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terça-feira, 9 de outubro de 2012

O ANO DA FÉ


A Santa Igreja inicia no próximo dia 11 de Outubro, a celebração do Ano da Fé, segundo a vontade do Santo Padre gloriosamente reinante, o Papa Bento XVI. Este Ano terminará no dia 24 de Novembro de 2013.

É também vontade do Sumo Pontífice que, durante este ano, se conheça melhor e se estude o Catecismo com mais atenção, para assim defendermos e ensinarmos com verdade e firmeza a Fé Católica, que nos orgulhamos e gloriamos de professar!

Este blogue vai apresentar, periodicamente ao longo do Ano, vários posts com o Catecismo Ilustrado da Santa Igreja CatólicaEste Catecismo Ilustrado foi publicado pela primeira vez sob o Pontificado do Papa São Pio X.

Pedimos também aos leitores que redobrem as orações,
 neste Ano, pela Igreja e pelo Santo Padre.


Nota: As ilustrações terão a seguinte fonte, devidamente citada: Site São Pio V.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Papa São Pio X - A pedra no sapato dos modernistas


«Os erros modernos serão destruídos pelo Santo Rosário»
02 .06.1835 — 20.08.1914




"Para mais a fundo conhecermos o modernismo e o mais apropriado remédio acharmos para tão grande mal, cumpre agora indagar algum tanto das causas donde se originou e porque se tem desenvolvido. Não há duvidar que a causa próxima e imediata é a aberração do entendimento.  


CAUSAS DO MODERNISMO

As remotas, reconhecemo-las duas: o amor de novidades e o orgulho. O amor de novidades basta por si só para explicar toda a sorte de erros. (…) E efectivamente, o orgulho faz os modernistas confiar tanto em si que se julgam e dão a si mesmos como regra dos outros. Por orgulho loucamente se gloriam de ser os únicos que possuem o saber, e dizem desvanecidos e inchados: ‘Nós cá não somos como os outros homens.’ E, de facto, para o não ser, abraçam e devaneiam toda a sorte de novidades, até das mais absurdas. Por orgulho repelem toda a submissão, e afirmam que a autoridade deve aliar-se com a liberdade.

(…) Seja portanto o vosso primeiro dever resistir a esses homens soberbos, ocupá-los nos trabalhos mais humildes e obscuros e postos na ínfima plana, para que tenham menor campo a prejudicar.

(…) Passando das causas morais às que se relacionam com a inteligência, surge sempre a ignorância. Todos os modernistas que pretendem ser ou parecer doutores na Igreja, exaltando em voz clamorosa a moderna filosofia e desdenhando a Escolástica, abraçaram a primeira, iludidos pelo seu falso brilho, porque, ao ignorarem completamente a segunda, careceram dos meios convenientes para reconhecerem a confusão das ideias e refutar os sofismas.


COMO ACTUAM OS MODERNISTAS

(...) Para conduzirem os espíritos ao erro, usam de dois meios: removem primeiro os obstáculos, e em seguida procuram com máxima cautela os ardis que lhes poderão servir, e põem-nos em prática, incessante e pacientemente.

Dentre os obstáculos, três principalmente se opõem aos seus esforços:

- O método escolástico de raciocinar;
- A autoridade dos Padres com a Tradição;
O Magistério eclesiástico.

Tudo isto é para eles objecto de uma luta encarniçada. Por isso, continuamente escarnecem e desprezam a filosofia e a teologia escolástica. 

(…) Quanto mais alguém mostra ousadia em destruir as coisas antigas, em rejeitar as tradições e o magistério eclesiástico, tanto mais encarecem a sua sabedoria; não só elogiam pública e encarecidamente, mas veneram como mártir quem quer por acaso for condenado pela Igreja.

(…) Procuram conseguir cátedras nos seminários e nas Universidades, para tornarem-se insensivelmente cadeiras de pestilência.


ONDE ESTÃO E QUEM SÃO OS MODERNISTAS

Vemo-los entre os leigos; vemo-los entre os sacerdotes; e, quem o diria? Vemo-los até no seio das famílias religiosas. Tratam a Escritura à maneira dos modernistas. Escrevendo sobre a história, divulgam cuidadosamente e com disfarçado prazer tudo o que pode desdourar e obscurecer a Igreja .

Guiados por um certo apriorismo, procuram sempre desfazer as piedosas tradições populares. Mostram desdenhar das sagradas relíquias, respeitáveis pela sua antiguidade. 

