quarta-feira, 19 de maio de 2010

Promoção do Homossexualismo: tentativa de reerguer as paredes calcinadas de Sodoma e Gomorra

A imprensa nacional e internacional tem noticiado tristes escândalos morais dados por membros do clero. Dentre tais escândalos sobressai, pela sua especial gravidade, o pecado da homossexualidade.

Ante tais fatos, é compreensível que o católico fique perplexo, mas ele não deve esmorecer na fé. Com efeito, a história eclesiástica prova que esses escândalos já se deram noutras épocas. E disto podemos tirar uma conclusão segura: a perenidade da promessa de Nosso Senhor de que protegerá a Santa Igreja -- "as portas do inferno não prevalecerão" --, apesar da má conduta de seus próprios ministros, que deveriam ser "o sal da terra e a luz do mundo".

Vejamos com que veemência um admirável Santo disseca a maldade de um vício, especialmente se praticado por eclesiásticos. Vício este de tal modo difundido em nossos dias, em que a sua prática até está a ser incentivada por lei em alguns países, entre os quais, desgraçadamente, Portugal. A nossa Pátria não ficou imune a esta ameaça, com a promulgação da pérfida "lei" dos "casamentos" homossexuais.

* * *

São Pedro Damião (+ 1072), Bispo e Doutor da Igreja, escreveu em 1051 seu Livro de Gomorra, que ofereceu ao Papa da época, São Leão IX. A obra era uma colaboração que prestava àquele Pontífice para ajudar a combater a incontinência dos clérigos. O livro de São Pedro Damião foi louvado por aquele Papa santo.

Eis as contundentes palavras de São Pedro Damião sobre o vício do homossexualismo:

"Este vício não é absolutamente comparável a nenhum outro, porque supera a todos em enormidade. Este vício produz, com efeito, a morte dos corpos e a destruição das almas. Polui a carne, extingue a luz da inteligência, expulsa o Espírito Santo do templo do coração do homem, nele introduzindo o diabo que é o instigador da luxúria, conduz ao erro, subtrai totalmente a verdade da alma enganada, prepara armadilhas para os que nele incorrem, obstrui o poço para que daí não saiam os que nele caem, abre-lhes o inferno, fecha-lhes a porta do Céu, torna herdeiro da infernal Babilónia aquele que era cidadão da celeste Jerusalém, transformando-o de estrela do céu em palha para o fogo eterno, arranca o membro da Igreja e o lança no voraz incêndio da geena ardente.

Tal vício busca destruir as muralhas da pátria celeste e tornar redivivos os muros da Sodoma calcinada. Ele, com efeito, viola a temperança, mata a pureza, jugula a castidade, trucida a virgindade, que é irrecuperável, com a espada da mais infame união. Tudo infecta, tudo macula, tudo polui, e tanto quanto está em si, nada deixa puro, nada alheio à imundície, nada limpo. Para os puros, como diz o Apóstolo, todas as coisas são puras; para os impuros e infiéis, nada é puro, mas estão contaminados o seu espírito e a sua consciência (Tit. I, 15).

Esse vício expulsa do coro da assembleia eclesiástica e obriga a unir-se com os energúmenos e com os que trabalham com o diabo, separa a alma de Deus para ligá-la aos demónios. Essa pestilentíssima rainha dos sodomitas torna os que obedecem as leis de sua tirania torpes aos homens e odiáveis a Deus, impõe nefanda guerra contra Deus e obriga a alistar-se na milícia do espírito perverso, separa do consórcio dos Anjos e, privando-a de sua nobreza, impinge à alma infeliz o jugo do seu próprio domínio. Despoja seus sequazes das armas das virtudes e os expõe, para que sejam trespassados, aos dardos de todos os vícios. Humilha na Igreja, condena no fórum, conspurca secretamente, desonra em público, rói a consciência como um verme, queima a carne como o fogo.

