terça-feira, 26 de outubro de 2010

URGENTE DIVULGAR E ASSINAR! CONTRA A (DES)EDUCAÇÃO SEXUAL


ENVIAR PARA:

Governo Civil de Lisboa: info@gov-civil-lisboa.pt;
Câmara Municipal de Lisboa: geral@cm-lisboa.pt;
Presidência da República:belem@presidencia.pt;
Ministério da Educação: misi@misi.min-edu.pt

PROTESTO

Exmos. Senhores,

A Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica (Ciência Viva), sob o alto patrocínio do FINIBANCO, trouxe ao PAVILHÃO DO CONHECIMENTO (Parque das Nações, Lisboa) o tema do sexo sob o formato de uma instalação/exposição inter-activa temporária (até Agosto de 2011).
Segundo os media, a mostra destina-se especialmente a crianças e jovens dos 9 aos 14 anos, sendo concebida como um enorme desenho animado em vista de uma aproximação supostamente mais descontraída a esta temática.

O tema forte, como o nome indica, é o sexo e tudo o que anda ligado com ele: os órgãos genitais e o seu funcionamento, os óvulos e os espermatozóides, as grandes mudanças que ocorrem na puberdade, os contraceptivos e o seu funcionamento.

O espaço da exposição encontra-se dividido em diferentes áreas temáticas em que as transformações da puberdade, as relações sexuais, a reprodução, os contraceptivos e os bebés dão lugar a uma série de maquinetas, jogos, painéis com desenhos e filmes que abordam todas essas questões.
Foi confirmada a presença de várias crianças no local com idades inferiores a 9 anos, visto não haver qualquer controlo de entradas, sendo certo que o tratamento das matérias versadas não é sequer adequado para jovens de 14 anos, quanto mais crianças de 9 anos.

Assim, por exemplo, não faz nenhum sentido falar a crianças daquela idade sobre o preservativo e o seu modo de uso ou sobre como beijar na boca.

Nalguns dos textos é proposta linguagem perfeitamente vulgar e desajustada (calão). Por exemplo, "linguado", para referenciar o beijo na boca.

São exibidos (numa exposição para crianças sem controlo de idade no acesso) excertos de filmes classificados para maiores de 18 anos, com imagens explícitas de cenas homossexuais.

O sexo é apresentado como algo desligado do afecto e como uma concretização de impulsos primários, como se a vivência da sexualidade nos humanos não se distinguisse, no essencial, da sexualidade animal.

Há uma clara aceitação da precocidade no início da vida sexual. Tanto fará que ela se inicie aos 18 ou aos 8 anos de idade, dependendo apenas das pessoas, da sua vontade e (pasme-se) da sua percepção de que se sente preparada: (sic) "Faz-se sexo pela primeira vez em idades diferentes, dependendo das pessoas. Independentemente da idade, é quando temos vontade e nos sentimos preparados, e cada um tem o seu ritmo!".

É feita a aberrante promoção da chamada “pílula do dia seguinte”, um expediente que visa impedir a nidação, o que faz com que na sua utilização um novo ser humano, se já concebido, vá morrer de fome.
Neste último caso a mensagem surge através de um visionamento interactivo onde é dito claramente que pode ser usada para evitar a gravidez, mesmo por adolescentes, sem qualquer rigor científico e sem avisar do risco de efeitos secundários.

Aquilo que se presume que esteja por detrás do espírito dos organizadores da exposição é a promoção de um processo completo de desenvolvimento humano que vai mais além da simples genitalidade ou da sexofilia.
Estranhamente, porém, não é feita ao longo do espaço da exposição qualquer menção ao auto-controlo, nem tão-pouco à educação do desejo, apesar de sabermos que é precisamente na educação do desejo que nasce uma sexualidade madura e responsável.

Perante esta lacuna, fica-se com a sensação de que os promotores da exposição entendem que a educação sexual se confunde com informação - mostrando ignorar a abundante evidência científica sobre a matéria - e que o exercício da liberdade na sexualidade não deve passar pelo domínio dos impulsos sexuais.
Desvalorizar este aspecto é promover uma sexualidade superficial, promíscua e sem pensamento, o que constitui uma omissão muito grave no referido contexto, não tem qualquer fundamento científico e revela uma grande insensatez.

Finalmente, a exposição não contempla por nenhum modo um aspecto da maior relevância: a parentalidade e a dimensão cultural e religiosa da sexualidade.

É que uma educação sexual verdadeira e séria tem de atender obrigatoriamente aos Pais das crianças e jovens e respeitar as suas convicções éticas, morais e religiosas.

