, podemos mais facilmente não cometer o pecado da gula. Se continuarmos a entreter o pensamento na comida e na bebida, ou no prazer que isso nos dá, então inevitavelmente estamos a entregar-nos aos nossos apetites, mesmo contra o nosso melhor juízo.

Desde o Pecado Original, também este apetite pelo sexo, o apetite da faculdade procriadora existente em todos os homens e mulheres nem sempre é alvo de controlo directo da vontade e do intelecto. Mas é também possível controlar indirectamente este apetite pela mortificação do jejum e da abstinência, ou, ainda deixando de divagar sobre certas pessoas que iriam despertar em nós esse desejo. Por este apetite ser tão forte (Deus fê-lo desta maneira com o intuito de assegurar a continuação da espécie humana) não é preciso muito para despertar o desejo da faculdade procriadora. Por ser diferente a natureza dos homens e das mulheres, no geral é verdade ser mais facilmente despertado o desejo sexual do homem.

E é ao ver pessoas do sexo oposto vestidas sem recato algum que, em especial nos homens, o seu apetite lhes desperta o desejo de usar a sua faculdade de procriação. Isto pode acontecer mesmo quando é contra a Lei de Deus e, por consequência, mau para essa pessoa. Ora, se tal apetite não está direccionado para o seu cônjuge, e se, depois de uma reflexão suficiente, é completamente consentido, então essa pessoa – iniludivelmente – está a cometer um pecado mortal.

Se essa alma não se arrepender deste pecado, será eventualmente arrastada para o Inferno por toda a eternidade. E porque os nossos irmãos e irmãs sofrem desta fraqueza como resultado do Pecado Original, temos obrigação de salvaguardar a sua virtude vestindo-nos com modéstia. Tanto homens como mulheres são obrigados a vestir-se modestamente, em estreita ligação com a justiça e a caridade. Ofender alguém neste assunto é, frequentemente, cometer um pecado mortal.

Aproveitando as diferenças de psicologia entre homem e mulher, geralmente o demónio, os seus agentes humanos e outros anti- cristãos empregam todos os esforços para levar as mulheres a vestirem-se indecentemente. Usando esta estratégia, o diabo e os seus seguidores são muitas vezes bem sucedidos fazendo cair no Inferno homens e mulheres. Conseguem-no, levando os homens a cair no pecado mortal pelos olhares, desejos e acções impuras – o que os submete também à escravidão dos ateístas militantes, tal como é explicado no folheto O apelo urgente de Nossa Senhora. As mulheres, essas, vão para o Inferno por levarem os homens a pecar, devido à sua maneira indecente de vestir. Assim, também elas estão a contribuir para dar aos comunistas, a outros militantes ateístas e anti-cristãos uma maior possibilidade de escravizar o mundo livre.

É um erro interpretar como anti-feminina esta preocupação pela modéstia. Tanto homens como mulheres são obrigados pelas leis da modéstia. No entanto, é muito mais comum o pecado da imodéstia ser cometido pelas mulheres; é por isso que o Padre Pelegia sublinha a obrigação da mulher a este respeito. Também os homens devem estar atentos quanto a esta virtude: quando sentirem que as roupas delas são muito justas ou de outra forma indecentes, eles também devem usar de uma maior modéstia, para não haver ocasião de as suas irmãs em Cristo virem a perder a alma por serem despertados desejos ilícitos.

Dada esta informação de fundamento, apreciemos o artigo clarificador do Padre Pelegia, sacerdote doutorado em Sagrada Teologia e que, durante mais de 20 anos, estudou a teologia moral de Santo Afonso Maria de Liguori. Santo Afonso foi proclamado Doutor da Igreja em Teologia Moral pelo Magisterium da Igreja. Vejamos então o artigo do Padre Pelegia.

Directrizes marianas

Oferecer um guia sólido para as raparigas e mulheres que queiram saber o que as sãs autoridades da Igreja Católica têm a dizer sobre a modéstia no vestir é o programa da Cruzada Mariana.