Arde a mísera carne com o furor da luxúria, treme a fria inteligência com o rancor da suspeita, e no peito do homem infeliz agita-se um caos como que infernal, sendo ele atormentado por tantos aguilhões da consciência quanto é torturado pelos suplícios das penas. Sim, tão logo a venenosíssima serpente tiver cravado os dentes na alma infeliz, imediatamente fica ela privada de sentidos, desprovida de memória, embota-se o gume de sua inteligência, esquece-se de Deus e até mesmo de si.

Com efeito, essa peste destrói os fundamentos da fé, desfibra as forças da esperança, dissipa os vínculos da caridade, aniquila a justiça, solapa a fortaleza, elimina a esperança, embota o gume da prudência.

E que mais direi, uma vez que ela expulsa do templo do coração humano toda a força das virtudes e aí introduz, como que arrancando as trancas das portas, toda a barbárie dos vícios?

Com efeito, aquele a quem essa atrocíssima besta tenha engolido, entre suas fauces cruentas, impede-lhe, com o peso de suas correntes, a prática de todas as boas obras, precipitando-a em todos os despenhadeiros de sua péssima maldade. Assim, tão logo alguém tenha caído nesse abismo de extrema perdição, torna-se um desterrado da pátria celeste, separa-se do Corpo de Cristo, é confundido pela autoridade de toda a Igreja, condenado pelo juízo de todos os Santos Padres, desprezado entre os homens na terra, reprovado pela sociedade dos cidadãos do Céu, cria para si uma terra de ferro e um céu de bronze, De um lado, não consegue levantar-se, agravado que está pelo peso do seu crime; de outro, não consegue mais ocultar seu mal no esconderijo da ignorância, não pode ser feliz enquanto vive, nem ter esperança quando morre, porque, agora, é obrigado a sofrer o opróbrio da derrisão dos homens e, depois, o tormento da condenação eterna" (Liber Gomorrhianus, c. XVI, in Migne, Patristica Latina 175-177).

São Pedro Damião

Fonte: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=D2EE3F53-3048-560B-1C513D95099D4B7D&mes=Fevereiro1997

terça-feira, 18 de maio de 2010

Protesto contra a promulgação do diploma do "casamento" homossexual

Via blog "O Inimputável",


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Excelentíssimo Senhor Presidente da República


Depois de ter indeferido a petição para a realização de um referendo com cerca de cem mil assinaturas, a Assembleia da República aprovou, sem ser por unanimidade, no passado mês de Fevereiro, uma lei que permite o casamento civil entre dois homens ou entre duas mulheres.

Como o Senhor Presidente da República leu na sua declaração, é de lamentar que não se tenham evitado naquele processo legislativo, clivagens desnecessárias na sociedade portuguesa face à grave crise que o País atravessa. Mas, valha a verdade, também como constatou o Presidente da República, as forças partidárias que aprovaram o referido diploma não estão minimamente preocupadas com a conflitualidade social. Aliás, a chave de todo este miserável imbróglio está aí: é que a visão que do mundo têm essas forças partidárias é definitivamente dialéctico e conflitual.

O Senhor Presidente da República evocou a crise económica para não fazer uso do veto, porém antes de ser económica, a crise que Portugal atravessa é uma profundíssima crise de valores e de convicções. Depois da visita recente do Santo Padre ao nosso país, onde se escutaram palavras em defesa da vida humana e da família, fundada sobre o matrimónio indissolúvel de um homem com uma mulher, os católicos portugueses sentem-se traídos com a promulgação desta lei, tal como já haviam sido traídos com a promulgação por V. Exa. da lei do aborto. Portanto, com mais esta promulgação, o Presidente da República tornou-se mais do que coadjutor, tornou-se cúmplice, o que o há-de amarrar à história com algemas muito pesadas.

Não há uma ética da responsabilidade por oposição a uma ética de convicção pessoal. Há ética, que é como a verdade: não tem relativos. Deste modo, os actos políticos devem ser baseados em convicções ideológicas, dando primazia ao bem comum, e nunca em prognósticos de derrota antecipada, como foi o caso. Hoje perde-se, amanhã ganha-se. Porém, neste caso, V. Exa. escolheu a rendição, criando uma derrota desonrosa, irresponsável, uma profunda desilusão e, acima de tudo, uma ferida aberta no coração de muitos milhares de portugueses.