Ora, na mostra em causa a família é totalmente ignorada e, portanto, é inteiramente secundarizada, o que se afigura inaceitável.

Numa zona determinada da exposição, com efeito, existe um canto vedado a adultos onde as crianças recebem a informação/formação de que a sexualidade é algo só deles e que os pais não têm o direito de se intrometerem (!).
Dado todo o exposto, e tendo em conta, designadamente, (i) a abordagem ideológica proposta, o conteúdo especifico e a linguagem da exposição, e bem assim, (ii) o acesso universal, irrestrito e não controlado de crianças e jovens à mesma, reputa-se que é dessa forma colocado em perigo muito grave o seu equilíbrio emocional, saúde, segurança, formação, educação e desenvolvimento, sem que os pais ou os representantes legais se lhes possam opor de modo adequado a remover essa situação (por exemplo, se as visitas forem de acesso irrestrito ou se se trata de visitas escolares e sem requisição do consentimento paternal informado)

TERMOS EM QUE SE LAVRA O PRESENTE PROTESTO E REQUER LEGALMENTE (cf. Lei n.º 147/99, de 1 de Setembro, art.1.ª, 2.º e 3.º):

A urgente intervenção de quem de direito para promoção dos direitos e protecção da criança e do jovem assim colocados em situação de perigo, designadamente para impor:
1. A imediata introdução de uma idade mínima de acesso à exposição.
2. A obrigatoriedade de um consentimento informado, prévio, escrito, dos pais ou dos representantes legais das crianças e jovens em causa, para o efeito de qualquer visita à exposição.
______________________

NOTA MINHA:

É IMPORTANTÍSSIMO DIVULGAR, ASSINAR E ENVIAR ESTE TEXTO DE PROTESTO PARA BEM DAS CRIANÇAS PORTUGUESAS, QUE SERÃO O FUTURO DO PAÍS!

LUTE CONTRA A IMORALIDADE!
LUTE CONTRA ESTE TIPO DE ABUSO SEXUAL DE MENORES!
LUTE PELAS CRIANÇAS E PELO FUTURO DE PORTUGAL!

domingo, 24 de outubro de 2010

Quando diminui a Fé, aumenta a superstição

Da porta do Inferno, livrai-nos Senhor!

Tenha as minhas razões pessoais para dizer e estar convencido de que a actividade diabólico no mundo está a aumentar.

E isso, só Deus saberá porque o permite.

Diz-nos o Revmo. Pe. Gabriele Amorth, Exorcista da Diocese de Roma:

"Examinando toda a história do Antigo Testamento, a história de Israel, quando esta abandona Deus, entrega-se à idolatria. É matemático, quando se abandona a Fé, entregamo-nos à superstição. Isto aplica-se, em nossos dias, a todos nós do mundo ocidental.

Tomem as velhas nações da Cristandade medieval. A católica Itália, a França, a Espanha, a Áustria, a Irlanda, que uma vez foram nações cujo catolicismo era forte. Agora o catolicismo tornou-se fraquíssimo. Na Itália, de 12 a 14 milhões de italianos frequentam actualmente sessões de bruxaria e cartomantes. Há no país aproximadamente 65.000 bruxos e cartomantes, muito mais que o número de sacerdotes.

Existem também na Itália de 600 a 700 seitas satânicas. E 37% da juventude italiana participaram algumas vezes de sessões espíritas, acreditando ser um mero jogo...

Um movimento dirigido por um sacerdote ensina aos pais como falar com seus filhos falecidos... Isto é espiritismo puro. Em outros tempos o espiritismo exercia-se através de um médium em estado de transe, e omédium evocava a pessoa.

O espiritismo consiste em evocar um defunto para interrogá-lo e obter dele respostas. Agora não é mais necessária a presença do médium, pois pratica-se o espiritismo através do gravador, do televisor e daInternet... Os dois meios mais usados são gravadores e escritura automática. A página mais lida dos jornais é o horóscopo... e os quotidianos não são comprados pelos analfabetos. São os industriais, os políticos, que não tomam decisões sem antes ouvir um bruxo. Ou seja, sempre que diminui a Fé, aumenta a superstição.

