sexta-feira, 15 de julho de 2011

Papa Pio XII e o Milagre do Sol


Recordemos, para começar, que o Papa Pacelli está misteriosamente vinculado a Fátima. Foi sagrado bispo pelo Papa Bento XV, na capela Sistina, exactamente na mesma manhã - às 12h00 - de 13 de Maio de 1917, quando a Santíssima Virgem aparecia aos três pastorinhos.

Ademais, durante o seu pontificado fez-se eco à petição de Nossa Senhora por intermédio da Irmã Lúcia em Tuy (aparição de 1929) para que o Papa consagrasse a Rússia ao Seu Imaculado Coração, efectuada em 1952 mediante a carta apostólica “Sacro vergente anno”, embora não tenha sido em conjunto com todos os bispos do mundo como o havia pedido a Virgem Maria.

Sabia-se que Pio XII teria visto o mesmo milagre do sol de Fátima nos jardins do Vaticano através de uma homilia que o Cardeal Federico Todeschini, enviado ao lugar das aparições como legado pontifício para encerrar o ano de 1950, pronunciou a 13 de Outubro de 1951 e na qual afirmou que o Papa havia visto o mesmo que presenciaram os testemunhos que estavam presentes em Fátima no dia da última aparição (13 de Outubro de 1917). Esta revelação foi amplamente difundida pela imprensa da época, chegando-se a imprimir milhares de estampas representando a cena de Pio XII a olhar para o sol dançante sobre os jardins vaticanos, mas não se tinha uma versão directa do episódio.

Em Novembro de 2008, um dos biógrafos mais conhecidos do venerável Papa, Andrea Tornielli, revelou o descobrimento, entre os papéis privados da família Pacelli, de um autógrafo do Papa em que se lê o relato do que viu por mais de uma vez naquele outono jubilar de 1950. O documento é de um extraordinário valor por ser de primeira mão, por sua imediatez e pela sua linguagem natural (longe do grande estilo que caracteriza a oratório e os escritos oficiais de Pacelli), e confirma plenamente o que já se sabia por via indirecta.

Escreveu o Papa Pio XII:

"Era o dia 30 de Outubro de 1950, antes da vigília do dia, esperado com tantas ânsias por todo o mundo católico, da solene definição da Assunção ao Céu de Maria Santíssima. Pelas quatro da tarde, fazia o meu costumeiro passeio pelos jardins vaticanos, lendo e estudando, como sempre, vários documentos de despacho.

Ia subindo desde a praça da Virgem de Lourdes para o topo da colina, pelo caminho da direita que segue paralelo ao longo da muralha. De repente, havendo levantado os olhos dos papéis que tinha na mão, fui surpreendido por um fenómeno que não havia nunca até então visto. O sol, que todavia estava bastante alto, aparecia como um globo opaco amarelado, circundado por um círculo de luz ao redor, o qual, sem embargo, não me impedia de modo algum de mirá-lo fixamente sem causar a mínima moléstia.

Só havia adiante uma pequena nuvem. O globo opaco se movia ligeiramente para fora, seja girando, seja vindo da esquerda para a direita e vice-versa. Porém no interior do globo se viam com toda claridade e sem interrupção movimentos fortíssimos.

O mesmo fenómeno se repetiu no dia seguinte, 31 de Outubro, e a 1 de Novembro, oitava da mesma solenidade. A partir de então nada mais vi. Várias vezes, nos dias seguintes, à mesma hora e com as mesmas ou similares condições atmosféricas, procurei olhar para o sol para ver se aparecia o mesmo fenómeno, mas foi em vão. Não conseguia olhá-lo sequer por um instante, pois a vista ficava imediatamente cegada.

Durante os dias seguintes dei a conhecer o facto a poucos íntimos e a um pequeno grupo de cardeais (talvez quatro ou cinco), entre os quais estava o cardeal Tedeschini. Quando este, antes de sua partida para a missão de Fátima, veio visitar-me, comunicou-me seu propósito de falar disso na sua homilia. Eu respondi-lhe: “Deixa-o estar, não é o caso”. Porém, ele insistiu, defendendo o oportuno de semelhante anúncio, e então expliquei-lhe alguns detalhes do acontecimento. Esta é, em breves e simples termos, a pura verdade."


quinta-feira, 14 de julho de 2011

"Eu não posso fazer nada, deveis rezar a este outro sacerdote". (Papa João Paulo II)


Estamos em 2005, pouco tempo depois da morte do Papa Wojtyla. Um jovem casal, que teve dois filhos, espera um terceiro. Para a mãe de trinta e um anos, que é professora, a gravidez apresenta-se difícil: tem fortes dores e os médicos não conseguem inicialmente compreender a origem de seus incómodos.