Finalmente, mais do que uma derrota de alguns , a promulgação da lei que permite o casamento civil entre dois homens e entre duas mulheres, foi um desrespeito com as raízes morais do povo português e uma negação do poder constitucional do Presidente da República.

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Copiar texto e colar na seguinte página da Presidência da República:

http://www.presidencia.pt/?action=3

Mostremos o nosso descontentamento e indignação face a esta grave ofensa a Deus, a Portugal e aos Portugueses.

Por Portugal!

A Promulgação do Pecado ou a Vergonha Portuguesa

"As iniciativas que visam tutelar os valores essenciais e primários da vida, desde a sua concepção, e da família, fundada sobre o matrimónio indissolúvel de um homem com uma mulher, ajudam a responder a alguns dos mais insidiosos e perigosos desafios que hoje se colocam ao bem comum."

(Papa Bento XVI, 13 de Maio de 2010)



Ditadura Gay


Faço uma interrupção no luto que vivo pela indecência que se instalou em Portugal, um dia depois do trágico dia 17 de Maio de 2010, apenas comparável a outro trágico dia: o de 11 de Fevereiro de 2007.

Ontem foi promulgada em Portugal a absurda e insultuosa lei que legaliza os emparelhamentos homossexuais, chamando-os de "casamento".

Fica assim instaurada a imoralidade e perversidade em Portugal...

Interrompo o meu luto para reproduzir e subscrever as palavras do Pe. Nuno Serras Pereira que, como muitos outros, entre os quais eu, não vêem motivos para festejos, pois não se festeja a morte nem o mal.

PORTUGAL NÃO AGRADECE!

Com a devida vénia ao Pe. Nuno, incansável na proclamação da Verdade:

"Não há nenhuma dúvida que quer a Doutrina Católica quer a Lei Moral Natural reconhecem e anunciam que os actos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente perversos e depravados; e que a legalização do pseudo-casamento entre pessoas do mesmo sexo ou de “uniões civis”, como as que existem em França e em Inglaterra, por exemplo, constitui uma grave injustiça e uma cooperação formal com o pecado mortal praticado ao abrigo dessa “lei”, tornando a pessoa que legisla ou promulga tal absurdo, moralmente responsável de todo o mal que dela derivar.

Há preceitos que são absolutos morais e que por isso obrigam sempre, sem excepção alguma, em toda e qualquer circunstância, e que, por isso mesmo, não são negociáveis. Tal é o caso em apreço. E não é verdade que no caso de vetar a “lei” ela passaria de qualquer maneira, porque o Presidente pode dissolver a assembleia da república e pode também renunciar ao mandato.

Ao promulgar a “lei” iníqua do falsamente denominado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo o Presidente da República, que se proclama católico praticante, comete um gravíssimo pecado que gera uma “grande perseguição” à Igreja. Não só pelo seu pecado em si, mas também por todos os efeitos funestos que dessa “legislação” derivarão.

Talvez o político consiga enredar as multidões como Lenine, Hitler, Mussolini ou Obama mas um dia, brevemente, terá de responder diante do Supremo Juiz, prestando rigorosas contas dos imensos crimes por que foi responsável."

Nuno Serras Pereira

17. 05. 2010

* * *

Mãe Castíssima, rogai por nós!

Virgem Santíssima, salvai-nos e salvai Portugal!

Fonte: http://jesus-logos.blogspot.com/

segunda-feira, 17 de maio de 2010

DE LUTO POR PORTUGAL!

Envergonhado, a partir de agora posso dizer, não antes de uma náusea, que, no MEU PORTUGAL, duas pessoas do mesmo sexo podem EMPARELHAR-SE e serem chamados de casal.


Este blog está de luto pelo Portugal que sempre teve dignidade.
Pela honra que a Pátria sempre teve.
Pelo CASAMENTO único e verdadeiro entre HOMEM E MULHER que hoje vai a enterrar.

De luto, num dia em que choram os sérios e riem-se os indecentes.

Adeus, Portugal.

Até à reconquista dos Valores que sempre te caracterizaram!