Por exemplo, faz-se um referendo na Itália para a defesa da família, vence o divórcio; faz-se um referendo em defesa da vida, vence o aborto. E isto na católica Itália... Não nos espantemos, Satanás é poderoso. Nosso Senhor o chama por duas vezes “Príncipe deste Mundo”. São Paulo o chama “Deus deste mundo”. São João diz: “Todo mundo jaz sob o poder do Maligno”. E quando o demónio tenta Nosso Senhor, leva-O ao alto do monte, fá-Lo ver os reinos da Terra, e diz: “São meus, e os dou a quem quero e se tu te ajoelhares diante de mim...” . Jesus não lhe responde: “Tu és um mentiroso, todos os reinos são de meu Pai. É Ele quem dá a quem quiser”. Não, não. A Escritura diz: “Tu ajoelhar-te-ás somente ante teu Deus”. Nosso Senhor não contradiz o demónio.

Hoje tantos ajoelham-se diante de Satanás para obter sucesso, prazer, riquezas - as três grandes paixões do homem! E o demónio oferece o sucesso, o prazer, a riqueza, mas sempre unidos a terríveis sofrimentos. Vemos o sucesso, vemos o dinheiro. Imaginamos que aquela pessoa é feliz. Não é verdade, pois o demónio só pode praticar o mal. Por conseguinte, as pessoas que se entregam ao demónio têm o inferno nesta vida e na outra. Aqui um inferno dourado, mascarado de sucesso, e depois... o fogo eterno!"

Diz-nos a Irmã Lúcia:

"Nossa Senhora pediu e recomendou que se reze o Terço todos os dias, repetindo o mesmo em todas as Aparições, como que prevenindo-nos para que, em estes tempos de desorientação diabólica, nos não deixemos enganar por falsas doutrinas, diminuindo na elevação da nossa alma para Deus, por meio da oração."

"A lista sobre o "cancro" é horrível! Como os partidários do demónio trabalham para o mal, e não têm medo de nada! Nem de ficar mal colocados, nem de perder! Andam sempre para diante, com ousadia destemível! E só nós havemos de acobardar-nos?! Acaso Deus pode menos que o demónio?! Ou temos nós menos Fé em Deus e no Seu poder?! — É preciso andar para diante sem medo e sem receio. Deus está connosco, e Ele há-de vencer."

"É que o demónio tem conseguido infiltrar o mal, com capa de bem, e andam cegos a guiar outros cegos, como nos diz o Senhor no seu Evangelho; e as almas vão-se deixando iludir."

Quo vadis, Portugal?


A mais recente lei iníqua da liberalização do crime do aborto, juntamente com o impropriamente dito 'casamento' homossexual, têm uma coisa em comum, de modo flagrante, com as doutrinas nazis mais criminosas, a saber, do Anschluss ou anexação político-militar, do predomínio da raça ariana e da solução final ou extermínio das pessoas e dos povos.
Não é disparate.
É assim.
Partem todas de uma concepção de liberdade falsa.
Assente numa absoluta e imposta arbitrariedade.
No predomínio injustificado do EU sobre o(s) outro(s).
Uma concepção falsamente assente na diferença.
O total desprezo da pessoa humana.
Contra o bem comum.
A pretensão injustificada da vitória da imoralidade e do mal sobre o bem e o rectamente ordenado.

Portugal não tem nada de imitar os outros.
Sobretudo nos maus e nos péssimos exemplos.
Tem de ser fiel à sua herança cristã e católica.
Tem de ser simples.
Tem de ser sério.
Tem de ser bom.
E renasce.

sábado, 23 de outubro de 2010

"AQUELES QUE NINGUÉM QUIS AMAR"

O ensurdecedor grito silencioso...





... ou aqueles que ninguém quis amar.

Podíamos dizer que não estamos a fazer mais do que dar cumprimento a um pedido deixado pela grande Senhora e Poetisa, Sophia de Melo Breyner. Certo dia, Sophia pediu: espalhem imagens dessas [mostrando rostos e restos mortais de bebés abortados] com a frase: “aqueles que ninguém quis amar”. Poder, podíamos. Mas é mais do que isso.

Sempre que, na história, o homem explorou, escravizou ou eliminou o seu irmão, preparou-se para o crime convencendo-se e procurando convencer os outros da não-humanidade da sua vítima. Também assim acontece hoje com os bebés ainda não nascidos. Impôs-se uma espécie de «censura prévia» o todo aquele que pretender levantar o véu e denunciar a maior injustiça do nosso tempo, a maior violência jamais praticada sobre um grupo humano sem voz própria.

Para não enfrentar o coro da indignação cúmplice com os interesses abortistas, os próprios movimentos pro Vida caem amiúde numa auto-amputação discursiva, renunciando ao argumento mais forte em sua posse: um argumento que vai direito ao sentimento inato da solidariedade humana residente nos corações ainda não empedernedidos, mas de carne.

