domingo, 20 de fevereiro de 2011

* BEATOS FRANCISCO E JACINTA, PASTORINHOS DE FÁTIMA *


ROGAI POR PORTUGAL!

20 de Fevereiro - Memória dos Bem-Aventurados Francisco e Jacinta Marto.

Francisco Marto nasceu em Aljustrel, Fátima, no dia 11 de Junho de 1908, e sua irmã Jacinta Marto nasceu na mesma localidade, no dia 11 de Março de 1910. Na sua humilde família aprenderam a conhecer e louvar a Deus e a Virgem Maria. Em 1916 viram três vezes um Anjo e em 1917 seis vezes a Santíssima Virgem que os exortavam a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados, para obter a conversão dos pecadores e a paz para o mundo. Ambos quiseram imediatamente responder com todas as suas forças a estas exortações. Inflamados cada vez mais no amor a Deus e às almas, tinham uma só aspiração: rezar e sofrer de acordo com os pedidos do Anjo e da Virgem Maria. Francisco faleceu no dia 4 de Abril de 1919 e Jacinta no dia 20 de Fevereiro de 1920. O Papa João Paulo II deslocou-se a Fátima no dia 13 de Maio de 2000 para beatificar as duas primeiras crianças não mártires.

«‘Eu te bendigo, ó Pai, porque revelaste estas verdades aos pequenos.’ O louvor de Jesus toma hoje a forma solene de beatificação dos Pastorinhos Francisco e Jacinta. A Igreja quer, com este rito, colocar sobre o candelabro estas duas candeias que Deus acendeu para iluminar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas... Que a mensagem das suas vidas permaneça sempre viva para iluminar o caminho da humanidade».
(Sermão de João Paulo II, em Fátima, na missa da Beatificação)

ORAÇÃO:

Jacinta e Francisco, Pastorinhos de Fátima, queremos aprender convosco o caminho que nos leva a uma vida de verdadeira união com Jesus.


Ensina-nos Jacinta, a amar os outros com todo o nosso coração, a reconhecer neles o Amor de Deus e a dar a vida para que nenhum se perca.

Ensina-nos a desejar tão intensamente como tu a conversão dos pecadores, a começar por cada um de nós.



Ensina-nos Francisco, o teu amor, fiel e silencioso, por Jesus. Faz-nos desejar cada vez mais a Sua companhia na oração e na Eucaristia e identificar-nos com a dor do seu coração ferido pela ingratidão dos homens.




Pastorinhos de Fátima, pela vossa mão queremos entra cada vez mais no Coração de Maria, nosso refúgio, que nos há-de conduzir até Deus.


***


Deus de infinita bondade,
que amais a inocência e exaltais os humildes,
concedei, pela intercessão da Imaculada Mãe do vosso Filho,
que, à imitação dos bem-aventurados Francisco e Jacinta,
Vos sirvamos na simplicidade de coração,
para podermos entrar no reino dos Céus.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

GLORIOSA MÃE DE DEUS! Sinal para o Brasil e para o mundo.


"Uma, porém, é a minha pomba, uma só a minha perfeita; ela é a única de sua mãe, a predilecta daquela que a deu à luz. Ao vê-la, as donzelas proclamam-na bem-aventurada, rainhas e concubinas a louvam. Quem é esta que surge como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha?

(Cant. 6, 9-10)


"A explicação para a imagem leve, feita de gesso, ter resistido, sem se mover de dentro do oratório onde estava, à mesma lama que arrastou carros, casas, pessoas e árvores é taxativa: milagre. A imagem de Nossa Senhora das Graças foi rebaptizada pelos moradores de Nossa Senhora do Vale do Cuiabá, e ficou “para abençoar aqueles que também ficaram”, garante a professora Inês Damasceno." (Jornal do Brasil)
***
Re-lembrando...

Há um ano, no Haiti (país supersticioso, cuja "religião" oficial é o Vodu), após o sismo que causou centenas de milhares de mortos e a destruição de grande parte do país, manteve-se intacta a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo:


EIS OS SINAIS DE DEUS PARA O HOMEM!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O ESCÂNDALO DO CELIBATO


O Prefeito da Congregação para o Clero, o Cardeal italiano Mauro Piacenza, assinalou que a Igreja não pode viver "sem o escândalo do celibato" que dá testemunho de Deus perante o mundo.

O L'Osservatore Romano deu a conhecer hoje 15 de Fevereiro uma análise que fez recentemente o Cardeal Piacenza sobre o celibato desde a perspectiva do Papa Bento XVI.

Esta meditação é parte de uma série de reflexões oferecidas recentemente sobre o magistério dos pontífices do século XX na localidade de Ars, França, terra natal de São João Maria Vianney a quem o Papa dedicou o Ano Sacerdotal concluído em Junho de 2010.