Enfim, vivem preocupados em fazer o mundo falar das suas pessoas; e sabem que isto não será possível, se disserem as mesmas coisas que sempre se disseram ao longos dos tempos.


 EXORTAÇÃO FINAL DO PAPA SÃO PIO X

Julgamos oportuno escrever-vos estas coisas, Veneráveis Irmãos, a bem da salvação de todos os fiéis.

Pedimos de coração a plenitude das luzes celestiais, afim de que, nesta época de tão grande perigo para as almas, devido aos erros que de toda parte se infiltram, descortineis o que deveis fazer e o executeis com todo o ardor e fortaleza.

Que vos assista com seu poder Jesus Cristo, autor e consumidor da fé; que vos assista com o seu socorro a Virgem Imaculada, destruidora de todas as heresias.”



 ORAÇÃO

Senhor, que, para defender a fé católica e instaurar todas as coisas em Cristo, enchestes de sabedoria divina e de fortaleza apostólica o papa São Pio X, concedei que, seguindo os seus ensinamentos e exemplos, alcancemos a recompensa eterna.
Por Cristo, Nosso Senhor.
Ámen.


sábado, 28 de julho de 2012

Toda a terra Vos adore, Senhor!



Toda a terra Vos adore, Senhor
E entoe hinos ao Vosso nome, ó Altíssimo!
Toda a terra Vos adore, Senhor.

Aclamai a Deus, terra inteira,
Cantai a glória do Seu nome,
Celebrai os Seus louvores,
Dizei a Deus: «Maravilhosas são as Vossas obras.

Ante a grandeza do Vosso poder,
Curvam-se os Vossos inimigos.
A terra inteira Vos adore e celebre,
Entoe hinos ao Vosso Nome».

Vinde contemplar as obras de Deus,
Admirável na Sua acção pelos homens:
Mudou o mar em terra firme,
Atravessaram o rio ao pé enxuto.
Alegremo-nos n’Ele.

Domina eternamente com o Seu poder;
Os Seus olhos observam as nações,
Os rebeldes não levantarão a cabeça.

Povos bendizei o nosso Deus,
Fazei ressoar os Seus louvores.

Foi Ele quem conservou a nossa vida
E não deixou que nossos pés vacilassem.

Toda a terra Vos adore, Senhor
E entoe hinos ao Vosso nome, ó Altíssimo! 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Santo Padre, não estais sozinho!


"Eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos diante de uma mesa, com as mãos no rosto a chorar; fora da casa estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam-lhe muitas palavras feias. 
Coitadinho do Santo Padre, temos que pedir muito por ele!"
(Beata Jacinta, Pastorinha de Fátima)


"Rezai por mim, para que eu não fuja, por receio, diante dos lobos."
(Homilia do Papa Bento XVI a 24 de Abril de 2005).



ORAÇÃO PELO SANTO PADRE

Ó Jesus, Cabeça invisível da Santa Igreja,
que a fundastes sobre uma firme pedra,
e prometestes que as portas do Inferno não prevalecerão nunca contra ela,
conservai, fortificai e guiai aquele que lhe destes por cabeça visível.

Fazei que ele seja o modelo do Vosso rebanho, assim como é o seu pastor.
Seja ele o primeiro pela sua santidade, doutrina e paciência,
assim como o é pela sua dignidade;
seja ele o digno Vigário da Vossa Caridade, assim como o é da vossa Autoridade.
Inspirai-lhe um desejo ardente da Vossa glória e da salvação das almas.

Dai-lhe coragem invencível e uma firmeza inabalável,
para se opor aos estragos do erro, da heresia e da impiedade.
Dai-lhe fortaleza para conduzir a barca agitada da Vossa Santa Igreja
através dos escolhos que a cercam.

Consolai o seu coração aflito e sustentai a sua alma abatida.
Ajudai-o a levar o peso da sua alta dignidade e de todos os trabalhos que a acompanham.
Dignai-Vos, ó Deus, conceder-lhe longos anos,
para aumentar a Vossa glória e o triunfo da Santa Religião Católica.

Jesus Cristo, Nosso Senhor,
abençoai e protegei o nosso Santo Padre Bento XVI
e sede a sua luz, a sua força e o seu consolo.

Ámen.

terça-feira, 19 de junho de 2012

À hora da morte


Meu Jesus, perdoai-nos,
Livrai-nos do fogo do Inferno
e levai as almas todas para o Céu,
principalmente as que mais precisarem
da Vossa Misericórdia.

* * *

A morte é a separação da alma do corpo e o total abandono das coisas deste mundo.