Não podemos continuar a ocultar dos portugueses a luta desesperada pela sobrevivência, o grito silencioso de um bebé abortado nos Estados Unidos, registado por uma ecógrafo de ultrassons. Não podemos continuar a não mostrar os rostos humilhados de seres humanos sacrificados inapelavelmente pelo egoísmo totalitário vigente. Por isso, após profunda reflexão e conscientes da onda que contra nós se levantará, no tempo de antena a que, por lei, temos direito, o PPV vai mostrar tudo - mostrar o que é o aborto; mostrar o coração palpitante, o desespero e, finalmente, o rosto humilhado das suas vítimas - os bebés não nascidos.

Aos abortófilos indignados, mas que alegam tratar-se de "um monte de células" perguntaremos: que diferença faz mostrar estas "células mortas" e outras células manipuladas em laboratório e que a televisão frequentemente nos mostra? Se o que mostraremos não é humano, porque se revoltam? Se é humano, porque não havemos de o mostrar ao mundo, como amiúde nos mostram as vítimas dos campos de extermínio nazis - para que a história daquelas monstruosidades não se repita?

Há que mostrar estas imagens, finalmente, por duas grandes razões: primeiro, porque elas nos mostram a Verdade, a verdade mais inconveniente dos tempos que vivemos. E a segunda razão é esta: para que a Verdade nos liberte a todos do maior demónio do nosso tempo; para que os nossos corações de pedra se transformem em corações de carne e, pela via da Justiça, demos finalmente as mãos a toda a Humanidade.

Guimarães, 20 de Outubro de 2010
Luís Botelho Ribeiro


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

VIGÍLIA PELA VIDA NASCENTE - 27 DE NOVEMBRO, PELAS 21H30

VIRGEM SANTÍSSIMA,
MÃE DO AUTOR DA VIDA,
RAINHA DE PORTUGAL,
ROGAI POR NÓS E PELAS CRIANÇAS AINDA NÃO NASCIDAS!


CARTA DO CARDEAL-PATRIARCA DE LISBOA 
AOS PÁROCOS E ÀS COMUNIDADES CRISTÃS  
DO PATRIARCADO DE LISBOA  

 Queridos Irmãos e Irmãs, 

O Santo Padre Bento XVI iniciará o Advento com uma Vigília, por ele presidida, 
na Basílica de São Pedro, intitulada “Vigília pela Vida Nascente” e pede a todos os 
Bispos para o acompanharem, presidindo nas suas Dioceses, a uma Vigília. 
Aceitamos o convite do Santo Padre e convocamos para o Mosteiro dos Jerónimos, no 
dia 27 de Novembro, às 21h30m, uma vigília diocesana. 


O Advento é preparação para a festa do nascimento de Jesus Cristo, Ele que é 
a fonte da vida e a sua plenitude vivida por um Homem. “Eu vim para que as ovelhas 
tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo. 10,10).


Neste desafio do Santo Padre, a expressão “vida nascente” refere-se, antes de 
mais, ao nascimento de Jesus, o Verbo eterno de Deus, nascido como Homem do seio 
da Virgem Maria. 


Todos estamos conscientes das agressões à vida, a esta busca da plenitude 
da vida, no nosso mundo contemporâneo. A Igreja está ao serviço da vida. Ela é “o 
povo da vida”, como afirmou João Paulo II. Ela acredita que toda a vida brota de Deus, 
que Jesus Cristo é a sua plenitude humana e a fonte da força que nos permite lutar 
pela verdade da vida, em todas as suas etapas e expressões. No seu convite, o Santo 
Padre afirma: “Nessa Vigília celebrada por todas as Igrejas particulares, pediremos a 
graça e a luz do Senhor para a conversão dos corações e daremos um testemunho 
eclesial comum para uma cultura da vida e do amor”. Esta Vigília situa-se, assim, no 
dinamismo da Nova Evangelização, tema da minha recente Carta Pastoral.


Esta Vigília preparará o nosso coração para iniciativas próximas do Santo 
Padre, tais como as Jornadas Mundiais da Juventude, em Madrid no próximo mês de 
Agosto e o VI Encontro Mundial das Famílias, em Milão, em 2012, sobre o tema “A 
família, o trabalho e a festa”, manifestações centrais da expressão da vida. 