Durante muitos anos até à sua morte, em 1969, o Padre Bernard Kunkel da diocese de Belleville, Illinois, E.U.A., foi Director da Cruzada cujo Presidente era o seu bispo. As seguidoras da Cruzada comprometiam-se a observar as normas contidas em Guia da modéstia para as raparigas, que aqui publicamos:

Em resposta à súplica de Nossa Senhora de Fátima por uma modéstia absoluta no vestir e para ajudar a evitar os inúmeros pecados causados pela imodéstia do vestuário, especialmente no Verão, esforçar-me-ei com a maior seriedade em seguir este programa:

1. Abster-me inteiramente de usar calções de qualquer tipo, quer em público quer em casa.


2. Recusar-me a usar outros tipos de traje que mal cobrem o corpo, tal como trajes de praia ou aquele tipo de roupas que expõem os ombros, o peito, as costas, a cintura ou o umbigo; evitar também roupas claras ou transparentes, e vestidos, camisolas e calças justos; quanto às saias, usar somente as que cheguem bastante abaixo dos joelhos, para salvaguardar a modéstia em todas as posturas e movimentos normais.

3. Quando necessário ao meu trabalho, limitar o meu vestuário àquele tipo de calças que chegam abaixo do joelho, e que não sejam justas – usar de preferência calças amplas e compridas.

4. Ter um particular cuidado em me vestir modesta e respeitosamente para a igreja, e para todas as cerimónias e/ou locais sagrados, incluindo o adro da igreja e os Santuários – para encorajar as outras a vestirem-se sempre com uma modéstia mariana sem medo de serem "impopulares", e para seguir os desígnios de Nossa Senhora, a Virgem Imaculada, em vez de obedecer à ditadura pagã da moda.

LEMBRE-SE: A modéstia no vestir ajuda a salvaguardar a virtude da Pureza e é exigida pela lei moral de Deus. As normas anteriores são baseadas nesta lei moral inalterável e que se enquadra na tradição Cristã. Vestuário imodesto é imoral e pecaminoso, e é assunto para confissão. Podemos bem acreditar que muitas almas estão agora no inferno devido à leviandade das raparigas que vestem sem modéstia. Pelo amor a Cristo e a Sua Imaculada Mãe, e por consideração para com aqueles que lutam pela sua Pureza, Por favor vista-se modestamente!

O Padre Bruno Pelegia, Sacerdote Católico, Teólogo e Doutorado em Sagrada Teologia Complementar explica:

Ficamos felizes por ver, aqui e ali, senhoras e raparigas que não precisam que lhes digam para seguir estas normas. Mas àquelas que estão longe destas normas de sensatez, eu, como ministro de Deus, peço-lhes que prestem atenção à minha suplica:

Não podem manter uma consciência íntegra sendo, ao mesmo tempo, tão inconscientes!

Não diga: Que mal tem a forma como me visto?

Porque não seria possível ser esta uma pergunta ingénua? Quem a faz deve suspeitar que o facto de expor o corpo feminino do modo como o faz pode ser terrivelmente provocador.

Não diga: Aqueles que me vêem desta maneira não são forçados a pecar!

Podemos admiti-lo. Mas não deveremos nós, sempre que pudermos, reduzir as ofensas que o Nosso Divino Senhor recebe? Ai de nós se somos indiferentes neste ponto! Ai de nós se, com tal indiferença, a nossa conduta alicia os outros ao pecado! Sabemos que alguns homens de alma sã resistirão totalmente a essas mulheres provocadoras e não só não pecarão como ganharão mérito. Outros, porém, sendo fracos, consentirão no que lhes é proibido; e segundo as Sagradas Escrituras, por os ter atraído desnecessariamente ao mal, terá parte também no seu pecado. (Mat. 18:7)

Não diga: Todas as outras raparigas se vestem desta maneira!

Admitimos o triste facto de que muitas são assim levianas. Mas, mesmo que todas as raparigas o fossem, não as deveria seguir como um exemplo. Não se considera capaz de tomar decisões sensatas nos seus assuntos pessoais? Então se tem a liberdade, o privilégio e o dever moral de procurar a virtude e o Céu, porquê e para quê seguir o "rebanho" inconscientemente? «Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que seguem por ele. Como é estreita a porta e quão apertado é o caminho que conduz à Vida, e como são poucos os que o encontram!» (Mat. 7:13-14). Deixe que o seu sentido de responsabilidade e de integridade a distingam do "rebanho".