Todos sabem que um dia devem morrer, mas ninguém sabe onde e como morrerá.

Não sabes se a morte te surpreenderá na tua cama ou no teu trabalho, na estrada ou outro lugar. A ruptura de uma veia, um enfarte, um tumor que talvez já esteja a crescer neste momento no teu organismo, uma queda, um acidente, um terramoto, um raio e outras mil causas de que nem suspeitas agora, podem privar-te da vida. E isto pode acontecer daqui a um ano, daqui a um mês, uma semana, a uma hora e, talvez, apenas terminada esta leitura!

Quantos se deitaram à noite com boa saúde e de manhã foram encontrados mortos! Quantos ainda hoje morrem de improviso! E onde se encontram agora? Se estavam na graça de Deus, felizes deles! São para sempre bem-aventurados. Mas se estavam em pecado mortal, agora são eternamente perdidos!

Diz-me, meu caro jovem, se tivesses de morrer neste instante, que seria da tua alma?

Esperemos que a tua última hora não venha de repente, mas aos poucos, por uma doença terminal e comum. De qualquer modo virá um dia em que, estendido na cama, estarás prestes a passar à eternidade assistido por um sacerdote e cercado por parentes que choram.

Terás a cabeça dolorida, os olhar vago, a língua ressequida, um suor gélido e o coração fraquíssimo. Assim que expirares, o teu corpo será vestido e colocado num caixão. Aí os vermes começarão a comer as tuas carnes, e bem depressa nada de ti restará a não ser poucos ossos descarnados e um pouco de pó.


Meu caro filho, ao ler estas linhas, lembra-te de que elas falam de ti, como de todos os outros homens! Agora, o Demónio, para te induzir a pecar, procura desviar a tua atenção destes pensamentos e fazer-te não sentir culpa, dizendo-te não ser um grande mal aquele prazer, aquela desobediência, aquela omissão da Missa no Domingo ou em dia santo, e assim por diante; mas quando chegar o momento da tua morte, será ele mesmo que vai revelar-te a gravidade destes e dos outros pecados, e vai lançá-los diante da tua consciência. Que farás então? Ai de ti se, naquele momento, te encontrares em pecado mortal e na desgraça de Deus!


Não te esqueças, meu jovem amigo, de que daquele momento depende a tua eterna salvação ou eterna condenação.

Duas vezes temos diante de nós uma vela acesa: no Baptismo e na hora da morte. A primeira vez para fazer-nos ver os preceitos da Lei Divina que devemos cumprir, e a segunda para fazer-nos ver se os cumprimos. À luz daquela vela quantas coisas verão! 


À luz daquela vela, verás se amaste a Deus ou se O desprezaste; se honraste o Seu santo Nome ou se O blasfemaste; verás as festas profanas a que assististe, as Missas perdidas, as impurezas cometidas, os escândalos dados, os furtos, os ódios, as soberbas

Oh! meu Deus, verei tudo naquele momento em que se abrirá diante de mim a porta da eternidade!

Grande e terrível momento do qual depende uma eternidade de glória ou de sofrimentos!  Estás a compreender o que te digo? Eu digo que daquele momento depende ir para o Céu ou para o Inferno; ser para sempre feliz ou desesperado; para sempre filho de Deus ou escravo de Satanás; para sempre gozar com os Anjos e os Aantos no céu ou gemer e queimar para sempre com os condenados no inferno!

Por isso, prepara-te para aquele grande momento fazendo já um acto de contrição e, o mais depressa  possível, uma boa e santa confissão.

Decide-te, depois, a viver sempre na graça de Deus, porque 

COMO SE VIVE ASSIM SE MORRE!



quarta-feira, 6 de junho de 2012

Corpus Christi



Adoro-Vos devotamente, ó Divindade escondida,
Que verdadeiramente Se oculta sob estas aparências,
A Vós, o meu coração submete-se todo por inteiro,
Porque, contemplando-Vos, tudo desfalece.

A vista, o tacto, o gosto falham em relação a Vós
Mas, somente em ouvir-Vos em tudo creio.
Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus,
Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.

Na cruz, estava oculta somente a Vossa Divindade,
Mas aqui, oculta-se também a Vossa Humanidade.
Eu, contudo, crendo e professando ambas,
Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.

Não vejo, como Tomé, as Vossas chagas
Entretanto, confesso-Vos meu Senhor e meu Deus
Fazei que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e Vos amar.

Ó memorial da morte do Senhor,
Pão vivo que dá vida aos homens,
Fazei que a minha alma viva de Vós,
E que a ela seja sempre doce este saber.