O Cardeal recordou que no encerramento desse ano jubilar na Praça de São Pedro em Roma, perante milhares de sacerdotes de todo o círculo, o Papa disse que "para o mundo agnóstico, o mundo no qual Deus não entra, o celibato é um grande escândalo, porque mostra que Deus é considerado e vivido como realidade. Com a vida escatológica do celibato, o mundo futuro de Deus entra nas realidades de nosso tempo".

Depois de recordar as palavras do Papa, o Cardeal Piacenza questionou: "como poderia a Igreja viver sem o escândalo do celibato? Sem homens dispostos a afirmar no presente, também e sobre tudo através da própria carne, a realidade de Deus?"

"Tais afirmações tiveram cumprimento e, em certo modo, coroação na extraordinária homilia pronunciada no encerramento do Ano Sacerdotal na qual o Papa rezou para que, como Igreja, sejamos livres dos escândalos dos menores, para que apareça o verdadeiro escândalo da história, que é Cristo o Senhor".

O magistério do Papa Bento XVI "sobre o celibato sacerdotal não deixa dúvida alguma" a respeito de sua validez e fundamento, considerado na exortação apostólica pós-sinodal Sacramentum caritatis de 2007 como "uma riqueza inestimável".

Nesse documento, o Papa afirma que "o facto de que Cristo mesmo, sacerdote eterno, tenha vivido até o sacrifício da cruz no estado de virgindade constitui o ponto de referência segura para compreender o sentido da tradição da Igreja".

"Na realidade representa uma especial conformidade ao estilo de vida do próprio Cristo", acrescenta.

"Em unidade com a grande tradição eclesiástica, com o Concílio Vaticano II e com meus predecessores, reafirmo a beleza e a importância de uma vida sacerdotal vivida no celibato como sinal expressivo da dedicação total e exclusiva a Cristo, à Igreja e ao Reino de Deus, e confirmo assim a obrigatoriedade para a Tradição latina".

"O celibato sacerdotal vivido com maturidade, firmeza e dedicação é uma maior bênção para a Igreja e para a sociedade mesma".

Fonte: Spe Deus

Sagrada Face de Nosso Senhor Jesus Cristo

Sagrada Face de Nosso Senhor.

(Gravura - linhas do rosto e manchas de sangue - baseada nas características da imagem do Santo Sudário)

TERÇO DA SAGRADA FACE

5 vezes o Sinal da Cruz
em honra das 5 maiores chagas de Nosso Senhor.

Pai Nosso.

Avé Maria.

Glória ao Pai.

Nas contas grandes:

Pai Eterno, ofereço-Vos a Face adorável do Vosso Divino Filho para abrandar a cólera da Vossa Justiça, obter a santificação do clero, o perdão dos pecadores e o alívio das almas do Purgatório.

Nas contas pequenas:

Ó Sagrada Face de Jesus, compadecei-Vos de nós e do mundo inteiro.

No final:

3 Avé-Marias
em honra das Dores de Nossa Senhora.

Oração Final:

Face adorável de meu Jesus, meu único amor, minha luz e minha vida, fazei que veja somente a Vós, nada conheça fora de Vós, ame-Vos unicamente, e que, enfim, não viva a não ser conVosco, de Vós, por vós e para Vós. Assim seja. Amén.

Rezar um Glória ao Pai.

* * *
ORAÇÃO:

Ó Jesus, que na Vossa crudelíssima Paixão Vos tornastes "o opróbio dos homens e o homem das dores", eu adoro a Vossa Divina Face sobre a qual resplandecem a beleza e ternura da Divindade e que agora se tornou para mim como a face de um "leproso" (Is. 53,4).
Mas sob estes traços desfigurados reconheço o Vosso infinito amor e ardentemente desejo amar-Vos e fazer-Vos amar por todos os homens.

As lágrimas que com tanta abundância correram dos Vossos olhos, se me afiguram quais pérolas preciosas, que eu quisera recolher para, com seu valor infinito, resgatar as almas dos pobres pecadores.

Ó Jesus, a Vossa Face é a única beleza que encanta o meu coração, de boa mente quero renunciar na terra à doçura do Vosso olhar e ao inefável ósculo de Vossa boca divina, mas suplico-Vos, imprimi em meu coração Vossa Divina Imagem, e inflamai-me com Vosso amor, a fim de que possa um dia contemplar a Vossa Face gloriosa no Céu. Amén.

(Composta por Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face)

Precisamos urgentemente de Exorcismos!


O grande papa Leão XIII entrou no século XX ainda apavorado pela visão que tivera da formidável presença diabólica em Roma, "para perdição das almas". Desde 1886, mandara a todos os bispos rezar a oração a São Miguel Arcanjo, escrita por ele, de próprio punho, como também um exorcismo maior que recomendava a bispos e párocos recitar com frequência nas dioceses e paróquias.