Essa Vigília, será também, preparatória das ordenações, a realizar no dia 
seguinte, na Igreja dos Jerónimos. Entregar-se totalmente ao Senhor para o serviço do 
Reino, é uma expressão maior da vida e do serviço da vida. 


Proponho, pois, quanto segue: 

 1. A Vigília. Constará das primeiras Vésperas do Advento, Adoração 
Eucarística, bênção das grávidas. 

 2. Convoco todos os diocesanos, mas de modo particular as famílias, as 
mulheres grávidas, os jovens. 

 3. Sugiro que nas reuniões de Vigararia se decida fazer vigílias locais, 
paroquiais, inter-paroquiais ou vicariais nessa mesma noite, permitindo aos cristãos, 
mais afastados de Lisboa, unirem-se ao Santo Padre. 

 4. Que esta Vigília do 1º Domingo do Advento seja completada com outras 
celebrações: bênção dos bebés, a 8 de Dezembro, a nível local; que as famílias, com 
as suas crianças, se encontrem comigo a 19 de Dezembro na Igreja do Mosteiro dos 
Jerónimos às 16 horas, para a bênção das imagens do Menino Jesus, a venerar nos 
presépios familiares. 
 Uma equipa diocesana, constituída pelo Cón. Carlos Paes, Cón. Luís Manuel e 
pelo Diácono Romero, prepararão e dinamizarão estas celebrações. 


Na sua recente visita, o Papa desafiou-nos a fazer da nossa vida um lugar de 
beleza. Propõe-nos agora um caminho para que isso aconteça. A vida sem beleza é 
uma vida que ainda não se encontrou. 


Desejo a todos um Santo Advento. 

 Lisboa, 20 de Outubro de 2010  

† JOSÉ, Cardeal-Patriarca

Fonte: Spe Deus



"O aborto é um crime abominável, uma vergonha para a Humanidade!"
(Papa João Paulo II)


"A pior calamidade para a Humanidade não é a guerra ou o terramoto:
É viver sem Deus. Quando Deus não existe, admite-se tudo.
Se a lei permite o aborto e a eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra!"
(Madre Teresa de Calcutá)


"Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos de SIDA;
mas matar crianças inocentes não nos assusta!
O aborto é pior do que a fome, pior do que a guerra!"
(Madre Teresa de Calcutá)


"Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar,
mas a usar a violência para obterem o que querem.
É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto!"
(Madre Teresa de Calcutá)



VIRGEM PODEROSA,
VIRGEM CLEMENTE,
VIRGEM FIEL,
LIVRAI A NOSSA PÁTRIA, O BRASIL E TODO O MUNDO
DO FLAGELO DO ABORTO!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

"Católicas" pelo Direito de Decidir?!? - CONTRA O VERGONHOSO HOLOCAUSTO ACTUAL

E ainda há gente que se choca por ouvir dizer que
o ABORTO É MAIS GRAVE QUE A PEDOFILIA!


DIREITO A MATAR?


Para ser católico, não basta assim se declarar. É necessária plena adesão aos princípios Católicos (tradição, bíblia e magistério) e aos seus dogmas e doutrinas. E sem a necessidade de grandiosas argumentações, qualquer um já percebe que os membros dessa ONG que se intitula "católica", não estão em comunhão com a Igreja, por defenderem algo totalmente contrário aos princípios Católicos.

Mas, mostrarei através do Código de Direito Canónico e da doutrina Católica, que atribuir o nome de Católicas a elas é uma verdadeira ofensa aos verdadeiros católicos.

O CDC é claro com relação ao aborto, no cânon 1398, pode-se ler: “Quem provoca o aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae”.


Ou seja, o fiel que provoca o aborto, ou a ele se submete consciente e voluntariamente, está automaticamente excomungado, fora da Igreja e excluído dos seus sacramentos.

E sobre isso João Paulo II afirma: “Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus sucessores, em comunhão com os bispos[...], declaro que o aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente [...]. Nenhuma circunstância, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito uma ato que é intrínsecamente ilícito, porque contrário à lei de Deus inscrita no coração de cada homem reconhecível pela própria razão e proclamada pela Igreja”. (Encíclica Evagelium Vitae 25/03/1995, n°63).

Sendo assim, as duas primeiras citações mostram que um Católico de verdade jamais defenderia o aborto, tendo em vista que é totalmente contrária a doutrina SEMPRE proclamada pela santa Igreja.

No entanto, alguém pode argumentar: Mas, as “Católicas” pelo direito de decidir apenas apoiam a descriminalização do aborto...