Senhor Jesus, bondoso pelicano,
Lavai-me, eu que sou imundo, em Vosso sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.

Ó Jesus, que velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente a Vossa face revelada
Que seja feliz contemplando a Vossa glória.
Amén.

(São Tomás de Aquino)


domingo, 27 de maio de 2012

Virgem Santíssima, intercedei pela Santa Igreja!


 

Ó Maria, Santíssima Rainha do Clero, 
Vós que fostes dada por Mãe a São João,
 Vós que presidistes a oração unânime e perseverante 
dos Apóstolos no dia de Pentecostes,
 dignai-Vos, nós Vos pedimos, interceder pela Santa Igreja, 
pelo Papa, pelos Bispos e por todos os Sacerdotes, 
a fim de que, pela sua firmeza na Fé, 
conduzam até Deus o rebanho que lhes está confiado.

Virgem Imaculada, rogai pela Santa Igreja Católica, 
para que o Reino de Deus se dilate sobre toda a Terra 
e para que o Nome do Vosso Filho seja conhecido e adorado por todos os povos. 
Ele que vive e reina com o Pai, na unidade do Espírito Santo, 
por todos os séculos dos séculos.

Ó Maria, Mãe da Igreja e Rainha dos Apóstolos,
Abençoai o Santo Padre
E intercedei pela Santa Igreja!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Mater Ecclesiae, ora pro nobis



.Ó Santíssima Virgem Maria,
Mãe de Jesus, Mãe nossa,
Intercedei por nós e pela Santa Igreja!

Santa Maria, Mãe de Deus,
Olhai pelos Vossos filhos
Tanto nas horas de luz,
 como nas de cruz.

Mãe do Céu,
 Mãe da Igreja,
Abençoai e iluminai o Santo Padre
E intercedei pela Santa Igreja Católica!


Ó Glorioso São José,
Defendei a Santa Igreja de Deus
Das ciladas dos seus inimigos
e de toda a adversidade, tal como outrora salvastes
a vida ameaçada do Menino Jesus.

Ámen.

domingo, 22 de abril de 2012

O Segredo de Fátima, pelo Papa Bento XVI


No Terceiro Segredo, “além desta grande visão sobre o sofrimento do Papa, são indicadas realidades do futuro da Igreja que agora vemos de uma maneira terrivel e que pouco a pouco se desenvolvem e se mostram.”

“O importante é que a mensagem não trata de situações particulares, mas da resposta fundamental que é a conversão permanente, penitência, oração e as virtudes cardeais, fé, esperança, caridade.”

“Hoje vemos os ataques contra o Papa e a Igreja, que mostram de uma maneira realmente aterrorizadora que a maior perseguição da Igreja não vem dos inimigos no exterior, mas resulta do pecado na Igreja.”

“Engana-se quem pensar que a missão profética de Fátima esteja concluída.”

Papa Bento XVI, na sua viagem a Fátima
Maio de 2010

sábado, 28 de janeiro de 2012

O alerta do Santo Padre


“Em muitas partes da Terra, a Fé corre o perigo de se apagar como uma chama que não encontra mais alimento.”

Papa Bento XVI
27 de Janeiro de 2012

* * *

"Ide, pois, e ensinai a todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos ordenei. Eu estou sempre convosco, até o fim dos tempos."
 (Mt 28, 19-20).

Perante o alerta do Santo Padre e conhecendo o apelo de Nosso Senhor para ensinarmos e dar testemunho da Fé a todas as nações, que temos feito?

Com a graça de Deus, a intercessão poderosíssima de Nossa Senhora, o ensinamento dos Bem-Aventurados Apóstolos e o testemunho dos gloriosos Mártires, não tenhamos medo de ensinar e de defender a Fé e a Doutrina Católica!

O mundo precisa de nós para manter a chama Fé acesa.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

* FIÉIS DEFUNTOS *



2 DE NOVEMBRO

* * *

DAI-LHES, SENHOR, O ETERNO DESCANSO NOS ESPLENDORES DA LUZ PERPÉTUA.
QUE DESCANSEM EM PAZ.
ÁMEN.

Que as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus descansem em paz.
Ámen.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"Ai, sei lá, é tão fixe bater no Papa..."

Duas jovens católicas a serem vaiadas pelos anti-católicos nas ruas de Madrid.

Confrontos entre os provocadores ("manifestantes") e a polícia que tenta manter a ordem.

