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sábado, 8 de setembro de 2012

* Nasceu a Virgem Maria *

08 de Setembro - Natividade da Virgem Santíssima

AVÉ MARIA!



Nasceu a Virgem Maria,
Como promessa de Deus,
Como nasce a luz do dia,
Que inunda a Terra e os Céus.


Vem cumprir a profecia
Deste mistério profundo:
Era nela que nascia
A Mãe de Deus sobre o mundo.

Em Nazaré, pobre aldeia,
De gentes simples, obscuras,
Foi como se a Lua Cheia
Enchesse de ouro as alturas.

Louvor a Deus uno e trino,
Porque em Maria nos deu,
Em lugar tão pequenino,
Toda a grandeza do Céu.




terça-feira, 21 de agosto de 2012

Papa São Pio X - A pedra no sapato dos modernistas


«Os erros modernos serão destruídos pelo Santo Rosário»
02 .06.1835 — 20.08.1914




"Para mais a fundo conhecermos o modernismo e o mais apropriado remédio acharmos para tão grande mal, cumpre agora indagar algum tanto das causas donde se originou e porque se tem desenvolvido. Não há duvidar que a causa próxima e imediata é a aberração do entendimento.  


CAUSAS DO MODERNISMO

As remotas, reconhecemo-las duas: o amor de novidades e o orgulho. O amor de novidades basta por si só para explicar toda a sorte de erros. (…) E efectivamente, o orgulho faz os modernistas confiar tanto em si que se julgam e dão a si mesmos como regra dos outros. Por orgulho loucamente se gloriam de ser os únicos que possuem o saber, e dizem desvanecidos e inchados: ‘Nós cá não somos como os outros homens.’ E, de facto, para o não ser, abraçam e devaneiam toda a sorte de novidades, até das mais absurdas. Por orgulho repelem toda a submissão, e afirmam que a autoridade deve aliar-se com a liberdade.

(…) Seja portanto o vosso primeiro dever resistir a esses homens soberbos, ocupá-los nos trabalhos mais humildes e obscuros e postos na ínfima plana, para que tenham menor campo a prejudicar.

(…) Passando das causas morais às que se relacionam com a inteligência, surge sempre a ignorância. Todos os modernistas que pretendem ser ou parecer doutores na Igreja, exaltando em voz clamorosa a moderna filosofia e desdenhando a Escolástica, abraçaram a primeira, iludidos pelo seu falso brilho, porque, ao ignorarem completamente a segunda, careceram dos meios convenientes para reconhecerem a confusão das ideias e refutar os sofismas.


COMO ACTUAM OS MODERNISTAS

(...) Para conduzirem os espíritos ao erro, usam de dois meios: removem primeiro os obstáculos, e em seguida procuram com máxima cautela os ardis que lhes poderão servir, e põem-nos em prática, incessante e pacientemente.

Dentre os obstáculos, três principalmente se opõem aos seus esforços:

- O método escolástico de raciocinar;
- A autoridade dos Padres com a Tradição;
O Magistério eclesiástico.

Tudo isto é para eles objecto de uma luta encarniçada. Por isso, continuamente escarnecem e desprezam a filosofia e a teologia escolástica. 

(…) Quanto mais alguém mostra ousadia em destruir as coisas antigas, em rejeitar as tradições e o magistério eclesiástico, tanto mais encarecem a sua sabedoria; não só elogiam pública e encarecidamente, mas veneram como mártir quem quer por acaso for condenado pela Igreja.

(…) Procuram conseguir cátedras nos seminários e nas Universidades, para tornarem-se insensivelmente cadeiras de pestilência.


ONDE ESTÃO E QUEM SÃO OS MODERNISTAS

Vemo-los entre os leigos; vemo-los entre os sacerdotes; e, quem o diria? Vemo-los até no seio das famílias religiosas. Tratam a Escritura à maneira dos modernistas. Escrevendo sobre a história, divulgam cuidadosamente e com disfarçado prazer tudo o que pode desdourar e obscurecer a Igreja .