Finalmente, depois de muitas análises e uma biópsia, é diagnosticado um Linfoma de Burkitt, um tumor maligno do tecido linfático bem agressivo, que frequentemente aparece nos ossos mandibulares e se estende às vísceras do abdómen e pélvis e ao sistema nervoso central. A espera da nova vida que a mulher traz no seu seio transforma-se num drama. O marido da mulher começa a rezar ao Papa Wojtyla, falecido há pouco tempo, para lhe pedir que interceda pela sua família.

Uma noite, o homem vê o Papa João Paulo II em sonhos:

Tinha um rosto sério. Disse-me: «Eu não posso fazer nada, deveis rezar a este outro sacerdote». Mostrou-me a imagem de um sacerdote magro, alto, fraco. Não o reconheci, não sabia quem era”. O homem permaneceu preocupado pelo sonho, mas não pôde identificar o sacerdote que Wojtyla lhe indicou. Poucos dias depois, abrindo casualmente uma revista, encontrou uma foto do jovem Eugenio Pacceli que chamou a sua atenção.

Era ele que havia visto no sonho.

Põe-se em marcha uma corrente de oração para pedir a intercessão de Pio XII. E a mulher curou-se, depois dos primeiros tratamentos.

O resultado é considerado tão importante que os médicos pensaram num possível erro no diagnóstico inicial. Mas os exames e os arquivos clínicos confirmam aexactidão dos resultados das primeiras análises. O tumor desapareceu, a mulher está bem, teve o seu terceiro filho e voltou ao seu trabalho e à escola. Passado um pouco de tempo, é ela mesma quem se dirige ao Vaticano para assinalar o seu caso.

Fonte

* * *

Oração pela beatificação do Papa Pio XII

Senhor Jesus Cristo, nós Vos agradecemos por concederdes à Igreja o Papa Pio XII, pastor angélico e mestre fiel da Vossa verdade.

Ele, com doutrina segura e suave fortaleza, exerceu o supremo ministério apostólico, guiando a Vossa Igreja pelo agitado mar das ideologias totalitárias.

Abriu os seus braços de Pedro, sem distinção, a todas as vítimas da terrível tragédia da Segunda Guerra Mundial ensinando que não há nada a perder com a paz, obra da justiça.

Com humildade e prudência deu renovado esplendor à Sagrada Liturgia e deu a conhecer a glória de Maria Santíssima proclamando a Sua Assunção ao Céu em corpo e alma.

Fazei, ó Senhor, que, seguindo o seu exemplo, também nós aprendamos a defender a Verdade, a obedecer com alegria ao Magistério católico e a expandir os horizontes da nossa caridade.

Por isso Vos suplicamos, se é para a Vossa maior glória e para o bem das nossas almas, que glorifiqueis o Vosso servo, o Papa Pio XII. Amén.


“A causa do Papa Pacelli já está encerrada para a Igreja: resta esperar a confirmação divina, o imprimatur do Céu sobre a convicção dos homens de que Eugenio Pacelli viveu de modo profundamente heróico e exemplar as virtudes evangélicas”, escreveu este jornalista italiano.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

ABORTAR É MATAR


A propósito desta desta nojice...

"Alguns dizem: 'Não sou pessoalmente favorável ao aborto, mas não irei impor o meu ponto de vista a outros'. É como dizer que não é pessoalmente favorável ao assassínio, mas já que há pessoas que desejam tal coisa, tal ponto de vista não deverá ser imposto a outros.

Tal pensamento não pode ser sério! Isto é uma Lei Divina, não uma simples norma de algum clube.

Em certos países, se alguém tortura um cachorro será levado à Justiça por crueldade contra um animal; já a matança de bebés não-nascidos é rotulada como "escolha" ao invés do que esse crime realmente é: UM ASSASSÍNIO. Que se dê o nome correcto a tal acto."´

Cardeal Arinze, in Contra o Aborto.