O Papa João Paulo II na Evangelium vitae deixa claro que a pena de excomunhão recai não só aos que praticam e colaboram com o aborto, mas também sobre os que apoiam e lutam pela sua legalização:

“A responsabilidade cai ainda sobre os legisladores que promoveram ou aprovaram leis abortivas, sobre os administradores das estruturas clínicas onde se praticam os abortos, na medida em que sua execução deles dependa. Uma responsabilidade geral, mas não menos grave, cabe a todos aqueles que favorecerem a difusão de uma mentalidade de permissivismo sexual e de menosprezo pela maternidade[...]. Não se pode subestimar, enfim, a vasta rede de cumplicidades, nela incluindo instituições internacionais, fundações e associações que se batem sistematicamente pela legalização e difusão do aborto no mundo” (encíclica Evangelium vitae, de 1995. n° 59)

Com esse complemento do Papa João Paulo II, fica claro que a prática da ONG “Católicas” pelo direito de decidir, as coloca em situação de excomunhão latae sententiae, ou seja, apesar de se intitularem Católicas, são na verdade uma associação de excomungadas, fora da comunhão da Igreja e longe do corpo visível de Cristo, abstendo-se da salvação. Em resumo NÃO SÃO CATÓLICAS.

Os próprios argumentos delas chegam a ser ridículos, costumam fazer eco ao grito que o “aborto é questão de saúde pública”. Pe. David Francisquini autor do livro “Catecismo contra o Aborto” diz que "a alegação de que o aborto é questão de saúde pública é simplista e martelada pelos defensores desse tipo de crime, mas de fato consiste apenas numa manobra táctica deles para tentarem evitar a questão moral. Procuram assim excluir da discussão esta que é a parte mais essencial do problema, porque sabem que suas teses são ética e moralmente insustentáveis, e por isso rejeitadas pela maioria da opinião pública. De fato, queiram eles ou não queiram, a Igreja tem o direito, e também o dever, de se manifestar nos aspectos morais desse assunto, que é uma área específica da Igreja”. (Pe Davi Francisquini em entrevista a revista Catolicismo)

Na entrevista que cito no início do artigo, a entrevistada, membro da ONG, diz que não existe consenso sobre onde se começa a vida, mas as Sagradas Escrituras são claras: “Antes que saísses do seio materno, Eu te consagrei”. (Jer 1,4) E o profeta Isaías exclama “Javé me chamou desde antes do meu nascimento, desde o seio de minha mãe me chamou por meu nome”. (Is 49,1). Ou seja, Deus conhece a cada homem antes que venha a este mundo, portanto ninguém pode impedir que uma vida nasça e aqui cumpra sua missão a não ser o próprio Deus.

Outro argumento ridículo da ONG na entrevista é a suposta contradição da Igreja em condenar o aborto e os preservativos. Acontece que as senhoras que se dizem católicas (e não o são) não aprenderam duas simples palavras que evitam o aborto e as Dst’s: A Castidade!

“O aborto viola gravemente o 5° Mandamento da Lei de Deus: Não matarás. Por isso é considerado pecado mortal gravíssimo. Porque mortal? Porque “mata” a alam daquele que o praticou, isto é, priva-o da graça de Deus e o torna digno do inferno. Isso é doutrina mais que definida pela Igreja.” (Pe. David Francisquini)

Portanto, fica mais que provado que as “Católicas pelo Direito de Decidir NÃO SÃO CATÓLICAS! Se é que alguém ainda tinha alguma dúvida...

Por Jefferson Nóbrega, IN PRAELIO!

AVÉ MARIA!


Ora pro nobis!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

"NÃO OFENDAM MAIS A DEUS, NOSSO SENHOR, QUE JÁ ESTÁ MUITO OFENDIDO"

«Não ofendam mais a Deus, Nosso Senhor, que já está muito ofendido!»
(Nossa Senhora, em Fátima, 13 de Outubro de 1917)
maria-fatima.gif
A 13 de Outubro, era imensa a multidão que acorrera à Cova da Iria: 50 a 70 mil pessoas. A maior parte chegara na véspera e ali passara a noite. Chovia torrencialmente e o solo se transformara num imenso lodaçal.

A multidão rezava o terço quando, à hora habitual, Nossa Senhora apareceu sobre a azinheira:

- Que é que Vossemecê me quer?


- Quero dizer-te que façam aqui uma capela em minha honra; que sou a Senhora do Rosário; que continuem sempre a sempre rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar, e os militares voltarão em breve para suas casas.


