domingo, 27 de março de 2011
"Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está sob o poder do Maligno." (I João 5; 19)
“Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno“
sábado, 26 de março de 2011
SALMOS PENITENCIAIS - Salmo 37

quinta-feira, 24 de março de 2011
"Relações sexuais são um dom de Deus que apenas devem ter lugar no contexto de um casamento heterossexual"

As pessoas que criticam as relações de homossexuais, por razões religiosas ou morais, estão cada vez mais a ser atacadas ou difamadas por causa dos seus pontos de vista, disse na passada terça-feira, dia 22 de Março, um diplomata do Vaticano, no Conselho de Direitos Humanos da ONU.
O Arcebispo Silvano Tomasi declarou que a Igreja Católica Romana acredita que as relações sexuais são um dom de Deus que apenas devem ter lugar no contexto de um casamento heterossexual. Mas aqueles que expressam esse ponto de vista estão a enfrentar uma "tendência perturbadora", segundo Tomasi.
"As pessoas são atacadas por adoptarem posições em que não apoiam o comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo", disse o Arcebispo na actual sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas.
"Quando expressam as suas crenças morais ou crenças sobre a natureza humana...elas são estigmatizadas, e pior - são vilipendiadas e processadas."
"Esses ataques são violações de direitos humanos fundamentais e não podem ser justificados em nenhuma circunstância", disse Tomasi.
* * *
Do CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA:
"2357. A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atracção sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. (...) Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que "os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à Lei natural. Fecham o acto sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afectiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados."
A aberrante herança que este Governo Socialista deixa a Portugal
Com a queda deste governo, é chegado o momento de mostrar o que temos de melhor, de fortes e de bons como portugueses. Porque a alternativa a que a Nação Lusitana aspira não é meramente financeira ou económica. Portugal anseia pela restituição da ética política e sobretudo da ética humana e dos valores morais descaradamente roubados pelo regime socialista em vigor.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Embrião, quem és tu?

"Tem sido noticiada a intenção governativa de eliminar limites à investigação em células estaminais embrionárias humanas. Sobre os previsíveis resultados, no plano terapêutico, desse tipo de investigação, no confronto com a investigação em células estaminais adultas, muito haveria a dizer. Na verdade, até agora é este tipo de investigação (que não suscita os dilemas éticos suscitados pela investigação destruidora de embriões) a que tem dado mais imediatos e seguros resultados.
Mas a questão central e incontornável é, precisamente, de ordem ética e prende-se com a do estatuto do embrião humano: tem este a dignidade própria da pessoa humana, ou é um material manipulável; é ele um sujeito, ou um objecto?
Se ao embrião humano deve ser atribuída a dignidade de pessoa, não pode ele, de acordo com a lapidar máxima kantiana, ser reduzido a instrumento ao serviço de outros fins, mesmo os da investigação científica e do progresso da medicina. Os mais nobres fins não justificam meios em si mesmo eticamente reprováveis, como o da eliminação de vidas humanas inocentes.
O que é (ou quem é), então, o embrião humano?
A partir da concepção estamos perante um novo ser da espécie humana, com um património genético próprio (único e irrepetível, distinto da mãe e do pai), dotado de capacidade de evoluir, conservando sempre a mesma identidade (é sempre o mesmo até à idade adulta e à morte), através de um processo autónomo e coordenado, sem qualquer quebra de continuidade, de acordo com uma finalidade presente desde o início (um processo sumamente organizado e inteligente, pois, muito longe de um simples amontoado de células). No fundo, o embrião é aquilo que cada um de nós já foi e nenhum de nós teria atingido a fase da vida que hoje atravessa se não tivesse passado por essa fase inicial da vida, ou se tivesse sido impedido nessa fase tal processo de evolução natural.
Trata-se de um processo contínuo, sem saltos de qualidade. Isto significa que a dignidade da pessoa existe desde a concepção, não se adquire a partir de determinado momento, nem se vai adquirindo progressivamente. A dignidade própria da pessoa humana ou se tem, ou não se tem. Porque se trata de um processo contínuo, é arbitrário estabelecer qualquer fronteira (a actividade racional, a auto-suficiência, a capacidade de sentir dor ou de interagir socialmente) só a partir da qual se possa falar em dignidade de pessoa.
Qualquer destas capacidades já existe em “germe” desde a concepção, vai sendo adquirida progressivamente e vai evoluindo antes e depois do nascimento. Algumas delas não existem na sua plenitude antes do nascimento, mas também não existem na sua plenitude até à idade adulta, tal como se podem perder na fase terminal da vida ou por motivo de doença. Por nenhum destes motivos a pessoa perde o seu estatuto de pessoa e a dignidade que lhe é própria. É o ser pessoa, e não uma sua qualquer capacidade, que funda tal dignidade.
A partir da concepção, não pode falar-se em “projecto de vida” ou “pessoa em potência”. A vida já existe, a pessoa já existe. Devemos falar, antes, em pessoa com potencialidades que ainda não se actualizaram, mas que se actualizarão no futuro se nada o impedir. E é assim não apenas no momento da concepção, também o é ao longo de toda a vida.
Não é a minúscula dimensão do embrião, a sua extrema debilidade ou a sua incapacidade de nos emocionar com a sua visibilidade que lhe retiram relevância ética. Para ele vale especialmente a advertência evangélica sobre o amor ao «mais pequeno dos meus irmãos». E também a regra de ouro comum a todas as religiões e correntes éticas laicas: «não faças aos outros o que não gostarias que te fizessem a ti» (a ti, que já fostes um embrião a quem ninguém impediu o natural desenvolvimento).
Muito grave seria se entre nós, a propósito da legislação proposta pelo governo, nem sequer encontrasse eco a discussão destas questões, que vêm ocupando os filósofos, juristas e políticos dos mais variados quadrantes.
Seria grave no plano das prioridades éticas e no plano da legitimidade política democrática."
Pedro Vaz Patto
Fonte: Logos
terça-feira, 22 de março de 2011
25 DE MARÇO - SOLENIDADE DA ANUNCIAÇÃO DO SENHOR