Abortar é assassinar cobarde e cruelmente.
Sem eufemismos.
Sem excepções.
Abortar é matar. Ponto.

* FÁTIMA, 13 DE JULHO DE 1917 *




Momentos depois de termos chegado à Cova de Iria, junto da carrasqueira, entre numerosa multidão de povo, estando a rezar o terço, vimos o reflexo da costumada luz e, em seguida, Nossa Senhora sobre a carrasqueira.

– Vossemecê que me quer? – perguntei.

Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.

- Queria pedir-Lhe para nos dizer Quem é, para fazer um milagre com que todos acreditem que Vossemecê nos aparece.

Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi Quem sou, o que quero e farei um milagre que todos hão-de ver, para acreditar.

Aqui, fiz alguns pedidos que não recordo bem quais foram. O que me lembro é que Nossa Senhora disse que era preciso rezarem o terço para alcançarem as graças durante o ano. E continuou:

Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria.

Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados. O reflexo pareceu penetrar a terra e vimos como que um mar fogo. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes (incêndios), sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor (deveu ser ao deparar-me com esta vista que dei esse ai! que dizem ter-me ouvido). Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa.


Assustados e como que a pedir socorro, levantámos a vista para Nossa Senhora que nos disse, com bondade e tristeza:

Vistes o Inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio Xl começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.

Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia que se converterá e será concedido ao mundo algum tempo de paz.

Em Portugal se conservará sempre o dogma da Fé, etc. [aqui inicia-se a terceira parte do Segredo de Fátima].


Isto não o digais a ninguém. Ao Francisco, sim, podeis dizê-lo. Quando rezais o terço, dizei, depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno; levai as alminhas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem.

Seguiu-se um instante de silêncio e perguntei:

– Vossemecê não me quer mais nada?

Não. Hoje não te quero mais nada.

E, como de costume, começou a elevar-se em direcção ao nascente até desaparecer na imensa distância do firmamento.
* * *

PARTE REVELADA DO TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA:

Visão do Segredo de Fátima

"Escrevo em acto de obediência a Vós, Deus meu, que mo mandais por meio do Senhor Bispo de Leiria e da Vossa Santíssima Mãe.

Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fogo na sua mão esquerda; ao cintilar, despedia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho da mão direita de Nossa Senhora. O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse:

- Penitência, Penitência, Penitência!

E vimos numa luz imensa que é Deus: algo semelhante a como se vêem as pessoas num espelho quando lhe passam por diante um Bispo vestido de Branco. Tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre. Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subiram uma escabrosa montanha. No cimo da qual estava uma grande cruz de troncos toscos como se fora de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho;

Chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns atrás outros os Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e várias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições.

Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, neles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus."


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Cruzada de orações pelos Sacerdotes

Em honra de Nossa Senhora do Carmo, cujo dia celebraremos no próximo Sábado, e em vista da grave crise de Fé e de vocações que se abateu sobre a Igreja Católica nas últimas décadas, o blogue Fratres in Unum tomou a iniciativa de lançar uma CRUZADA DE ORAÇÕES PELOS SACERDOTES.

O objetivo é pedir à nossa Mãe Santíssima que interceda por todos os sacerdotes do mundo, para que tenhamos santos e dignos Embaixadores de Cristo, assim como um aumento das vocações sacerdotais.

Que o Nosso Bom Deus ajude a todos os sacerdotes a perseverar no caminho da santidade, a despeito de quaisquer perseguições que estejam a sofrer; que fortaleça os sacerdotes tíbios, esclareça os confusos e restaure a Fé daqueles que se desviaram da sã doutrina.

Que tenhamos padres santos e piedosos, que corajosamente defendam e ensinem a Doutrina da Igreja na sua pureza e integridade!

Período: De hoje, dia 11, até (e incluindo) ao dia de Nossa Senhora do Carmo (16 de Julho).

Em que consiste esta campanha: Aos sacerdotes que nos lêem, pedem-se Missas nessa intenção, e aos leigos e religiosos, Terços.

A caixa de comentários do blogue Fratres in Unum estará aberta apenas para a confirmação do número de Missas/Terços oferecidos ou para solicitação de orações para determinados sacerdotes.