- Eu tinha muitas coisas para lhe pedir: se curava uns doentes e se convertia uns pecadores, etc. ...


- Uns sim, outros não. É preciso que se emendem; que peçam perdão dos seus pecados. Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido.

Nesse momento, abriu as mãos e fez com que elas se reflectissem no Sol, e começou a Se elevar, desaparecendo no firmamento. Enquanto Se elevava, o reflexo de sua própria luz se projectava no Sol. Os pastorinhos então viram, ao lado do Sol, o Menino Jesus com São José e Nossa Senhora. São José e o Menino traçavam com a mão gestos em forma de cruz, parecendo abençoar o mundo.

Desaparecida esta visão, Lúcia viu Nosso Senhor a caminho do Calvário e Nossa Senhora das Dores. Ainda uma vez Nosso Senhor traçou com a mão um sinal da Cruz, abençoando a multidão.

Por fim aos olhos de Lúcia apareceu Nossa Senhora do Carmo com o Menino Jesus ao colo, com aspecto soberano e glorioso.

As três visões recordaram, assim, os Mistérios gozosos, os dolorosos e os gloriosos do Santo Rosário.

Enquanto se passavam essas cenas, a multidão espantada assistiu ao grande milagre prometido pela Virgem para que todos cressem.

No momento em que Ela se elevava da azinheira e rumava para o nascente, o Sol apareceu por entre as nuvens, como um grande disco prateado, brilhando com fulgor fora do comum, mas sem cegar a vista. E logo começou a girar rapidamente, de modo vertiginoso. Depois parou algum tempo e recomeçou a girar velozmente sobre si mesmo, à maneira de uma imensa bola de fogo. Seus bordos tornaram-se, a certa altura, avermelhados e o Astro-Rei espalhou pelo céu chamas de fogo num redemoinho espantoso. A luz dessas chamas se reflectia nos rostos dos assistentes, nas árvores, nos objectos todos, os quais tomavam cores e tons muito diversos, esverdeados, azulados avermelhados, alaranjados etc.

Três vezes o Sol, girando loucamente diante dos olhos de todos, se precipitou em zigue-zague sobre a terra, para pavor da multidão que, aterrorizada, pedia a Deus perdão por seus pecados e misericórdia.

O fenómeno durou cerca de 10 minutos . Todos o viram, ninguém ousou -lo em duvida, nem mesmo livre-pensadores e agnósticos que ali haviam acorrido por curiosidade ou para zombar da credulidade popular.

Não se tratou, como mais tarde imaginaram pessoas sem fé, de um fenómeno de sugestão ou excitação colectiva, porque foi visto a até 40 km de distância, por muitas pessoas que estavam fora do local da aparições e portanto fora da área de influência de uma pretensa sugestão ou excitação.

Mais um pormenor espantoso notado por muitos: as roupas, que se encontravam encharcadas pela chuva no início do fenómeno, haviam secado prodigiosamente minutos depois. Toda imprensa, inclusive a de grande circulação se referiu, em termos respeitosos e com bastante desenvolvimento de Fátima. As apreciações destes fatos, mesmo no campo católico, não foram unânimes. As afirmações das crianças relativas ao próximo fim da grande guerra europeia, contribuíram para essa divergência de opiniões. Mas apesar disso, de ano para ano, a devoção a Nossa Senhora do Rosário de Fátima aumenta e propaga-se por toda a parte. O concurso de peregrinos é enorme e verifica-se especialmente no dia 13 de cada mês, nos domingos, nos dias consagrados à Santíssima Virgem e, mais do que nunca, no dia 13 de maio e no dia 13 de Outubro de cada ano. A história e o tempo deixaram registradas ocorrências de inúmeras graças, curas prodigiosas e milagres atribuídos à intervenção de Nossa Senhora de Fátima.

[1438_milagresol_46fbb5717796a.jpg]

[i.bmp]
«Não ofendam mais a Nosso Senhor, que já está muito ofendido», inculcava num ar triste e magoado, a Virgem de Fátima ao mundo prevaricador, por meio dos Pastorinhos; e fez-lhes ver, que os pecados com que mais frequentemente se injuria a Deus e que levam mais almas para o inferno são os pecados da carne.
Por isso, vem Ela do Céu a acudir a tamanha desgraça. «Só Ela lhe pode valer. Só a pureza virginal do Seu Coração, posta entre o Céu e a Terra pecadora, terá mão na justiça divina, por um lado, que nos não arrase; e por outro, se ostentará força poderosa para arrancar, com Seus encantos a tantos que atolados no lodo das pai­xões, vivem em eminente perigo de se perder eternamente.
O Coração Sagrado de Maria mostrou-se aos videntes rodeado de espinhos, significativos dos ultrajes que Lhe dirigem os pecadores ingratos; entre os mais pungentes, destacam-se as blasfémias, contra a virginalíssima pureza de nossa Mãe do Céu. Depois de meditarmos como o Seu Coração é imaculado, contemplar agora o especialíssimo esplendor que lhe comunica a virgindade, é já um desagravo e novo estimulo para o amar e melhor imitar a Sua pureza.