Não diga: Não pretendo ser maldosa.

Eu posso até acreditar nisso. Mas o prejuízo moral que está a causar vestindo-se sem se importar com as consequências é um mal pelo qual será responsável.

Não diga: Acho que devo andar na moda e ser actual.

Porque existem muitas mulheres e raparigas bem formadas que, usando um pouco de desembaraço, acabam por vestir-se com charme e com uma modéstia cheia de encanto. Mas, cuidado com um estilo que, seduzindo os homens inclinados a morais corruptas, serve apenas a vaidade e o diabo, e será uma trágica decepção. Não importa como mudam as modas e os gostos: a lei moral nunca muda.

Não diga: Muitas vezes é difícil avaliar se um vestido é modesto ou não.

Ora reflicta: se suspeita que um prato de comida está envenenado, não o serve a ninguém, com medo de que faça mal. Então, ainda com muito mais sensatez se deve sentir segura se, ponderando, tiver qualquer suspeita de que a sua forma de vestir poderá ser uma fonte de mal. Uma consciência íntegra não reconhecerá o pecado como o maior dos danos?

"Que a alma, que me é cara entre todas, seja qual lírio no meio de espinhos" (Cânt. 2,2)

Não diga: Recuso-me a ser fanática e hipócrita!

Porque, como pode ser errado agir de acordo com uma consciência íntegra que lhe diz que uma ofensa contra Deus Todo-Poderoso é, verdadeiramente, o maior dos males? Um fanático e um hipócrita é uma pessoa que finge odiar o pecado e amar a Deus quando na verdade não se importa nada com isso; mas se eu lhe peço para se importar com tudo isto, como pode ser algo errado? Rectidão – que muitas vezes requer suor, lágrimas e coragem – nunca é o mesmo do que fanatismo e hipocrisia. E então os Santos, que lutaram corajosamente contra a imodéstia, terão sido fanáticos e hipócritas?

Não diga: Os homens apreciam-me mais assim.

Isso pode ser verdade para os homens que preferem um pouco de prazer em vez da amizade de Deus, mas já não é verdade para os homens que vivem de acordo com uma consciência recta. Além disso, lembre-se que é a Deus que um dia terá de prestar contas, não aos homens.

Não diga: O que é bonito é para se ver!

Eu poderia contrapor dizendo que "quando a beleza física é por demais mostrada, perde o seu encanto". Além disso, há uma beleza física que não pode ser exposta sem daí advir uma atracção que tenta os homens a satisfações proibidas. Por outro lado, se pensa na beleza que há em mostrar as pernas, porque é que nunca pensou na beleza que existe em mostrar uma modéstia Cristã e uma solicitude para o bem das almas?

Não diga: Mas eu tenho calor!

Claro que consegue aguentar o calor quando quer. Com certeza uma boa consciência é digna de um pouco deste tipo de sofrimento: muitas almas boas fazem o sacrifício de aguentarem o calor de bom grado, com a intenção de oferecer essa penitência a Deus. Mas - é triste dizê-lo - algumas raparigas e senhoras durante o tempo quente vão escassamente vestidas à Santa Missa e a outras reuniões da igreja; e, no entanto, elas mesmas vestem-se com modéstia quando trabalham num escritório onde recebem todo o tipo de clientes, ou quando são profesoras, ou quando trabalham em salões de venda onde devem atender todo o tipo de fregueses.

Não diga: Há problemas e pecadores bem maiores do que estes.

Sim, é verdade. Alguns pecados são mais graves que outros (João 19:11). Mas mesmo os mais pequenos de todos não deixam de ser pecados. Para merecer ir para o Inferno, não é preciso ser-se um criminoso ‘com a cabeça a prémio’! E eu tenho milhentas razões para a impedir de ir para lá. Eu mesmo irei para lá, se não tentar salvar os outros de lá caírem.

-Jovem, não deixe que nada nem ninguém a engane quanto ter uma consciência sã e privando-a do seu destino eterno!