Sugere-se aos blogs e sítios amigos que também divulguem esta campanha.

“Senhor, dai-nos sacerdotes. Senhor, dai-nos santos sacerdotes. Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes.”

Mater et Decor Carmeli, ora pro nobis!

* SÃO BENTO *


11 DE JULHO

"E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou terras, por causa do Meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna".

* * *
"Em primeiro lugar, qualquer obra que empreenderes, com instantíssima oração hás-de pedir a Deus que a leve a bom termo; de modo que havendo-Se dignado contar-nos entre o número dos seus filhos, não tenha alguma vez de Se entristecer por causa das nossas más acções. Com efeito, devemos em todo o tempo pôr ao seu serviço os bens que em nós depositou, para não suceder que Ele, como pai irado, venha a deserdar os seus filhos, ou como tremendo Senhor irritado com os nossos pecados, nos entregue a penas eternas, como servos perversos que O não quiseram seguir para a glória.

(...)

Assim como há um zelo mau de amargura, que afasta de Deus e leva ao inferno, assim também há um zelo bom, que aparta dos vícios e conduz a Deus e à vida eterna. É este zelo que, com ardentíssimo amor, devem exercitar os monges, quer dizer: antecipem-se uns aos outros na estima recíproca; suportem com muita paciência as suas enfermidades, físicas ou morais; rivalizem em prestar mútua obediência; ninguém procure o que julga útil para si, mas antes o que o é para os outros; amem-se mutuamente com pura caridade fraterna; vivam sempre no temor e no amor de Deus; amem o seu abade com sincera e humilde caridade; nada absolutamente anteponham a Cristo, o qual nos conduza todos juntos à vida eterna."


MEDALHA E EXORCISMO DE SÃO BENTO


A Cruz Sagrada seja a minha luz.
Não seja o dragão o meu guia.
Retira-te Satanás!
Nunca me aconselhes coisas vãs.
É mal o que tu me ofereces,
Bebe tu mesmo o teu veneno.

SÃO BENTO,
ROGAI POR NÓS!

domingo, 10 de julho de 2011

A Eucaristia e o Sacerdote estão inseparavelmente unidos


Cada vez que celebra o Sacrifício divino, depois de ter consagrado o pão e o vinho, para que sejam o Corpo e o Sangue de Cristo, o sacerdote exclama: "Mistério da fé!". Trata-se de uma maravilha que suscita a adoração, embora para os olhos terrestres nada pareça ter mudado. Pronunciando ou ouvindo as palavras: "Mistério da fé", o sacerdote compreende melhor que este grito da fé o impele rumo a um mundo em que Cristo realiza maravilhas e sente com urgência em si a improrrogabilidade missionária de espalhar o seu Reino em toda a parte.

Ele recebe uma nova luz sobre a sua missão presbiteral, que lhe foi confiada, e sobre o papel que ele mesmo deve assumir, a fim de que o poder da Eucaristia possa produzir todos os seus efeitos em cada existência humana.

A Missa é o memorial do sacrifício da cruz: "A Igreja vive continuamente do sacrifício redentor, e tem acesso a ele não só através de uma lembrança cheia de fé, mas também com um contacto actual, porque este sacrifício volta a estar presente, perpetuando-se, sacramentalmente, em cada comunidade que o oferece pela mão do ministro consagrado. Deste modo, a Eucaristia aplica aos homens de hoje a reconciliação obtida de uma vez para sempre por Cristo para a humanidade de todos os tempos. Com efeito, 'o sacrifício de Cristo e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício'. "


sábado, 9 de julho de 2011

Marchas de orgulho gay pela "igualdade"



TAL COMO:
peixe=flor;
lápis=copo;
dia=noite;
Homem=Mulher;

ASSIM:

casamento=emparelhamento sodomita;
relação sexual= relação digestiva (oro-anal);
casal=parelha homossexual;
'amor' gay=amor hetero;

NADA DE TRATAR POR IGUAL AQUILO QUE É DIFERENTE!

Depois de Lisboa, grupos sodomitas vão sujar neste Sábado, dia 09 de Julho, mais uma cidade do nosso Portugal com uma manifestação do orgulho que têm na sua depravação.