Guiados por um certo apriorismo, procuram sempre desfazer as piedosas tradições populares. Mostram desdenhar das sagradas relíquias, respeitáveis pela sua antiguidade. 

Enfim, vivem preocupados em fazer o mundo falar das suas pessoas; e sabem que isto não será possível, se disserem as mesmas coisas que sempre se disseram ao longos dos tempos.


 EXORTAÇÃO FINAL DO PAPA SÃO PIO X

Julgamos oportuno escrever-vos estas coisas, Veneráveis Irmãos, a bem da salvação de todos os fiéis.

Pedimos de coração a plenitude das luzes celestiais, afim de que, nesta época de tão grande perigo para as almas, devido aos erros que de toda parte se infiltram, descortineis o que deveis fazer e o executeis com todo o ardor e fortaleza.

Que vos assista com seu poder Jesus Cristo, autor e consumidor da fé; que vos assista com o seu socorro a Virgem Imaculada, destruidora de todas as heresias.”



 ORAÇÃO

Senhor, que, para defender a fé católica e instaurar todas as coisas em Cristo, enchestes de sabedoria divina e de fortaleza apostólica o papa São Pio X, concedei que, seguindo os seus ensinamentos e exemplos, alcancemos a recompensa eterna.
Por Cristo, Nosso Senhor.
Ámen.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Rosário - Destruidor das heresias


"As orações do Rosário, só por si mesmas e por serem próprias da Religião Católica, são uma confissão geral da verdadeira fé, com que também geralmente se confundem, refutam e degolam todas as seitas e heresias contrárias. 

Onde não há verdade não pode haver devoção. A devoção do Rosário excede facilmente todas as devoções, porque não só é solidamente verdadeira, mas destruidora de todos os erros.

Primeiramente no número e fundamento dos quinze mistérios, é muito digno de reparo que os primeiros treze sejam todos tirados do Evangelho, e os dois últimos mistérios, que são os da Assunção da Virgem, Senhora nossa, e os de Sua Coroação no trono da glória, não constam dos Evangelhos, nem de outra Escritura Sagrada, senão somente por tradição dos apóstolos e da Igreja.

Assim era necessário para a inteira e completa confissão da fé e detestação das heresias. Os hereges modernos negam a fé das tradições, e dizem que só se há de crer o que se lê nas Escrituras Sagradas.

 E como as verdades que cremos tanta autoridade têm pela Escritura como pela tradição, por isso os mistérios do Rosário se compuseram de umas e outras, condenando nesta católica composição a ímpia doutrina protestante de Lutero e dos seus quatro evangelistas, tão falsos como ele.

Defendamos a Fé, com o Rosário na boca, no coração e nas mãos, e com esta pública confissão da fé católica confundiremos e destruiremos as heresias passadas e as presentes, assim como a Virgem Santíssima destruiu e confundiu as presentes e as futuras.

Devemos nós trazer em público o Rosário, porque só ele basta para confissão da fé católica que professamos.

Que não faltemos jamais no santo exercício do Rosário, oferecendo-o a Deus e a Sua Santíssima Mãe, não só como tributo da nossa devoção e piedade, mas como afirmação pública da nossa fé."

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

" Eis o remédio contra o Mal! "


“Devemos estar preparados para passar por grandes provações num futuro não muito distante, provações essas que exigirão que estejamos prontos a dar as nossas vidas (...). 
O mais importante é estarmos preparados e fortes, confiados em Jesus Cristo e em Sua Mãe."

E tomando o Terço na mão:

 “Eis o remédio contra o Mal. 
Rezem! Rezem e não perguntem mais nada. 
Confiem tudo o mais a Nossa Senhora”.

(Papa João Paulo II)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"Ai, sei lá, é tão fixe bater no Papa..."

Duas jovens católicas a serem vaiadas pelos anti-católicos nas ruas de Madrid.

Confrontos entre os provocadores ("manifestantes") e a polícia que tenta manter a ordem.