Se pretende ser Cristã de facto e não apenas de nome, se quer ajudar e não impedir a acção da Graça para reformar as consciências, se amanhã não quer sentir remorsos nem o peso da culpa, então redobre os esforços para se vestir segundo a modéstia mariana:

...para poder mostrar-se como uma mulher Cristã e não como uma mera armadilha para homens;

... para poder elevar-se e inspirar um amor casto, e não incitar a prazeres proibidos.

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Fonte1 (texto): Exército Católico

Fonte2 (imagem)

Fonte3 (imagens)

IMPORTANTE MENSAGEM DO SANTO PADRE AO CORPO DIPLOMÁTICO


"Deparamo-nos com outros tipos de ameaças contra o pleno exercício da liberdade religiosa. Penso, em primeiro lugar, em países onde se reconhece uma grande importância ao pluralismo e à tolerância, enquanto a religião sofre uma crescente marginalização. Tende-se a considerar a religião, toda a religião, como um factor sem importância, alheio à sociedade moderna ou mesmo desestabilizador e procura-se, com diversos meios, impedir toda e qualquer influência dela na vida social".

"Deste modo, chega-se a pretender que os cristãos ajam, no exercício da sua profissão, sem referimento às suas convicções religiosas e morais, e mesmo em contradição com elas, como, por exemplo, quando estão em vigor leis que limitam o direito à objecção de consciência dos profissionais da saúde ou de certos operadores do Direito."

Neste contexto, o Papa disse não ser "possível deixar de alegrar-se com a adopção pelo Conselho da Europa, no passado mês de Outubro, de uma Resolução que protege o direito do pessoal médico à objecção de consciência face a certos actos que lesam gravemente o direito à vida, como o aborto".

Em seguida, Bento XVI chamou a atenção para outra "manifestação da marginalização da religião, e particularmente do cristianismo", consistente "em banir da vida pública festas e símbolos religiosos, em nome do respeito por quantos pertencem a outras religiões ou por aqueles que não acreditam".

Agindo deste modo – observou – "não apenas se limita o direito dos crentes à expressão pública da sua fé, mas cortam-se também raízes culturais que alimentam a identidade profunda e a coesão social de numerosas nações".

O Santo Padre agradeceu àqueles países que se associaram ao governo italiano na defesa da exposição do Crucifixo em lugares públicos:

"Reconhecer a liberdade religiosa – acrescentou – significa, além disso, garantir que as comunidades religiosas possam agir livremente na sociedade, com iniciativas nos sectores social, caritativo ou educativo. Pode-se constatar por todo o lado, no mundo, a fecundidade das obras da Igreja Católica nestes âmbitos. Causa preocupação ver este serviço que as comunidades religiosas prestam a toda a sociedade, particularmente em favor da educação das jovens gerações, comprometido ou dificultado por projectos de lei que correm o risco de criar uma espécie de monopólio estatal em matéria escolar, como se constata, por exemplo, em certos países da América Latina."

"Quando vários deles celebram o segundo centenário da sua independência, ocasião propícia para se recordar a contribuição da Igreja Católica para a formação da identidade nacional – continuou o Papa referindo-se, ainda, à América Latina – exorto todos os governos a promoverem sistemas educativos que respeitem o direito primordial das famílias de decidir sobre a educação dos filhos e que se inspirem no princípio de subsidiariedade, fundamental para organizar uma sociedade justa."

Continuando a minha reflexão – acrescentou o Pontífice – "não posso passar sem referir outra ameaça à liberdade religiosa das famílias nalguns países europeus, onde é imposta a participação em cursos de educação sexual ou cívica que propagam concepções da pessoa e da vida pretensamente neutras mas que, na realidade, reflectem uma antropologia contrária à fé e à recta razão".

Bento XVI concluiu seu discurso com um premente apelo:

"A religião não constitui um problema para a sociedade, não é um factor de perturbação ou de conflito. Quero repetir que a Igreja não procura privilégios, nem deseja intervir em âmbitos alheios à sua missão, mas simplesmente exercer a mesma com liberdade. (...) Que nenhuma sociedade humana se prive, voluntariamente, da contribuição fundamental que são as pessoas e as comunidades religiosas!"