Até breve! Até à nova Cristandade que desponta, no meio da lama e do lixo social em que te enterraram.

Cavaco pronuncia-se hoje sobre o emparelhamento (que querem chamar de "casamento") homossexual.

"Exprimo profundo apreço a todas aquelas iniciativas sociais e pastorais que procuram lutar contra os mecanismos sócio-económicos e culturais que levam ao aborto (...), às iniciativas que visam tutelar os valores essenciais e primários da vida, desde a sua concepção, e da família, fundada sobre o matrimónio indissolúvel de um homem com uma mulher, ajudam a responder a alguns dos mais insidiosos e perigosos desafios que hoje se colocam ao bem comum."

(ENCONTRO COM AS ORGANIZAÇÕES DA PASTORAL SOCIAL,

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI,

em Fátima, a13 de Maio de 2010)


* * *

O Presidente da República, Cavaco Silva, anunciará esta noite, por volta das 20h15, no Palácio de Belém, se veta ou promulga a diabólica lei que permite o emparelhamento homossexual, chamado de "casamento" entre duas pessoas do mesmo sexo.

Aguardemos, confiando no bom-senso, inteligência, decência e consciência do Presidente da República, e confiando na maternal protecção da Santíssima Virgem, Rainha de Portugal.

Mãe Castíssima, rogai por nós e velai por Portugal!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

OBRIGADO SANTO PADRE!

OBRIGADO, SANTO PADRE!



VIVA O PAPA BENTO XVI!
VIVA A SANTA IGREJA CATÓLICA, APOSTÓLICA E ROMANA!

* * *
Senhor Presidente da República,
Ilustres Autoridades,
Amados Irmãos no Episcopado
Queridos amigos,

"No termo da minha visita, repassa no meu espírito a densidade de tantos momentos vividos nesta peregrinação a Portugal. Levo guardada na alma a cordialidade do vosso acolhimento afectuoso, a forma tão calorosa e espontânea como se cimentaram os laços de comunhão com os grupos humanos com quem pude contactar, o empenhamento que significou a preparação e a realização do programa pastoral planeado.

Neste momento da despedida, exprimo a todos a minha sincera gratidão: ao Senhor Presidente da República, que me honrou com a sua presença desde que cheguei até aqui, aos meus irmãos Bispos com quem renovei a profunda união no serviço do Reino de Cristo, ao Governo e a todas as autoridades civis e militares, que se desdobraram em visível dedicação ao longo de toda a viagem. Bem hajam! Os meios de comunicação social permitiram-me chegar a muitas pessoas a quem não era possível contactar na proximidade. Também lhes estou muito grato.

Para todos os portugueses, fiéis católicos ou não, aos homens e mulheres que aqui vivem, mesmo sem aqui terem nascido, vai a minha saudação na hora da despedida. Não cesse entre vós de crescer a concórdia, essencial para uma sólida coesão, caminho necessário para enfrentar com responsabilidade comum os desafios com que vos debateis. Continue esta gloriosa Nação a manifestar a grandeza de alma, profundo sentido de Deus, abertura solidária, pautada por princípios e valores bebidos no humanismo cristão. Em Fátima, rezei pelo mundo inteiro pedindo que o futuro traga maior fraternidade e solidariedade, um maior respeito recíproco e uma renovada confiança e confidência em Deus, nosso Pai que está nos céus.

Foi uma alegria para mim ser testemunha da fé e devoção da comunidade eclesial portuguesa. Pude verificar a energia entusiasta das crianças e dos jovens, a adesão fiel dos presbíteros, diáconos e religiosos, a dedicação pastoral dos bispos, a procura livre da verdade e da beleza patente no mundo da cultura, a criatividade dos agentes de pastoral social, a vibração da fé dos fiéis nas dioceses que visitei. O meu desejo é que a minha visita se torne incentivo para um renovado impulso espiritual e apostólico. Que o Evangelho seja acolhido na sua integridade e testemunhado com paixão por todos os discípulos de Cristo, a fim de que se revele como fermento de autêntica renovação de toda a sociedade!