"O século do homem sem Deus", anunciado por Nietzsche, transforma-se no século de Satanás, que:

- prepara o seu reino com a 1ª Guerra Mundial, implanta o comunismo ateu e tirânico, contra Deus contra o homem, na revolução bolchevista de 1917;
- semeia a Europa inteira de ruínas e sangue com a 2ª Guerra Mundial, fruto dos poderes das trevas;
- invade toda a terra de ódio, terror, impiedade, heresia, blasfémia e corrupção em guerras e revoluções sem trégua;
- insinua-se, de início, como fumaça, e, depois implanta-se, poderoso, no seio da própria Igreja.

Tudo isto, Nossa Senhora confidenciara aos videntes de Fátima, exactamente no mesmo ano da tragédia russa; e o mesmo se diga do 3º capítulo do Génesis, em que se pinta a vitória da serpente infernal e a presença de Maria, esmagando-lhe a cabeça.

A Cristandade continuou a rezar as orações de Leão XIII, estimulada pelos Papas. (...)

De súbito, ao aproximar-se o último e temeroso quartel do século XX, contesta-se a existência dos anjos, desaparece a oração de São Miguel, suspendem-se os exorcismos, inclusive do Baptismo, mergulha no silêncio o ministério e a função de exorcista.

Paulo VI queixa-se da fumaça de Satanás dentro do templo, quase a ocupar o espaço do incenso esquecido, e amargura-se com auto-demolição da Igreja. Os seminários desaparecem, a teologia prostitui-se em cátedras de iniquidade, a liturgia reduz-se, com certa frequência, a uma feira irrelevante de banalidades folclóricas. A pretexto de inculturação, a vida religiosa desliza para o abismo.

"Os poderes do inferno não prevalecerão contra a Igreja", é certo. Mas o próprio Senhor prediz o obscurecimento da fé, o esfriamento da caridade. A visão (do Inferno) de Fátima faz vacilar o optimismo ingénuo e irresponsável dos que apostam na salvação de todos, mesmo até dos que a recusam. [...]

Jesus começa a sua missão, tentado pelo Demónio e a expulsão dos maus espíritos torna-se uma das notas mais relevantes da sua actividade messiânica. "Em meu nome expulsarão os demónios" (Mc 16, 17), diz Jesus, ao despedir-se dos discípulos, notando que este será um sinal dos que crêem nele. E Satanás, pela ação dos Apóstolos, caia do céu como um raio...

Quando os cristãos de todos os níveis, apesar dos Evangelhos e do Magistério principiaram a duvidar da ação e do Magistério, principiaram a duvidar da ação e, depois, da existência do espírito rebelde , aconteceu o que Jesus havia anunciado (Mt 12, 44-45): expulso, "ele volta para a casa desocupada, varrida e arrumada", mas indefesa, com sete espíritos piores do que eles, "e a condição final torna-se pior do que antes", exactamente o que está a acontecer.

Hoje, não é só a fumaça de Satanás, penetrando por uma fenda oculta, mas o Diabo, de corpo inteiro, que irrompe triunfalmente pelas portas centrais. Quem o vai esconjurar das nossas igrejas, das nossas residências episcopais e paroquiais, de nossos centros comunitários, dos nossos seminários e universidades, dos Senados e das Câmaras Legislativas, dos Palácios do Governo e da Justiça, dos bancos e das bolsas, dos meios de comunicação, das escolas e hospitais, das consciências de todos nós?

E não hesitemos: quem vai expulsar os demónios dos Palácios Pontifícios, da Congregações e Secretarias, das Nunciaturas, das Conferências Episcopais e Cúrias, dos Santuários e Basílicas, das ONU's e dos Parlamentos, sem falar desse mundo "posto no maligno", que viceja

Nós precisamos, urgentemente, de Exorcismo! (...)

(Excertos de Dom Manoel Pestana Filho em prefácio à edição portuguesa do livro "Um Exorcista Conta-nos", do Pe. Gabriele Amorth)

Fonte (adaptado)

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do Demónio. Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos. E vós, Príncipe da Milícia Celeste, pela virtude divina, precipitai no Inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos, que vagueiam pelo mundo para perder as almas. Amén.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quão bela és, ó Mãe Imaculada!


Quão bela és, ó Mãe Imaculada!
Vestes de Sol antes que a Luz desponte!
Calcas aos pés e Lua enamorada,
Estrelas mil coroam Tua fronte!

O Teu olhar, fulgor da madrugada,
De paz e amor enche o meu coração.
E com fervor, Maria Imaculada,
Eis-me a cantar a Tua Conceição!

Deu-Te poder o Deus Omnipotente,
Para esmagares com Teus pés Virginais,
A dura e vil cabeça da Serpente
Que no Éden feriu os nossos pais.