Por Henrique Raposo:

"Em Madrid, um bando de tolerantes resolveu mostrar mais uma vez a sua intolerância em relação ao Papa e em relação aos católicos em geral. Com atitudes, vá, pouco educadas, os tolerantes provocaram deliberadamente os jovens católicos que invadiram Madrid. Faz sentido, sim senhora: estes jovens devem estar a preparar, às escondidas, uma nova Armada Invencível destinada a espalhar a inquisição pelos quatro cantos do mundo.

Os nossos queridos tolerantes dizem que as suas provocações (eles usam um eufemismo: manifs) são a guarda avançada da laicidade. Perdão? A laicidade não legitima manifestações públicas de intolerância, de ódio puro e visceral (aquela raiva até pinga). A laicidade não é esta demonstração de desprezo pelos padrecos e beatas. Laicidade é uma questão institucional, é viver num Estado não-religioso, é viver num país cujo governo é imune a um Ayatollah ou a um Richelieu. Ou seja, a laicidade remete para o Estado, e não para a sociedade. Problema? Os nossos tolerantestêm dificuldades em separar estes dois conceitos.

É por isso que não aceitam que, na sociedade, os grupos religiosos têm o direito a intervir, têm o direito às suas demonstrações públicas de fé. No fundo, a coisa tem uma explicação mui simples: os nossos tolerantes-que-não-tomam-banho-durante-uma-semana-porque-isso-é-cool-e-bom-para-o-ambiente não aceitam a mera visibilidade pública dos católicos. Na sua visão do mundo, os católicos deviam ser uma tribo clandestina, com o direito a missas em garagens ou assim .

E, já agora, o argumento do dinheiro público é patético. Uma visita do Papa custa dinheiro, sobretudo no lado da segurança? A sério? Bom, sendo assim, a Espanha também não pode receber Barack Obama, Sarkozy ou o Dalai Lama, e também não pode receber uma cimeira da UE, porque tudo isso implica gastar dinheiro público. É mais honesto dizer "eu não gosto destes católicos nojentos, e não os quero na minha cidade".

Para terminar, convém reparar nas indignações selectivas destes tolerantes. Durante todo o ano, chegam notícias preocupantes das comunidades muçulmanas. A homofobia e a misoginia são fortíssimas entre os muçulmanos europeus, mas estes tolerantes não abrem a boca sobre este assunto. Conclusão? Esta gente não está preocupada com a laicidade ou com a tolerância. Estes tolerantes são apenas os bons e velhos jacobinos, e odiar o catolicismo é a sua virtude."


sábado, 13 de agosto de 2011

Seja a rezar: "AVÉ, MARIA!"


Avé Maria, Cheia de Graça,

Que por nós passa dando alegria!

Nosso Senhor Convosco está

E a nós nos dá o Seu amor.

* * *

Rogai por nós os pecadores,

Das nossas dores ouvi a voz.

E na agonia, quando chegar,

Seja a rezar: “Avé, Maria!”

Seja a rezar: "Avé, Maria!”

* * *

Santa Maria, ó Mãe clemente!

Da nossa gente sois luz e guia.

Ao português, que a paz Vos pede,

Perdão concede mais uma vez!

Fonte

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Nossa Senhora chora pelo mundo!


Sob a direcção imediata da Irmã Lúcia, um artista esculpiu duas imagens, que correspondem o mais possível aos traços fisionómicos com que a Santíssima Virgem apareceu em Fátima. Ambas as imagens, chamadas "peregrinas", têm percorrido o mundo, conduzidas por sacerdotes e leigos. Uma delas foi levada recentemente [1972] a Nova Orleans. E ali verteu lágrimas.

O Pe. Romagosa, autor da crónica a que me referi, tinha ouvido falar dessas lacrimações pelo Pe. Joseph Breault, M. A. P., ao qual está confiada a condução da imagem. Entretanto, sentia ele muita relutância em admitir o milagre. Por isto, pediu ao outro sacerdote que o avisasse assim que o fenómeno começasse a acontecer.