Por Henrique Raposo:

"Em Madrid, um bando de tolerantes resolveu mostrar mais uma vez a sua intolerância em relação ao Papa e em relação aos católicos em geral. Com atitudes, vá, pouco educadas, os tolerantes provocaram deliberadamente os jovens católicos que invadiram Madrid. Faz sentido, sim senhora: estes jovens devem estar a preparar, às escondidas, uma nova Armada Invencível destinada a espalhar a inquisição pelos quatro cantos do mundo.

Os nossos queridos tolerantes dizem que as suas provocações (eles usam um eufemismo: manifs) são a guarda avançada da laicidade. Perdão? A laicidade não legitima manifestações públicas de intolerância, de ódio puro e visceral (aquela raiva até pinga). A laicidade não é esta demonstração de desprezo pelos padrecos e beatas. Laicidade é uma questão institucional, é viver num Estado não-religioso, é viver num país cujo governo é imune a um Ayatollah ou a um Richelieu. Ou seja, a laicidade remete para o Estado, e não para a sociedade. Problema? Os nossos tolerantestêm dificuldades em separar estes dois conceitos.

É por isso que não aceitam que, na sociedade, os grupos religiosos têm o direito a intervir, têm o direito às suas demonstrações públicas de fé. No fundo, a coisa tem uma explicação mui simples: os nossos tolerantes-que-não-tomam-banho-durante-uma-semana-porque-isso-é-cool-e-bom-para-o-ambiente não aceitam a mera visibilidade pública dos católicos. Na sua visão do mundo, os católicos deviam ser uma tribo clandestina, com o direito a missas em garagens ou assim .

E, já agora, o argumento do dinheiro público é patético. Uma visita do Papa custa dinheiro, sobretudo no lado da segurança? A sério? Bom, sendo assim, a Espanha também não pode receber Barack Obama, Sarkozy ou o Dalai Lama, e também não pode receber uma cimeira da UE, porque tudo isso implica gastar dinheiro público. É mais honesto dizer "eu não gosto destes católicos nojentos, e não os quero na minha cidade".

Para terminar, convém reparar nas indignações selectivas destes tolerantes. Durante todo o ano, chegam notícias preocupantes das comunidades muçulmanas. A homofobia e a misoginia são fortíssimas entre os muçulmanos europeus, mas estes tolerantes não abrem a boca sobre este assunto. Conclusão? Esta gente não está preocupada com a laicidade ou com a tolerância. Estes tolerantes são apenas os bons e velhos jacobinos, e odiar o catolicismo é a sua virtude."


domingo, 3 de julho de 2011

FALSAS LIBERDADES

"E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos tornará livres. Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida»" (Ev. São João 8:32 e 14:6)

* * *
- Se penso que ser livre é fazer o que me dá na real gana, sem me importar com o que outros pensam nem no escândalo que causo, especialmente aos mais jovens, pequeninos e inocentes;

- Se penso que ser livre é escolher entre ter um filho ou matá-lo antes de nascer, com o apoio do Estado, como se se livrasse de um tumor maligno (ups...para isto já não tenho tanto apoio do Estado como para matar um filho!);

- Se que penso que ser livre é ir contra a natureza e contra a dignidade humana e achar que uma mulher pode casar com outra, ou um homem com outro, ou um deles com o piriquito de estimação, com a ovelha do prado do vizinho, ou com o par de sapatos favoritos, não importa, desde que haja "amor" (sim entre aspas, sendo todos estes exemplos de um amor pervertido e não real);

- Se penso que ser livre é acordar um dia pela manhã, perceber que não gosto de ser homem e, em vez de ir ao psiquiatra, vou ao Registo Civil e mudo de sexo;

- Se penso que ser livre é utilizar caixas de Petri como se fossem úteros, destruindo os filhos em fase embrionária excedentários, através das leis actualmente desumanas de Procriação Medicamente Assistida...

... então não sou livre,

MAS ESCRAVO DO DEMÓNIO.

* * *

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA
SALVAI-NOS E SALVAI PORTUGAL!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

"A todos agradeço. A todos peço perdão." (Beato João Paulo II, Papa)

18.05.1920 - 02.04.2005

“Vigiai, porque não sabeis em que dia o Senhor virá” (cf. Mt 24, 42) estas palavras recordam-me a última chamada, que acontecerá no momento em que o Senhor vier. Desejo segui-lo e desejo que tudo o que faz parte da minha vida terrena me prepare para este momento.
Não sei quando ele virá, mas como tudo, também deponho esse momento nas mãos da Mãe do meu Mestre: Totus Tuus.
Nas mesmas mãos maternas deixo tudo e Todos aqueles com os quais a minha vida e a minha vocação me pôs em contacto. Nestas Mãos deixo sobretudo a Igreja, e também a minha Nação e toda a humanidade.
A todos agradeço. A todos peço perdão. Peço também a oração, para que a Misericórdia de Deus se mostre maior que a minha debilidade e indignidade”.

sábado, 30 de abril de 2011

"A Igreja sofrerá uma crise horrenda."