Discriminação justa e injusta
“Há discriminação injusta, por exemplo, quando se diz que um ser humano, por causa da cor da pele, não é parte da mesma raça humana. Mas há uma discriminação que é perfeitamente justa e boa, ou seja, a discriminação entre o que é certo e o que é errado.Entre aquilo que está de acordo com a nossa natureza humana e aquilo que é contrário à nossa natureza humana. Assim, ao ensinar que actos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente maus e contra a natureza, a Igreja Católica está simplesmente a anunciar a verdade, ajudando as pessoas a discriminarem o certo do errado nas suas próprias actividades. (...) Portanto, não é de modo algum discriminação injusta simplesmente dizer ‘não’”.
Sua Eminência Reverendíssima, Cardeal Raymond Burke, Prefeito da Assinatura Apostólica
* * *
Apesar de vir de lá, aliás, SOBRETUDO por ter passado por esse mundo infeliz, tenho repulsa e aversão pelas relações depravadas entre pessoas do mesmo sexo, pelo que sempre discriminarei qualquer manifestação de "amor" entre pares homossexuais em público, causando escândalo, assim como jamais reconhecerei uma parelha homossexual como casal e, muito menos, aceitarei que crianças sejam entregas a esses pares sodomitas e caprichosos, que acham que ter um filho é um direito.
O que a Doutrina Católica e o Catecismo nos recomendam é evitar toda a discriminação INJUSTA. Respeitar as pessoas APESAR DE SEREM HOMOSSEXUAIS (como poderiam ser portadores de outra anomalia ou neurose qualquer) e não POR SEREM HOMOSSEXUAIS. É essa a diferença.
Uma discriminação JUSTA, discriminar o que é bom e o que é mau, não só é precisa, como ESSENCIAL para a sobrevivência do corpo e da alma. E da sociedade.
segunda-feira, 21 de março de 2011
"Volta-te já para Deus enquanto Ele te oferece a Sua misericórdia!"

domingo, 20 de março de 2011
Os actos homossexuais são uma caricatura reles do acto conjugal.

sábado, 19 de março de 2011
SALMOS PENITENCIAIS - SALMO 31