O Pe. Breault, notando alguma humidade nos olhos da Virgem peregrina no dia 17 de Julho, telefonou ao Pe. Romagosa, o qual acorreu junto à imagem às 21h30, trazendo fotógrafos e jornalistas. De facto, notaram todos alguma humidade nos olhos da imagem, que foi logo fotografada. O Pe. Romagosa passou então o dedo pela superfície húmida, e recolheu assim uma gota de líquido, que também foi fotografada. Segundo o Pe. Breault, esta era a 13ª lacrimação a que ele assistia.

As 6:l5h da manhã seguinte, o Pe. Breault telefonou novamente ao Pe. Romagosa informando-o de que desde as 4 horas da manhã a imagem chorava. O Pe. Romagosa chegou pouco depois ao local, onde, diz ele, "vi uma abundância de líquido nos olhos da imagem, e uma gota grande de líquido na ponta do nariz da mesma". Foi essa gota, tão graciosamente pendente, que a fotografia divulgada pelos jornais mostrou ao nosso público.

O Pe. Romagosa acrescenta que vira "um movimento do líquido enquanto surgia lentamente da pálpebra inferior".

Mas ele queria eliminar dúvidas. Notara que a imagem tinha uma coroa fixada na cabeça por uma haste metálica. Ocorreu-lhe uma pergunta: "Não haveria sido introduzida, no orifício em que penetrava a haste, certa porção de líquido que depois escorrera até os olhos?"

Cessado o pranto, o Pe. Romagosa retirou a coroa da cabeça da imagem: a haste metálica estava inteiramente seca. Introduziu ele, então, no orifício respectivo, um arame revestido de papel especial, que absorveria forçosamente todo líquido que ali estivesse. Mas o papel saiu absolutamente seco.


Ainda não satisfeito com tal experiência, introduziu no orifício certa quantidade de líquido. Sem embargo, os olhos conservaram-se absolutamente secos. O Pe. Romagosa voltou então a imagem para o solo: todo o líquido colocado no orifício escorreu normalmente. Estava cabalmente provado que do orifício da cabeça - único existente na imagem - nenhuma filtração de líquido para os olhos, seria possível.
O Pe. Romagosa ajoelhou-se. Enfim ele acreditara.

O misterioso pranto mostra-nos a Virgem de Fátima a chorar sobre o mundo contemporâneo, como outrora Nosso Senhor chorou sobre Jerusalém. Lágrimas de afecto terníssimo, lágrimas de dor profunda, na previsão do castigo que virá.

Virá para os homens do século XXI, se não renunciarem à impiedade e à corrupção. Se não lutarem especialmente contra a autodemolição da Igreja, a maldita fumaça de Satanás, que no dizer do próprio Papa Paulo VI, penetrou no recinto sagrado.


Ainda é tempo, pois, de sustar o castigo!

Não é preferível - pergunto - ler hoje este artigo sobre a suave manifestação da profética melancolia da nossa Mãe do Céu, a suportar os dias de amargura trágica que, a não nos emendarmos, terão que vir?

Se vierem, tenho por lógico que haverá neles, pelo menos, uma misericórdia especial para os que, na sua vida pessoal, tenham tomado a sério o milagroso aviso de Maria.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

O apelo de Nossa Senhora à reza diária do Terço

VIRGEM MARIA

Qual terá sido o motivo por que Nossa Senhora nos mandou rezar o Terço todos os dias, e não mandou ir todos os dias assistir e tomar parte na Santa Missa?

Responde a Irmã Lúcia, Vidente de Fátima:

"Trata-se de uma pergunta que me tem sido feita muitas vezes, e à qual gostava de dar resposta agora. Certeza absoluta do porquê não a tenho, porque Nossa Senhora não o explicou e a mim também não me ocorreu de Lho perguntar. Digo, por isso, simplesmente o que me parece e me é dado compreender a este respeito. Na verdade, a interpretação do sentido da Mensagem deixo-a inteiramente livre à Santa Igreja, porque é a Ela que pertence e compete; por isso, humildemente e de boa vontade me submeto a tudo o que Ela disser e quiser corrigir, emendar ou declarar.