(Livro Cantemos Todos antigo)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MACABRO "MENU" DA MORTE

"Em três anos e meio foram feitos mais de 63 mil abortos ‘legais’ em Portugal. Seria assim tão cruel a lei prescrever que essas mulheres tivessem as crianças, permitindo depois que a estas fossem encontrados, entre tantos casais que sofrem de infertilidade involuntária, projectos de vida em famílias de adopção? É preferível a crueldade com quem não se pode defender? Que raio de sociedade é esta que vira a cara e convive bem com estes crimes?"
(in http://abortoemportugal.blogspot.com/)


O blogue Espectadores mostra um monstruoso e macabro "menu", oferecido pelo Matadouro dos Arcos - chamado de "Clínica" pelos repugnantes defensores do crime- às mães (e pais) que decidem matar os seus filhos.



Aborto em Portugal: "Matamos bem, pá!", diz o Secretário de Estado para a Saúde.

Faz hoje quatro anos que se institucionalizou a matança de crianças em Portugal. Em três anos e meio, foram assassinados mais de 63.000 bebés. E todos ajudámos a matar, todos ajudamos a matar, mesmo que involuntariamente, com o dinheiro dos nossos impostos.


Do meu ponto de vista, é um motivo de satisfação e de orgulho, que eu quero partilhar com todos os profissionais do SNS e com todas as instituições, que o SNS, num período tão curto, tenha sido capaz de criar estruturas organizativas que permitem a todas as mulheres que optam pela interrupção voluntária da gravidez [que optam por matar os seus filhos] terem uma resposta dos serviços de saúde” - Manuel Pizarro, o secretário de estado para a Saúde.

Tradução: "MATAMOS BEM, PÁ!"


*NOSSA SENHORA DE LOURDES*

Mary at the spot of the Apparitions

AVÉ, MARIA!

* * *
Manifestando-se a Santa Bernadette em 1858, Nossa Senhora inaugurou uma série de aparições da maior importância, entre as quais se destacam as de La Salette e Fátima. Tais aparições formam como que um arco-íris que atinge o zénite na Cova da Iria. E onde Nossa Senhora pousou seus pés imaculados abriram-se fontes inesgotáveis de graças e de milagres, que hoje atraem milhões de peregrinos todos os anos.

Em Lourdes, Nossa Senhora fez um primeiro apelo maternal que depois renovou em Fátima, porém acenando com horizontes trágicos e misericordiosos caso suas palavras não fossem levadas a sério.
Bernadete Soubirous, jovem camponesa, pobre, analfabeta e muito doente, era de uma simplicidade sem igual, de uma pureza transparente e de um coração extremamente generoso, virtudes essas que em tudo expressam a preferência de Deus.

Era o dia 11 de Fevereiro de 1858, no rigor do inverno dos Altos Pirinéus, aldeia de Lourdes, quando Bernadette, sua irmã e uma amiga, saíram por buscar lenha para aquecer o pequeno casebre onde moravam e também para cozinhar a pobre refeição nocturna de que dispunham.
Ao passar diante da Gruta de Massabiele, ouviu um barulho como se fosse a rajada de um vento forte. Olhando para cima, viu uma senhora de grande beleza, envolta por um deslumbrante resplendor. A bela senhora estava de pé, trajando um vestido branco que lhe cobria até aos pés. Tinha na cintura uma faixa azul, os seus pés estavam ornados de rosas e segurava um belíssimo rosário por entre as mãos.

A pequena Bernadette caiu de joelhos extasiada, tirou o seu modesto avental o terço e começou a rezá-lo. Quando acabou de rezar a última Ave-Maria, a bela senhora desapareceu. Como detalhe, vale lembrar de que a Virgem acompanhou as orações de Bernadette e na hora de rezar o Glória, Nossa Senhora inclina a cabeça em reverência à Santíssima Trindade.

A bela senhora reaparece no mesmo lugar da Gruta de Massabiele, à margem do rio Gave, dois dias depois e também não fala nada. Na terceira aparição, Bernadette oferece à Virgem um papel e uma pena, dizendo-lhe: “Quer ter a bondade de por seu nome por escrito?”; Nossa Senhora responde: “Não é necessário”, e faz-lhe um convite: “Queres ter a gentileza de vir aqui durante 15 dias?”. Depois disse a Bernadette: “Não te prometo fazer feliz neste mundo, mas sim no outro”.

Na aparição do dia 19, os demónios começaram a gemer e uivar de um modo terrível, ao que Maria apenas levantou a cabeça e as vozes cessaram.

Na sexta aparição, Nossa Senhora diz: Rezai a Deus pelos pecadores”.

Na sétima e na oitava, repete por três vezes: “Penitência”.