Desça sobre Portugal e todos os seus filhos e filhas a minha Bênção Apostólica, portadora de esperança, de paz e de coragem, que imploro de Deus pela intercessão de Nossa Senhora de Fátima, a quem manifestais tanta confiança e firme amor. Continuemos a caminhar na esperança! Adeus!"

Salvé, Maria Santíssima!

Salvé, Rainha de Portugal!


Salve Regina, Mater misericordiae,
Vita, dulcedo et spes nostra salve.
Ad te clamamus exsules filii Hevae.
Ad te suspiramus, gementes et flentes,
in hac lacrimarum valle.
Eia ergo advocata nostra,
illos tuos misericordes oculos ad nos converte.
Et Jesum benedictum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsilium ostende.
O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A missão profética de Fátima não está concluída.

"Que depois, há 93 anos, o Céu se abrisse precisamente sobre Portugal – como uma janela de esperança que Deus abre quando o homem lhe fecha a porta – para reatar, no seio da família humana, os laços da solidariedade fraterna assente no mútuo reconhecimento de um só e mesmo Pai, trata-se de um amoroso desígnio de Deus; não dependeu do Papa nem de qualquer outra autoridade eclesial: «Não foi a Igreja que impôs Fátima – diria o Cardeal Manuel Cerejeira, de veneranda memória –, mas Fátima que se impôs à Igreja»."

(Do discurso feito pelo Santo Padre na sua chegada a Portugal, a 11 de Maio de 2010)



"«A linhagem do povo de Deus será conhecida […] como linhagem que o Senhor abençoou» (Is 61, 9) com uma esperança inabalável e que frutifica num amor que se sacrifica pelos outros, mas não sacrifica os outros; antes – como ouvimos na segunda leitura – «tudo desculpa, tudo acredita, tudo espera, tudo suporta» (1 Cor 13, 7). Exemplo e estímulo são os Pastorinhos, que fizeram da sua vida uma doação a Deus e uma partilha com os outros por amor de Deus. Nossa Senhora ajudou-os a abrir o coração à universalidade do amor. De modo particular, a beata Jacinta mostrava-se incansável na partilha com os pobres e no sacrifício pela conversão dos pecadores. Só com este amor de fraternidade e partilha construiremos a civilização do Amor e da Paz.

Iludir-se-ia quem pensasse que a missão profética de Fátima esteja concluída. Aqui revive aquele desígnio de Deus que interpela a humanidade desde os seus primórdios: «Onde está Abel, teu irmão? […] A voz do sangue do teu irmão clama da terra até Mim» (Gn 4, 9). O homem pôde despoletar um ciclo de morte e terror, mas não consegue interrompê-lo… Na Sagrada Escritura, é frequente aparecer Deus à procura de justos para salvar a cidade humana e o mesmo faz aqui, em Fátima, quando Nossa Senhora pergunta: «Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele mesmo é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?» (Memórias da Irmã Lúcia, I, 162).

Com a família humana pronta a sacrificar os seus laços mais sagrados no altar de mesquinhos egoísmos de nação, raça, ideologia, grupo, indivíduo, veio do Céu a nossa bendita Mãe oferecendo-Se para transplantar no coração de quantos se Lhe entregam o Amor de Deus que arde no seu. Então eram só três, cujo exemplo de vida irradiou e se multiplicou em grupos sem conta por toda a superfície da terra, nomeadamente à passagem da Virgem Peregrina, que se votaram à causa da solidariedade fraterna. Possam os sete anos que nos separam do centenário das Aparições apressar o anunciado triunfo do Coração Imaculado de Maria para glória da Santíssima Trindade."

(EXCERTO DA HOMILIA DO PAPA BENTO XVI, EM FÁTIMA, A 13 DE MAIO DE 2010)

* NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA *

Salvai-nos e Salvai Portugal!
Mãe da Igreja, abençoai e protegei o Santo Padre!

A treze de Maio
Na Cova da Iria,
Apareceu brilhando
A Virgem Maria.

Avé, Avé, Avé Maria!

Avé, Avé, Avé Maria!

A Virgem Maria
Cercada de luz,
Nossa Mãe bendita
E Mãe de Jesus.