"Suponha, caro amigo, que o Comunismo foi somente o mais visível dos instrumentos de subversão usados contra as tradições da Revelação Divina. As mensagens da Santíssima Virgem a Lúcia de Fátima preocupam-me. Esta persistência de Maria sobre os perigos que ameaçam a Igreja é um aviso do Céu contra o suicídio de alterar a Fé na Sua liturgia, na Sua teologia e na Sua alma".

Palavras do Cardeal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII, quando era Secretário de Estado do Papa Pio XI.

* * *

“Apaga-se a verdadeira fé e uma falsa luz difunde-se sobre o mundo. A Igreja sofrerá uma crise horrenda. Roma perderá a fé e tornar-se-á a sede do anticristo. A Igreja será eclipsada e o mundo ficará na desolação”.

(Nossa Senhora, em La Salette)

* * *

NA SEQUÊNCIA DA PERDA DA FÉ CATÓLICA, SANTA E IMUTÁVEL, VÊM, ENTRE OUTROS SACRILÉGIOS, ABOMINAÇÕES NOS LUGARES SAGRADOS:

”Os esforços [do falso ecumenismo] não têm nenhum direito à aprovação dos católicos porque se apoiam sobre esta opinião errada de que todas as religiões são louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante do seu poder (…) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas”.

Papa Pio XI, Encíclica Mortalium Animus.



Ofensivos Encontros de Assis, nos quais se colocou sacrílega e lamentavelmente a Santa Igreja Católica ao mesmo nível das seitas e falsas religiões, promovidos pelo futuro Beato João Paulo II):

Uma estátua do Buda, por cima do Tabernáculo que abriga Nosso Senhor, verdadeiramente presente no Santíssimo Sacramento, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, tão real e perfeito como no Céu e há 2.000 anos sobre a Terra.

FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO.

NÃO HÁ SALVAÇÃO!

Será tão difícil assim convencermo-nos disto?

E não nos envergonharmos de proclamar ao mundo esta VERDADE DE FÉ?

Será que amamos assim tão pouco - ou nada - os outros, que nos estamos completamente nas tintas para a salvação eterna das suas almas?

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Católicos e orgulhosamente intolerantes!


“Igreja de Deus vivo, coluna e firmamento da verdade”
(1 Tim. 3,15).

”Os esforços [do falso ecumenismo] não têm nenhum direito à aprovação dos católicos porque se apoiam sobre esta opinião errada de que todas as religiões são louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante de seu poder (…) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas”.

Papa Pio XI, Encíclica Mortalium Animus.

* * *

Excertos do Sermão pregado na Catedral de Chartres em 1841, pelo Cardeal Pie:

"Nós somos então intolerantes, exclusivos em matéria de doutrina; nós disto fazemos profissão; nós orgulhamo-nos da nossa intolerância. Se não o fôssemos, não estaríamos com a verdade, pois que a verdade é uma, e consequentemente intolerante. Filha do céu, a religião cristã, descendo sobre a terra, apresentou os títulos da sua origem; ela ofereceu ao exame da razão factos incontestáveis, e que provam irrefutavelmente a sua divindade. Ora, se ela vem de Deus, se Jesus Cristo, seu autor, pode dizer: Eu sou a verdade: Ego sum veritas, é necessário por uma consequência inevitável, que a Igreja Cristã conserve incorruptivelmente esta verdade tal qual a recebeu do Céu; é necessário que ela repila, que ela exclua tudo o que é contrário a esta verdade, tudo o que possa destruí-la.

Recriminar à Igreja Católica a sua intolerância dogmática, a sua afirmação absoluta em matéria de doutrina é dirigir-lhe uma recriminação muito honrável. É recriminar à sentinela ser muito fiel e muito vigilante, é recriminar à esposa ser muito delicada e exclusiva.