A respeito da pergunta acima feita, penso que Deus é Pai; e como Pai acomoda-se às necessidades e possibilidades dos Seus filhos. Ora, se Deus, por meio de Nossa Senhora, nos tivesse pedido para irmos todos os dias participar e comungar na Santa Missa, por certo haveria muitos a dizerem, com justo motivo, que não lhes era possível. Uns, por causa da distância que os separa da igreja mais próxima onde se celebra a Eucaristia; outros, porque não lho permitem as suas ocupações, os seus deveres de estado, o emprego, o seu estado de saúde, etc. Ao contrário, a oração do Terço é acessível a todos, pobres e ricos, sábios e ignorantes, grandes e pequenos.

Todas as pessoas de boa vontade podem e devem, diariamente, rezar o seu Terço. E para quê? Para nos pormos em contacto com Deus, agradecer os Seus benefícios e pedir-Lhe as graças de que temos necessidade. É a oração que nos leva ao encontro familiar com Deus, como o filho que vai ter com o seu pai para lhe agradecer os benefícios recebidos, tratar com ele os seus assuntos particulares, receber a sua orientação, a sua ajuda, o seu apoio e a sua bênção.

Dado que todos temos necessidade de orar, Deus pede-nos, digamos como medida diária, uma oração que está ao nosso alcance: a oração do Terço, que tanto se pode fazer em comum como em particular, tanto na igreja diante do Santíssimo como no lar em família ou a sós, tanto pelo caminho quando de viagem como num tranquilo passeio pelos campos. A mãe de família pode rezar enquanto embala o berço do filho pequenino ou trata do arranjo de casa. O nosso dia tem vinte e quatro horas... não será muito se reservarmos um quarto de hora para a vida espiritual, para a nossa relação íntima e familiar com Deus!

Por outro lado, eu creio que, depois da oração litúrgica do Santo Sacrifício da Missa, a oração do Santo Rosário ou o Terço, pela origem e sublimidade das orações que o compõem e pelos mistérios da Redenção que recordamos e meditamos em cada dezena, é a oração mais agradável que podemos oferecer a Deus e de maior proveito para as nossas almas. Se assim não fosse, Nossa Senhora não o teria recomendado com tanta insistência.

Ao dizer Rosário ou Terço, não quero significar que Deus necessite que contemos as vezes que Lhe dirigimos as nossas súplicas, os nossos louvores ou agradecimentos. Certamente Deus não precisa que os contemos: n'Ele tudo está presente! Mas nós precisamos de os contar, para termos a consciência viva e certa dos nossos actos e sabermos com clareza se temos ou não cumprido o que nos propusemos oferecer a Deus cada dia, para preservarmos e aumentar o nosso trato de directa convivência com Deus, e, por esse meio, conservarmos e aumentarmos em nós a fé, a esperança e a caridade.

Direi ainda que, mesmo aquelas pessoas que têm possibilidade de tomar parte diariamente na Santa Missa, não devem, por isso, descuidar-se de rezar diariamente o seu Terço. Bem entendido que o tempo apropriado para a oração do Terço não é aquele em que toma parte na Santa Missa. Para estas pessoas, a oração do Terço pode considerar-se uma preparação para melhor participarem da Eucaristia, ou então como uma acção de graças pelo dia afora.

Não sei bem, mas do pouco conhecimento que tenho do trato directo com as pessoas em geral, vejo que é muito limitado o número das almas verdadeiramente contemplativas que mantêm e conservam um trato de íntima familiaridade com Deus que as prepare dignamente para a recepção de Cristo, na Eucaristia. Assim, também para estas, se torna necessária a oração vocal, o mais possível meditada, ponderada e reflectida, como o deve ser o Terço.

Há muitas e belas orações que bem podem servir de preparação para receber Cristo na Eucaristia e para manter o nosso trato familiar de íntima união com Deus. Mas não me parece que encontremos alguma mais que se possa indicar e que melhor sirva para todos em geral, como a oração do Terço ou Rosário. Por exemplo, a oração da Liturgia das Horas é maravilhosa, mas não creio que possa ser acessível a todos, nem que alguns dos Salmos recitados possam ser bem compreendidos por todos em geral. É que requer uma certa instrução e preparação que a muitos não se pode pedir.