Foi aos pastorinhos,
Que a Virgem falou,
Desde então nas almas,
Nova luz brilhou.

Com doces palavras,
Mandou-nos rezar,
A Virgem Maria,
Para nos salvar.

Mas jamais esqueçam,
Nossos corações,
Que nos fez a Virgem,
Determinações.

Falou contra o luxo,
Contra o impudor,
De modestas modas,
De uso pecador.

Disse que a pureza,
Agrada a Jesus,
Disse que a luxúria,
Ao fogo conduz.

A treze de Outubro,
Foi o seu adeus,
E a Virgem Maria,
Voltou para os céus.

À Pátria que é vossa,
Senhora dos Céus,
Dai honra, alegria
E a graça de Deus.

À Virgem bendita,
Cante seu louvor,
Toda a nossa terra,
Um hino de amor.

Todo o mundo A louve,
Para se salvar,
Desde o vale ao monte,
Desde o monte ao mar.

Ah! Demos-Lhe graças,
Por nos dar seu bem,
À Virgem Maria,
Nossa querida Mãe!

E para pagarmos,
Tal graça e favor,
Tenham nossas almas,
Só bondade e amor.

Avé, Virgem Santa,
Estrela que nos guia,
Avé, Mãe da Pátria.
Oh! Virgem Maria!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Rezemos o Terço com o Santo Padre, na Capelinha das Aparições.

* Ave Maria! *


Ave Maria, gratia plena
Dominus tecum
Benedicta tu in mulieribus
Et benedictus fructus ventris tui Jesus.
Sancta Maria, Mater Dei,
Ora pro nobis peccatoribus
Nunc et in hora mortis nostrae
Amen.

* * *

Sobre os braços da azinheira
Tu vieste ó mãe clemente
Visitar a lusa gente
de quem és a padroeira!

Ave! Ave! Ave Mãe celestial
Ave! Ave! Ave canta Portugal!

Foi na Cova da Iria
quando o terço Te rezavam,
quando os sinos convidavam
a orar era meio dia.

Que descestes lá dos céus
a falar aos pastorinhos,
inocentes pobrezinhos,
Mãe dos homens, Mãe de Deus.

Penitência e oração
se fizesse lhes pedias,
do rosário que trazíeis
mais pediste a devoção.

Seja, pois, o Santo Terço
do céu querida oração,
terna e viva devoção
que Te oferte o luso berço.


Com o Santo Padre Bento XVI, na Capelinha das Aparições, saudemos a Virgem Santíssima!

Aqui vimos, Mãe querida,
Consagrar-Te o nosso amor.


Bendizemos o Teu nome
Mãe do Céu, Virgem Maria,
Bendizemos à porfia
O Teu Filho Salvador.
*
Esmagaste ó Virgem Santa,
Toda Bela e Imaculada,
A cabeça envenenada
Do dragão enganador!
*
Todo o mundo, ó Mãe bendita,
Cheio está de Tuas glórias,
De perpétuas memórias
E Teu nome e Teu louvor.
*
Advogada poderosa,
O Universo em Ti confia
Porque és Tu refúgio e guia
Para o justo e pecador.
*
És conforto dos aflitos,
És das graças dispenseira
És da paz Medianeira
Nossa esp'rança e nosso amor!

* * *
Nós Te cantamos e aclamamos, Maria!
Nós Te louvamos e bendizemos, Maria!

Mãe de Jesus, Mãe da Igreja,
Porta do Céu, nossa Esperança!

Causa da nossa alegria,
Refúgio dos pecadores!

És a Rainha da Paz,
Rainha de Portugal!

Com o Santo Padre e com os peregrinos de Fátima, cantemos à Virgem Maria!

Cantemos à Virgem,
Que os passos nos guia:
Salve, Rainha!
Salve, Rainha!
Avé Maria!


* * *
Senhora, um dia descestes
Á terra que em vós confia:
Descestes à Serra de Aire,
Em plena Cova da Iria.

Salvé Regina! Salvé Regina!
Obra pro nobis, Maria!

Nas mãos trazíeis o terço,
Que pende da vossa imagem:
Na fronte uma estrela de ouro,
Nos lábios doce mensagem.