Nós ficamos muitas vezes confusos do que ouvimos dizer sobre todas estas questões até por pessoas de senso. A lógica falta-lhes, desde que se trate de religião. É a paixão, é o preconceito que os cega? É um e outro. No fundo, as paixões sabem bem o que elas querem quando procuram abalar os fundamentos da fé, pondo a religião entre as coisas sem consistência. Elas não ignoram que, demolindo o dogma, elas preparam para si uma moral fácil. Diz-se com uma justeza perfeita: é antes o decálogo que o símbolo que as faz incrédulas.

Se todas as religiões podem ser postas num mesmo nível, é que elas se equivalem todas; se todas são verdadeiras é porque todas são falsas; se todos os deuses se toleram, é porque não há Deus. E se se pode aí chegar, não sobra mais nenhuma moral incómoda. Quantas consciências estariam tranquilas, no dia em que a Igreja Católica desse o beijo fraternal a todas as seitas suas rivais!

(...)

Assim, segundo essa inacreditável teoria, não há religiões falsas, mas elas são todas incompletas umas sem as outras. A verdadeira seria a religião do ecletismo sincrético e progressivo, a qual ajuntaria todas as outras, passadas, presentes e futuras: todas as outras, isto é, a religião natural que reconhece um Deus; o ateísmo que não conhece nenhum; o panteísmo que o reconhece em tudo e por tudo; o espiritualismo que crê na alma, e o materialismo que só crê na carne, no sangue e nos humores; as sociedades evangélicas que admitem uma revelação, e o deísmo racionalista que a rejeita; o cristianismo que crê no messias que veio e o judaísmo que o espera ainda; o catolicismo que obedece ao Papa, o protestantismo que olha o Papa como o anti-Cristo. Tudo isto é conciliável.

(...)

Sim, Santa Igreja Católica, só vós tendes a verdade, porque vós tendes a unidade, e porque vós sois intolerante, não deixais decompor esta unidade."

Texto completo aqui.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Momento catequético

As três virtudes teologais:

1. Fé
2. Esperança
3. Caridade.

As quatro virtudes cardeais:

1. Prudência
2. Justiça
3. Fortaleza
4. Temperança.

Os sete dons do Espírito Santo:

1. Sabedoria
2. Entendimento
3. Conselho
4. Fortaleza
5. Ciência
6. Piedade
7. Temor de Deus.

Os doze frutos do Espírito Santo:

1. Amor
2. Alegria
3. Paz
4. Paciência
5. Longanimidade
6. Benignidade
7. Bondade
8. Mansidão
9. Fé
10. Modéstia
11. Continência
12. Castidade.

Os cinco preceitos da Igreja:

1. Participar na Missa, aos domingos e festas de guarda e abster-se de trabalhos e actividades que impeçam a santificação desses dias.
2. Confessar os pecados ao menos uma vez cada ano.
3. Comungar o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa.
4. Guardar a abstinência e jejuar nos dias determinados pela Igreja.
5. Contribuir para as necessidades materiais da Igreja, segundo as possibilidades.

As sete obras de misericórdia corporais:

1. Dar de comer a quem tem fome
2. Dar de beber a quem tem sede
3. Vestir os nus
4. Dar pousada aos peregrinos
5. Visitar os enfermos
6. Visitar os presos
7. Enterrar os mortos

As sete obras de misericórdia espirituais:

1. Dar bons conselhos
2. Ensinar os ignorantes
3. Corrigir os que erram
4. Consolar os tristes
5. Perdoar as injúrias
6. Suportar com paciência as fraquezas do nosso próximo
7. Rezar a Deus por vivos e defuntos

Os sete pecados capitais:

1. Soberba
2. Avareza
3. Luxúria
4. Ira
5. Gula
6. Inveja
7. Preguiça

Os seis pecados contra o Espírito Santo:

1. Desespero da salvação.
2. Presunção de se salvar sem mérito.
3. Negar a verdade conhecida como tal.
4. Ter inveja das graças que Deus concedeu a alguém.
5. Obstinação no pecado.
6. Impenitência final.

Os quatro pecados que bradam aos Céus:

1. Homicídio voluntário (cf. Gn 4,10)
2. Pecado de luxúria contra a natureza (cf. Lev 18,22-23)
3. Oprimir os pobres, órfãos e as viúvas (cf. Ex 22,22; Tg 1,27)
4. Negar o salário aos que trabalham (cf. Dt 24,14;Tg 5,4)

Os quatro novíssimos:

1. Morte
2. Juízo
3. Inferno
4. Paraíso.

quarta-feira, 30 de março de 2011

"Nós Somos Igreja" - GRUPO HERÉTICO


A propósito DESTA VERGONHA e da inexplicação para que um órgão noticioso tido como "oficial" da Igreja Católica em Portugal publicite tal aberração...