Na nona aparição, Bernadette cava a terra com as mãos, bebe aquela água lodosa, come das ervas amargas (obs.: no local onde Bernadette cavou, nasceu a fonte milagrosa das águas de Lourdes).

Na décima aparição, Nossa Senhora diz: “Ide beijar a terra em sinal de penitência pelos pecadores”.

Nos 11º e 12º dias, a multidão imita Bernadette nos sinais de penitência pelos pecadores.

No 13º, diz a Bernadette: “Vai dizer aos sacerdotes que se venha aqui em procissão e que se construa uma capela”.

No dia 25 de Março de 1858, diz: “Eu sou a Imaculada Conceição”. Apareceu ainda duas vezes e depois não falou mais nada.

Nossa Senhora falou pouco, porém o essencial:

Rezar principalmente o Rosário e fazer penitência pela conversão dos pecadores.

E assim nossa Mãe nos deixa, mais uma vez, a mensagem do amor de Deus e a sua preocupação em nos reconduzir ao coração de seu filho Jesus através da oração e da penitência.

Saint Bernadette at 19 years

Contra o espírito de revolta igualitário, Nossa Senhora pede espírito de humildade.

Em 1858, a França estava a ser cada vez mais penetrada pelo espírito de orgulho e revolta da Revolução Francesa. Aceitar a superioridade de um outro pela virtude, pelas qualidades naturais, pelo berço, pela tradição, começava a ser visto como algo insuportável. Na metafísica igualitária anticristã, o cidadão livre não aceita ordens de ninguém e só faz o que quer. No máximo ele as aceita, de igual para igual, mas exigindo explicações para tudo, e nunca o faz em razão da virtude da obediência nem pelo reconhecimento das legítimas desigualdades postas por Deus nos homens.

Para esse espírito orgulhoso, o auge do revoltante é submeter-se ao que parece arbitrário, ainda que venha de um superior hierárquico instituído pela ordem natural, ou até do próprio Deus. Foi deste tipo a mortificação pedida por Nossa Senhora a Santa Bernadette: um acto de obediência arbitrário, sem explicações. Mas a pobre pastorinha compreendeu que de uma Senhora tão excelsa só poderia advir o bem. Obedeceu sem entender e cumpriu com simplicidade a penitência pedida.

Agora o mundo todo entende e se beneficia daquele gesto de submissão humilde e fiel. Através dele, Nossa Senhora abriu uma torrente contínua de graças. E o convite a repetir o gesto penitencial de Santa Bernadette — incompreensível para a soberba igualitária — está estendido ao mundo todo: beber e lavar-se com a água da fonte da gruta de Lourdes. Como sinal de contentamento, o Céu dispensa curas e graças especiais, em quantidades inesgotáveis, àqueles que praticam esse gesto penitencial que é inexplicável.

A Imaculada Conceição de Nossa Senhora

Em Lourdes Nossa Senhora deu celestial confirmação ao dogma da Imaculada Conceição, que fora proclamado em 1854 pelo Bem-aventurado Papa Pio IX. O dogma estabelece uma superioridade absoluta da Santíssima Mãe de Deus, que jamais foi atingida nem sequer por sombra do pecado original desde o primeiro instante da sua concepção. Diferentemente dos demais mortais, que carregam a pesada herança de Eva.

Tal dogma colide frontalmente com o espírito igualitário da Revolução Francesa. Pois este baseia-se na falsa ideia de que os homens não são concebidos no pecado, mas, pelo contrário, seriam imaculados por natureza; e se têm falhas, é por causa do ambiente material em que nascem e vivem; ou seja: o homem é naturalmente bom, e a sociedade é que o corrompe. Então uma boa educação e muita informação através da media bastariam para corrigi-lo. Liberto de todo freio imposto pela sociedade, o homem espontaneamente diria e faria tudo certo, e ninguém poderia proibi-lo de agir de acordo com os próprios impulsos. Esse erro tão profundo está na essência do liberalismo.

O auge dessa suposta condição imaculada dos homens ocorreria quando eles exprimissem sua vontade colectivamente. Então o desejo das massas seria ainda mais isento de todo defeito. Nesta variante avançada do mesmo erro está a essência do socialismo e do comunismo. E o fruto extremo dele é o caos e a anarquia em que o mundo está afundando.

Contra tais erros — liberalismo, socialismo, comunismo, anarquia — lutou heroicamente e profeticamente o grande Papa Bem-aventurado Pio IX.


Lourdes, pólo de esperança e de vitória sobre a Revolução

A devoção a Nossa Senhora de Lourdes só fez progredir nos últimos séculos. Hoje é, de longe, o santuário mariano mais frequentado da França e um dos mais visitados do mundo. Milhões de fiéis vindos de todos os continentes ali afluem todos os anos. E com frequência, no universo católico, encontram-se capelas ou grutas consagradas a Nossa Senhora de Lourdes.