Talvez por todos estes motivos e outros que nós não conhecemos, Deus, que é Pai e compreende melhor do que nós as necessidades dos Seus filhos, quis pedir a reza diária do Terço condescendendo até ao nível simples e comum de todos nós para nos facilitar o caminho do acesso a Ele.

Enfim, tendo presente o que nos tem dito, sobre a oração do Rosário ou Terço, o Magistério da Igreja ao longo dos anos - alguma coisa vos recordarei mais adiante -, e o que Deus, por meio da Sua Mensagem, tanto nos recomenda, podemos pensar que aquela é a fórmula de oração vocal que a todos, em geral, mais nos convém, e da qual devemos ter sumo apreço e na qual devemos pôr o melhor empenho para nunca a deixar. Porque melhor do que ninguém, sabem Deus e Nossa Senhora aquilo que mais nos convém e de que temos mais necessidade. E será um meio poderoso para nos ajudar a conservar a fé, a esperança e a caridade.

Mesmo para as pessoas que não sabem ou não são capazes de recolher o espírito a meditar, o simples acto de tomar as contas na mão para rezar é já um lembrar-se de Deus, e o mencionar em cada dezena um mistério da vida de Cristo é já recordá-los, e esta recordação deixará acesa nas almas a terna luz da fé que sustenta a mecha que ainda fumega, não permitindo assim que se extinga de todo.

Pelo contrário, os que abandonam a oração do Terço e não tomam diariamente parte no Santo Sacrifício da Missa, nada têm que os sustente, acabando por se perderem no materialismo da vida terrena.

Assim, o Rosário ou Terço é a oração que Deus, por meio da Sua Igreja e de Nossa Senhora, nos tem recomendado com maior insistência para todos em geral, como caminho e porta de salvação: «Rezem o Terço todos os dias» (Nossa Senhora, 13 de Maio de 1917)."

Fonte: Blogue A Grande Guerra

domingo, 3 de julho de 2011

FALSAS LIBERDADES

"E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos tornará livres. Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida»" (Ev. São João 8:32 e 14:6)

* * *
- Se penso que ser livre é fazer o que me dá na real gana, sem me importar com o que outros pensam nem no escândalo que causo, especialmente aos mais jovens, pequeninos e inocentes;

- Se penso que ser livre é escolher entre ter um filho ou matá-lo antes de nascer, com o apoio do Estado, como se se livrasse de um tumor maligno (ups...para isto já não tenho tanto apoio do Estado como para matar um filho!);

- Se que penso que ser livre é ir contra a natureza e contra a dignidade humana e achar que uma mulher pode casar com outra, ou um homem com outro, ou um deles com o piriquito de estimação, com a ovelha do prado do vizinho, ou com o par de sapatos favoritos, não importa, desde que haja "amor" (sim entre aspas, sendo todos estes exemplos de um amor pervertido e não real);

- Se penso que ser livre é acordar um dia pela manhã, perceber que não gosto de ser homem e, em vez de ir ao psiquiatra, vou ao Registo Civil e mudo de sexo;

- Se penso que ser livre é utilizar caixas de Petri como se fossem úteros, destruindo os filhos em fase embrionária excedentários, através das leis actualmente desumanas de Procriação Medicamente Assistida...

... então não sou livre,

MAS ESCRAVO DO DEMÓNIO.

* * *

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA
SALVAI-NOS E SALVAI PORTUGAL!

sábado, 7 de maio de 2011

"Rezai o Terço todos os dias"


"Eu creio que, depois da oração litúrgica do Santo Sacrifício da Missa, a oração do Santo Rosário, pela origem e pela sublimidade das orações que o compõem e pelos Mistérios da Redenção que recordamos e meditamos em cada dezena, é a oração mais agradável que podemos oferecer a Deus e de maior proveito para as nossas almas. Se não fosse assim, Nossa Senhora não teria recomendado com tanta insistência".

(Irmã Lúcia)