A mensagem de Fátima não foi
correspondida


Folheiem-se jornais, revistas ou livros do início do século passado. A sociedade humana mostrava-se ainda rica dos elementos saudáveis de uma civilização cristã que relutava em morrer.
Não obstante, em círculos cada vez mais largos, o desrespeito à Lei de Deus avolumava-se de modo assustador: a moral relaxava-se, o adultério começava a adquirir direito de cidadania, o divórcio ia sendo introduzido em vários países...
Foi neste contexto que Nossa Senhora apareceu em Fátima. Dirigindo-se ao mundo por meio dos pastorinhos, Ela apontou o estado de pecado generalizado, especialmente no tocante à impiedade e à impureza. "Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido", admoestou a Santíssima Virgem a 13 de Outubro de 1917.

Utilizando uma linguagem simples e directa, Nossa Senhora assinalou a crise moral e religiosa que tomava conta do mundo, e incitou a humanidade à oração, à penitência e à reparação dos pecados. Garantiu a Mãe de Deus que a Primeira Grande Guerra - uma hecatombe que rebentara para castigo dos homens - acabaria em breve. Mas, acrescentou, se o seu apelo à conversão não fosse ouvido viria uma guerra ainda pior, e outros castigos se sucederiam: "Se atenderem aos meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz. Se não, espalhará os seus erros gelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. POR FIM, O MEU IMACULADO CORAÇÃO TRIUNFARÁ."

Mas, o mundo não deu ouvidos às palavras de Nossa Senhora.

A CRISE MORAL DO OCIDENTE NÃO SE FEZ SENÃO ACENTUAR-SE.

A par da decadência moral, tentou-se ainda eliminar-se a verdadeira Fé em toda a extensão da terra. Nos países onde foi implantado o regime comunista, o combate à religião fez-se às escâncaras, não faltando perseguições atrozes e sanguinárias. É provável que os marxistas tenham provocado mais vítimas entre os católicos do que os tribunais dos imperadores romanos nos primeiros séculos do Cristianismo. O resultado pretendido com ardor pelo comunismo era banir da face da terra a ideia de Deus.

João Paulo II, numa alusão clara à tirania vermelha, afirmou a propósito de Fátima:

"A ameaça por parte das forças do mal provém, em particular, dos erros (...) que se apoiam na negação de Deus e tendem a separar totalmente d'Ele a humanidade, organizando a vida humana sem Deus e mesmo contra Deus. Mesmo no coração da mensagem que saiu de Fátima no princípio do século passado, encontra-se uma penetrante chamada de atenção contra esses erros. As palavras singelas, dirigidas a simples criaças de campo, estão cheias do sentido da grandeza e da santidade de Deus, e do ardente desejo da veneração e do amor devidos unicamente a Deus."

Mas, como tem advertido outras vezes o Sumo Pontífice, não foram apenas as ditaduras marxistas que disseminaram o ateísmo. Nos países não-comunistas passou a dominar uma mentalidade materialista,superficial e gozadora da vida, que procurou organizar um tipo de sociedade na qual foram desprezados os valores sobrenaturais, abolindo-se na prática a idéia de Deus. Vem inteiramente a propósito uma palavra do Papa aos seus compatriotas, numa das suas viagens à Polónia. Após convidalos a uma renovação espiritual, incitou-os a respeitar os Dez Mandamentos:

"Uma vida construída sem Deus e seus Mandamentos volta-se contra os homens".

No mesmo sentido, já anteriormente o Santo Padre se tinha dirigido aos portugueses, em mensagem especial no dia 8 de Maio de 1996:

"Os homens esqueceram Deus e os seus Mandamentos, vivendo como se Ele não existisse".

(Do livro: "Fátima O meu Imaculado coração Triunfará!" de João S. Clá Dias.)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

FINALMENTE UMA BOA NOTÍCIA :)

Pós-Graduação em Saúde da Mulher e da Criança


A iniciar brevemente :)