O Prof. Chiron observa que, mesmo nestes anos de crise que vêm abalando a Igreja, em Lourdes "foram conservadas, de maneira ininterrupta, práticas religiosas desaparecidas em numerosas paróquias, ou até em dioceses: a recitação do terço, as procissões, a adoração e procissão do Santíssimo Sacramento" (p. 204).

Em Lourdes, a Virgem Imaculada que esmaga perpetuamente a cabeça da serpente infernal está continuamente a apontar-nos para a vitória sobre o orgulho revolucionário. Promessa de vitória que Ela mesma veio renovar em Fátima, anunciando o triunfo do seu Imaculado Coração. E isto após tremendas peripécias que poderão deixar o mundo num estado que lembrará uma cidade devastada, mas no qual o manto da misericórdia divina se estende sobre as almas penitentes e felizmente convertidas.

Fonte: Adaptado de Lepanto e de A História dos Santos

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

OS ENCONTROS DE ASSIS - Ofensa a Deus e aos Santos Mártires


TRADUÇÃO:
-E vocês, porque aqui estão?
- Por termos RECUSADO beijar o Alcorão.

* * *

QUE SÃO FRANCISCO E OS SANTOS MÁRTIRES NOS PROTEJAM!

“Todos os que viram Jesus na carne, mas não O viram depois do Espírito, e o viram em Sua Divindade, mas não creram que Ele era verdadeiramente o Filho de Deus, estão condenados”.
(São Francisco de Assis)

"Deixem de ficar dando voltas e inventando frases, de mentir a si mesmos e de mentir aos homens. É uma ilusão querer invocar a virtude da obediência para pedir aos católicos que se submetam, quando a Fé católica está em perigo. Deve pensar-se na honra de Nosso Senhor Jesus Cristo e não às críticas que poderão cair sobre nós pelas palavras que se vão dizer. É preciso transmitir às almas escandalizadas os cuidados necessários, antes de pensar no nosso conforto pessoal. A Fé deve ser confessada a qualquer custo e o dever de confessá-la é ainda maior quando são as próprias autoridades da Igreja que se encontram na origem desses terríveis escândalos.

É, assim, lamentável procurar dissimular-se por detrás de raciocínios falsos que tentam passar a borracha e apagar as contradições evidentes que opõem as acções do Papa e dos bispos actuais a todos os que os precederam. Estes, que se protegem atrás de argúcias indignas e ousam ensiná-las, favorecem a mentira. Enganam as almas em matéria grave e favorecem a perda da fé. Terão contas a pagar do seu silêncio e da sua cumplicidade culpável.

As cerimónias interreligiosas convocadas pelos últimos Papas para convidar os chefes das diferentes religiões para rezar, cada qual na sua religião, para a paz no mundo, supõem uma deformação e uma horrível diminuição da verdade da Fé Católica. Como pensar que a fé poderia vir dessas orações que são ditas a deuses que não são Deus, que são na realidade demónios? Como considerar que a paz possa acontecer fora do único Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo?

Que esta convocação seja feita pelo Vigário de Jesus Cristo sobre a terra constitui uma injúria insustentável diante de Deus. Foi menos ofensivo para Nosso Senhor Jesus Cristo ser crucificado entre dois ladrões que não acreditavam serem deuses, do que ser obrigado a aparecer entre ídolos que roubam as almas que Ele resgatou com seu Sangue.

A perspectiva da repetição de Assis, para festejar os vinte e cinco anos, estabelece, pois, a todos os católicos um caso de consciência evidente que ninguém tem o direito de afastar. A obediência cega, recomendada pelo padre Hygonnet, da Fraternidade São Pedro pode ser católica? Como, em nome da obediência ao papa, ter-se-ia o direito de, não sustentar, mas até mesmo de silenciar diante de tal escândalo? Não apenas a reunião de Assis não pode ser apoiada como não se pode nem mesmo guardar o silêncio. Todos os católicos que compreendem a gravidade da coisa devem rezar para que esta maldita reunião não aconteça. Todos os padres que têm a fé católica deve denunciar esta abominação, mesmo ao preço das paredes da sua capela. Desejaríamos, mas não acreditamos mais que algum padre saia do seu silêncio.

Não nos enganemos. Nós temos hoje de escolher entre a Fé Católica e uma outra ideia irreconciliável com esta mesma Fé Católica. De um lado, há a Fé de São Polieucto e de todos os mártires que foram glorificados pela Igreja por terem recusado jogar incenso aos ídolos, por ter desprezado esses ídolos, por terem denunciado o falso culto que lhe são prestados, por terem penetrado nos seus templos para derrubar seus ídolos. Do outro lado, estas reuniões interrreligiosas que querem apresentar as religiões como se todas fossem respeitáveis, e nutrem a ilusão de que suas orações possam ser eficazes!