Falando a três pastorinhos
De cima de uma azinheira
Pregastes a penitência
Aos povos da terra inteira.

Pediste que nos uníssemos
Em oração e concórdia,
Com pena dos pecadores,
Ó Mãe de misericórdia.

Olhai ó Virgem do Céu
O mundo que pede luz.
Bendita sejais, Senhora!
Bendito seja Jesus.

* * *

Por Cristo, em Cristo,
Que o mundo abraça,
Salvai o mundo,
Que em Vós confia!

Avé Maria, cheia de Graça!
Avé Maria! Avé Maria!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Segredo de Fátima não é apenas do passado!

»"Além desta grande visão do sofrimento do Papa [na terceira parte do Segredo de Fátima], que podemos em suma referir a João Paulo II, são indicadas realidades do futuro da Igreja que pouco a pouco se desenvolvem e se mostram. (...) O importante é que a mensagem, a resposta de Fátima, basicamente, não trata de situações particulares, mas da resposta fundamental que é a conversão permanente, penitência, oração e as virtudes cardeais, fé, esperança, caridade. (...) Hoje nós vemos de modo realmente aterrorizador que a maior perseguição à Igreja não vem dos inimigos externos, mas nasce do pecado na Igreja."

(Papa Bento XVI, a bordo do avião na viagem de Roma para Lisboa, a 11 de Maio de 2010)


Muito rapidamente....

Que Nosso Senhor conceda coragem ao Santo Padre para divulgar NA ÍNTEGRA o que falta à Mensagem de Fátima!

Nossa Senhora, no Segredo, falou da salvação das almas - com a visão do Inferno e com as suas palavras.

Falou nas nações - a Rússia, os erros que dela viriam (ou ainda virão) caso não fosse consagrada publica e oficialmente ao Seu Coração Imaculado.

Falou, enfim, de... um atentado ao Papa (??).

É uma coisa gravíssima, um atentado, um ataque à própria Igreja, na pessoa do Santo Padre, neste caso o Papa João Paulo II. Mas, no enquadramento da Mensagem, fala-se das almas, das nações...não seria de esperar que, por lógica, Nossa Senhora proferisse algumas palavras sobre a Igreja?

Tanta pergunta que ficou por responder...

Porquê a data de 1960, tantas vezes referida pela Irmã Lúcia como a data para se poder revelar o Segredo? E porque essa data foi ignorada pelo Papa João XXIII, que se recusou a divulgá-lo? Estragaria, o Segredo, algo de "muito bom" que o mesmo Papa teria para a anunciar ao mundo por volta dessa data?

Porquê o silêncio de Maria Santíssima, enquanto a visão se desenrolava aos olhos dos Pastorinhos, quando anteriormente a Senhora explicou tudo o que dizia e o que lhes era mostrado? Haverá concerteza palavras da Virgem Santíssima que não foram reveladas... Porquê?

A segunda parte do Segredo acaba com a frase "Em Portugal, conservar-se-á sempre o dogma da Fé...etc". Acabaria, a Virgem Santíssima, uma frase com um "etc", sem mais explicações, para de repente mostrar apenas um quadro de um Papa a sofrer, a ser morto quando chega à Cruz, no cimo de uma montanha, juntamente com outras pessoas?

O 3º Segredo trata da Igreja, portanto. Da crise na Igreja. Da crise de Fé. O Santo Padre hoje o disse, nas entrelinhas!

E a Igreja terá muito que sofrer, assim como o Santo Padre, pela defesa da Verdade. E será um grande bem feito às almas quando se revelar abertamente ao mundo o que falta.

O Segredo trata do pecado NA Igreja (e não DA Igreja, como se lê por aí...). Tenho para mim que não se trata só do pecado de pedofilia, mas de tantos outros pecados, principalmente os pecados contra a Fé. Por aí se percebe a referência, no final da segunda parte do Segredo, à conservação do dogma da Fé no nosso país.

E por aí se percebe, também, o porquê de 1960...