... VALE LEMBRAR O QUE DEFENDE ESSE MALIGNO GRUPELHO HERÉTICO, para além do aborto, da abolição do celibato sacerdotal, ordenamento de mulheres e da moralidade das relações sodomitas.

VALE TAMBÉM LEMBRAR QUE:

A Igreja Católica não é uma instituição democrática, ao contrário do que pretende o grupo dissidente "Nós Somos Igreja", e que está por detrás de mais esta manifestação antipapal. Através até dos próprios documentos do Vaticano II, Concílio que essa seita diz aceitar, determina-se que o católico recebe a doutrina e a moral do Papa e dos Bispos a ele unidos.

O católico não decide, não vota, não alvitra, não opta por doutrinas diferentes.

A génese da palavra "heresia" leva-nos ao conceito de "escolha". O herege, realmente, escolhe a sua própria doutrina. Logo, o católico não escolhe este ou aquele ponto da doutrina católica, rejeitando os pontos que não lhe convêm.

O católico, se é digno desse nome, acata a santa doutrina da Santa Madre Igreja.

O resto é conversa de herege.

PROTESTEMOS AGORA contra a promoção destas falsas doutrinas pela Agência Ecclesia:

Director: Paulo Rocha – paulorocha@ecclesia.pt
Director: Cónego António Rego – aprego@ecclesia.pt

quarta-feira, 16 de março de 2011

ALERTA - Encontros de risco para a Fé

(Clique na imagem para ampliar)

Para evitar causar tristeza nos mais esclarecidos e confusão na mente dos mais vulneráveis.

ALERTA INFOVITAE


Prezados leitores

É público e notório (ver: http://www.cumn.pt/feecultura/ ) que o centro universitário Manuel da Nóbrega (cumn) dos Padres Jesuítas vai organizar em Coimbra, com o beneplácito do seu Bispo, D. Albino Cleto, um dia de conferências, “Fé e Cultura”, como é seu uso anual.

Uma delas intitula-se “Pensar a Igreja Plural” e tem como subtítulo “A freira, o homossexual e os recasados”. A freira, Irene Guia, é Escrava do Sagrado Coração de Jesus, o homossexual, apresentado como teólogo e director de uma IPSS ( MSV/Casa das Cores) é Pedro Sottomayor e os recasados Mafalda (engenheira) e Tomás Colaço (gestor).

O Infovitae está muito perplexo com isto e julga não ser necessário explicar aos seus leitores o motivo do seu assombro e preocupação.

Importa sublinhar que a Igreja NÃO É UMA DEMOCRACIA e a sua Doutrina NÃO SE ALTERA com base nas mudanças sociais.

* * *



LEMBRANDO A DOUTRINA DA SANTA IGREJA CATÓLICA:

"Se os divorciados se casam civilmente, ficam numa situação objectivamente contrária à Lei de Deus. Por isso, não podem aproximar-se da comunhão eucarística, enquanto persiste tal situação."
(Congregação para a Doutrina da Fé)

"1650. (a) – Hoje em dia e em muitos países, são numerosos os católicos que recorrem ao divórcio, em conformidade com as leis civis, contraindo civilmente uma nova união. A Igreja sustenta, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo (“quem repudia sua mulher e casa com outra comete adultério em relação à primeira; e se uma mulher repudia seu marido e casa com outro, comete adultério” (Mc 10,11-12), que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro Matrimónio foi válido."

"1614. Na sua pregação, Jesus ensinou sem equívocos o sentido original da união do homem e da mulher, tal como o Criador a quis no princípio: a permissão de repudiar a sua mulher, dada por Moisés, era uma concessão à dureza do coração (119): a união matrimonial do homem e da mulher é indissolúvel: foi o próprio Deus que a estabeleceu: «Não separe, pois, o homem o que Deus uniu» (Mt 19, 6)."

"2357. A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atracção sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade reveste-se de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua génese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que "os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à Lei natural. Fecham o acto sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afectiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados."

(Catecismo da Igreja Católica)


Para quem desejar exprimir as suas preocupações aqui deixamos alguns contactos:


Província portuguesa da Companhia de Jesus. Nunciatura Apostólica: nunciaturapt@netcabo.pt ; secretarianunci@netcabo.pt

Conferência Episcopal Portuguesa: cep.sgeral@ecclesia.pt

D. Jorge Ortiga (Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa): http://www.diocese-braga.pt/

Cardeal Patriarca de Lisboa: info@patriarcado-lisboa.pt