O ídolo de Buda foi colocado, em 1986, sobre o Sacrário de uma das igrejas de Assis. Se São Polieucto estivesse presente em Assis, tê-lo-ia derrubado, atirando-o contra o chão

O que João Paulo II, este mesmo que será beatificado a 1 de Maio, teria dito a Polieucto? Tê-lo-ia entregue à polícia como perturbador perigoso e fanático do Catolicismo? Mesmo que esta impiedade (do Buda) não se renovar em Outubro próximo, o que Bento XVI teria para dizer aos mártires para justificar esta convocação das falsas religiões? Decididamente, esta feira de religiões e esta fé de Assis, não são, de facto nossa Fé.

Padre Régis de Cacqueray, Superior do Distrito da França, Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

(Destaques, a negrito, meus)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

CONTRA O FLAGELO DO ABORTO

Assinar petição




POR AQUELES QUE NINGUÉM QUIS AMAR!


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

"Ó Jesus! É por vosso amor e pela conversão dos pecadores."

"As almas custaram tantos sofrimentos a Jesus. Que lástima se perderem eternamente... Oh! Esses pobres pecadores que estão na eminência de se decidir pró ou contra Deus! Um pai-Nosso, uma Avé-Maria pode inverter a balança a seu favor. Rezemos pela conversão dos pecadores! (...) E quantos estão em suspenso! Rezemos." (Santo Cura D'Ars, São João Maria Vianney)

Fonte

* * *

"Ó meu Jesus! É por vosso amor, pela conversão dos pecadores, pelo Santo Padre e em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria!"

Muitas vezes esta frase brotou dos inocentes lábios de Jacinta, nas suas penitências pela salvação das almas.

Desde o momento em que ouviu da Santíssima Virgem o apelo para oferecerem sacrifícios Deus, a fim de evitar que os homens fossem condenados ao Inferno, a pequena pastora transformou-se numa chama que ardeu continuamente nessa intenção.

"A Jacinta tomou tanto a peito os sacrifícios pela conversão dos pecadores", recorda a Irmã Lúcia, "que não deixava escapar ocasião alguma. Havia umas crianças, filhos de duas famílias da Moita, que batiam de porta em porta pedindo esmola. Encontramo-los, um dia, quando íamos com o nosso rebanho. Jacinta, ao vê-los, disse:

- Vamos dar nossa merenda àqueles pobrezinhos, pela conversão dos pecadores."

"E correu a levá-las. Pela tarde, disse-me que tinha fome. Havia ali algumas azinheiras e carvalhos. A bolota estava ainda bastante verde. No entanto, disse-lhe que podíamos comer dela. O Francisco subiu numa azinheira para encher os bolsos, mas a Jacinta lembrou-se que podíamos comer da dos carvalhos, para fazer o sacrifício de comer a amarga. E lá saboreamos aquele delicioso manjar! A Jacinta fez disso um dos seus sacrifícios habituais."

Combinaram, então, sempre que encontrassem esses pobrezinhos, dar-lhes as suas refeições. E as crianças, satisfeitas com a generosa esmola, procuravam encontrá-los, esperando-os pelo caminho. Assim que os via, Jacinta corria a levar-lhes todo o alimento do dia, alegre e animada. Nessas ocasiões, os três comiam raízes de uma flor do campo, amoras, cogumelos ou fruta, se havia alguma ali por perto, em alguma propriedade pertencente a seus pais.

Estimulada por um extraordinário zelo das almas, a Jacinta parecia mesmo insaciável na prática do sacrifício. Conta sua prima que, certo dia, um vizinho ofereceu-lhes uma boa pastagem para o seu rebanho. Porém, ficava num lugar bastante longe, e estavam nos dias mais quentes do verão. Pelo caminho, encontraram os seus queridos pobrezinhos, e a Jacinta correu a levar-lhes a esmola. Sob um sol escaldante, a sede era cada vez maior e não havia um pingo de água para beber. A princípio, ofereceram o sacrifício com generosidade pela conversão dos pecadores. Mas, depois do meio-dia, era difícil resistir...

Lúcia propôs de irem a um lugar próximo, pedir um pouco de água. Aceitaram, e lá foi ela bater à porta de uma velhinha, que, ao dar-lhe uma bilha com água, ofereceu-lhe também um bocadinho de pão, aceitou com reconhecimento, e logo distribuído entre os companheiros. Em seguida, entregou a bilha ao Francisco e lhe disse que bebesse.

- Não quero beber.

- Por quê?

- Quero sofrer pela conversão dos pecadores.

- Bebe tu, Jacinta!

- Também quero oferecer o sacrifício pelos pecadores.