* * *

Santo Padre, coragem! Seja o Senhor Jesus a Vossa luz, o Vosso guia, o Vosso consolo!
Seja Maria, Virgem Santíssima, a Vossa Protectora!

BEM-VINDO, SANTO PADRE!

Bem-vindo, Pastor universal!
Santo Padre, bem-vindo a Portugal!


A Nação Portuguesa saúda-vos, ó Doce Cristo na Terra!

Longa vida a Vossa Santidade, rocha firme da Santa Igreja!

Salvé, Guardião da Fé!

Salvé, Pastor da Santa Igreja!

Salvé, Santo Padre!



* * *



"Tu es Petrus,

et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam.

Et portæ inferi non prævalebunt adversus eam.

Et tibi dabo claves regni cælorum."

(Matthaeum 16, 18-19)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Muitos dos protestos contra o Papa afinal não se vão realizar!

O Doce Cristo na Terra!
(Santa Catarina de Sena)


"Em Portugal conservar-se-á sempre o dogma da Fé"
(Nossa Senhora, em Fátima, a 13 de Julho de 1917)

Ler aqui: http://www.publico.pt/papaemportugal/Noticia/muitos-dos-protestos-contra-o-papa-afinal-nao-se-realizam_1435130

Pois é... Recuam os inimigos de Deus e da Santa Igreja.

"Quem como Deus?"

Se antes muitos gritavam e bradavam contra o Santo Padre, contra a visita, divulgando iniciativas contra a sua presença no nosso país e tentavam organizar protestos contra a Doutrina da Igreja defendida corajosamente pelo nosso Santo Padre Bento XVI, agora, a uma semana da sua chegada a Portugal, recuam e anulam as suas maliciosas intenções.

Atrevo-me a dizer, sem dúvidas, que este é um fruto mais que visível da eficácia e da força da oração! Mas não desistamos! Estamos longe do fim nesta luta contra o Mal.

Bem-haja a todos que rezaram e continuam a rezar pelo Papa, pelo êxito da sua viagem a Portugal e pelas necessidades da Santa Igreja!

VIVA O SANTO PADRE BENTO XVI!

VIVA A SANTA IGREJA CATÓLICA, APOSTÓLICA E ROMANA!

* * *
+ Maria, Mãe da Igreja, abençoai e protegei o nosso Santo Padre Bento XVI!
+ São Pedro e São Paulo, rogai por ele!

sábado, 1 de maio de 2010

Mês de Maria * Salvé, Mãe Santíssima *

Avé, ó Cheia de Graça, o Senhor é contigo!
Bendita és Tu entre as mulheres e bendito é o fruto do Teu ventre!



Saudação à Virgem Maria (S. Francisco de Assis)

Salve, ó Senhora Santa, Rainha Santíssima,
Mãe de Deus, ó Maria, que sois Virgem feita igreja,
eleita pelo Santíssimo Pai celestial,
que vós consagrou por seu Santíssimo e
dilecto Filho e o Espírito Santo Paráclito.
Em vós residiu e reside toda plenitude da graça e todo o bem.
Salve, ó palácio do Senhor!
Salve, ó tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor!
Salve, ó manto do Senhor!
Salve, ó serva do Senhor!
Salve, ó mãe do Senhor!
E salve vós todas, ó santas virtudes derramadas,
pela graça e iluminação do Espírito Santo,
nos corações dos fiéis, transformando-os de infiéis
em fiéis servos de Deus!
Amen.

* * *
Se um dia, um Anjo declarou
Que Tu eras Cheia de Graça,
Agora penso quem sou eu
Para não Te dizer também:
"Avé, Cheia da Graça, ó Maria!"

A Tua Palavra ensinou
Que todos vão concordar
E as gerações te proclamar
"Bem-Aventurada, Ó Maria"!

Não há com que se comparar,
Perfeito é quem Te criou
E o Criador Te coroou
Nossa Rainha, ó Maria!

Salvé, Rainha Santíssima,
Soberana dos Céus e da Terra!
Salvé, ó Maria, Rainha de Portugal!

* * *
Mãe Puríssima, rogai por nós!

Nossa Senhora do Rosário de Fátima, salvai-nos e salvai Portugal!
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