Resultado: a água foi toda deixada na cova de uma pedra, para que dela bebessem as ovelhas... O calor, entretanto, tornava-se cada vez mais intenso. As cigarras e os grilos juntavam o seu cantar ao das rãs numa lagoa vizinha, e faziam uma barulheira insuportável. A Jacinta, debilitada pela fraqueza e pela sede, pediu à prima, com aquela simplicidade que lhe era natural:

- Diz aos grilos e às rãs que se calem! Dói-me tanto a minha cabeça!

O Francisco então perguntou:

- Não queres sofrer isto pelos pecadores?!

A pobre criança, apertando a cabeça entre as mãozinhas, respondeu:

- Sim, quero. Deixa-as cantar.

E nunca se esquecia de levantar as mãozinhas e os olhos ao Céu, repetindo sua frase tão querida:

- Ó Jesus! É por vosso amor e pela conversão dos pecadores.

Fonte: ARAUTOS

* * *

Em Henrique Pranzini, as qualidades naturais e os vícios disputavam a primazia. Falava na perfeição vários idiomas e viajara por muitos países. Aventureiro, alistara-se no Exército das Índias e foi lutar no Afeganistão. Depois ofereceu os seus serviços ao Império russo para combater no Sudão.

Em 1887, ei-lo em Paris, onde se relacionou com a rica e tristemente célebre Regina de Montille. No intuito de, ao que consta, apoderar-se da fortuna dessa infeliz mulher, estrangulou- a a sangue frio, juntamente com a sua filha de doze anos e uma empregada.

Preso por esse tríplice assassinato, proclamou com cínica empáfia a sua "inocência" e passou seus últimos dias lendo livros obscenos. Em vão vários sacerdotes o visitaram na prisão: não dava sinal algum de arrependimento e gloriava-se de não temer a condenação eterna.

Justamente nesses dias, Teresa sentia em sua alma um premente apelo de Jesus, que ela própria assim descreve: "Ele fez de mim uma pescadora de almas. Senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. (...) Olhando uma fotografia de Nosso Senhor crucificado, comoveu-me ver o sangue que corria de uma de suas mãos divinas e causou-me grande pena a consideração de que esse sangue caía por terra sem que ninguém procurasse recolhê-lo, e resolvi manter-me em espírito ao pé da Cruz para receber esse Divino Orvalho e distribuí-lo às almas (...) Eu ardia do desejo de arrancar das chamas do inferno as almas dos grandes pecadores".

Assim estava a santa "Pescadora de Almas" quando Pranzini foi condenado à morte. E ela se pôs a campo para livrá-lo da eterna condenação: rezou, fez sacrifícios e mandou celebrar uma Missa, nessa intenção.

A sua confiança na misericórdia divina lhe dava a certeza de que esse infeliz seria perdoado, mesmo se ele não se confessasse nem sequer se mostrasse arrependido. Entretanto, diz ela, "pedi a Jesus apenas ‘um sinal' de arrependimento, simplesmente para minha consolação".

E esse sinal lhe foi dado!

No dia seguinte ao da execução, ela leu no jornal "La Croix" a descrição detalhada dos derradeiros minutos de vida do criminoso:

"Às cinco horas menos dois minutos, enquanto os pássaros silvam nas árvores da praça e um murmúrio confuso se ergue da multidão (...) abre-se a porta da prisão e assoma pálido o assassino. O capelão, Pe. Faure, põe-se à sua frente, ele repele o padre e os carrascos. Ei-lo diante da guilhotina para onde o carrasco Deibler o empurra. Um ajudante, colocado do outro lado, agarra-lhe a cabeça, para mantê-la presa pelo cabelo em baixo da lâmina prestes a cair.
Antes, porém, talvez um relâmpago de arrependimento tenha atravessado a consciência do criminoso. Pranzini pediu ao capelão o crucifixo e beijou-o duas vezes. Depois, o cutelo caiu, e quando um dos ajudantes agarrou pelas orelhas a cabeça cortada, concluímos que, se a justiça humana estava satisfeita, talvez este derradeiro ósculo tenha satisfeito também a Justiça Divina, a qual pede, sobretudo, o arrependimento".

E a futura Padroeira das Missões deu graças a Deus por esse seu primeiro pecador convertido, "meu primeiro filho" - escreveu ela, emocionada, nos Manuscritos Autobiográficos.

Enquanto Santa Teresinha permaneceu no século, utilizava o dinheiro que juntara no seu cofrezinho para encomendar Missas pela alma de Pranzini a cada dia 31 de Agosto, aniversário da execução do condenado.
Hábito este que, com a devida licença da superiora, conservou também no Carmelo.

Fonte: Revista Arautos do Evangelho, Jan/2007, n. 61, p. 32-33)