Se os LGBTSxyzpqtw (não lhes chega o alfabeto todo) já se tornaram numa espécie de Classe Especial/Protegida segundo a lei...

...porque é que ainda se fazem de eternas vitimas da sociedade e de coitadinhos?

ATÉ QUANDO SERÃO PERMITIDAS ESTAS MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS DE SELVAJARIA QUE ENVERGONHAM UMA SOCIEDADE CIVILIZADA E ENVERGONHAM A PRÓPRIA ESPÉCIE HUMANA?

Até esses grupos pervertidos atingirem os objectivos principais:

- perverter o maior número possível de crianças e jovens, depois de poderem adoptar as primeiras, moldando-os ao seu pensamento imundo;

- destruir o casamento e as famílias, roubando descaradamente estes nomes para rotular um ajuntamento de pessoas do mesmo sexo, através da pressão que o lobby sodomita exerce sobre os governos;

-corromper a sociedade crescida e desenvolvida sob a sombra da Cruz, com os seus exemplos anti-naturais;

- serem os novos judeus, intocáveis, as eternas vítimas da sociedade;

- calar os cristãos que se opõem às suas práticas perversas, assim como outras pessoas que ainda têm noção de bom-senso e um pingo de moralidade e, por isso, não compactuam com os caprichos desses grupos.
* * *

ORAÇÃO

Livrai-nos, Pai Eterno, dos flagelos e castigos que o mundo tem merecido, como livrastes Lot do incêndio de Sodoma, cujas paredes calcinadas os ímpios querem erguer com decretos de leis perversas e imorais, atentando contra Vós.

E Vós, ó Sempre Virgem Maria, Mãe Puríssima e Advogada nossa, ajudai-nos na Ciência de Deus, rogai por nós e alcançai-nos a Graça que Vos pedimos: Iluminai os governantes de todo mundo para que defendam os valores inegociáveis e inalteráveis como a família e o casamento e defendei os mais pequeninos das investidas do Demónio. Não deixeis, ó Boa Mãe, que eles sejam escandalizados e pervertidos pelos ímpios, mas preservai-os em estado de graça, pureza, inocência e na simplicidade de coração.
Ámen.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Direitos dos homossexuais


"O vício do homossexualismo [a prática de actos homossexuais e não a tendência em si, que denominamos por homossexualidade] não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante conserva algum direito LEGÍTIMO (e não um "direito" inventado e derivado da sua perversão), conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta... só têm direitos como pessoas, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição.

O homossexual que opta por praticar o acto depravado do homossexualismo, caricaturando o acto sexual (natural, entre homem e mulher), trocando-o por uma relação digestiva (oro-anal), por ter escolhido livremente esse vício, deve acarretar com a responsabilidade da sua opção. Portanto:

- Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote.

- Nem pode querer impedir que, numa homilia, um pregador reprove sua conduta.

- Não pode queixar-se do seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa.

- Não pode exigir que um juiz lhe dê uma criança para adoptar.

- Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar dos seus bebés.

- Não pode forçar a população a tolerar os seus actos de obscenidade praticados em público.

Ao contrário da imagem de “vítimas” que o governo e parte da sociedade tem projectado na mente do povo, são os militantes defensores do gayzismo que têm sido (e vão ser cada vez mais), os autores de graves perseguições religiosas.

Fonte (Adaptado)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

"O Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou"


"Acredito que a vida humana embrionária é importantíssima e, portanto, aqui não posso ceder absolutamente nada."
(Maria José Nogueira Pinto, em entrevista à Revista Visão, em 2005)

Conheça o percurso de vida desta grande mulher aqui.

ÚLTIMO TEXTO DESTA DEFENSORA DA FÉ E DA VIDA:

"Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.

Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.

Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.

Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.

Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.

Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.

Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.

Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.

A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.

Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.

Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.

Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.

Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará."

MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO
publicado no Diário de Notícias a 2011-07-07 às 10:59.

* * *
O DESCANSO ETERNO, DAI-LHE SENHOR,
NOS ESPLENDORES DA LUZ PERPÉTUA.
QUE A SUA ALMA, PELA MISERICÓRDIA DE DEUS, DESCANSE EM PAZ.
ÁMEN.


quarta-feira, 6 de julho de 2011

* Santa Maria Goretti, virgem e mártir *


6 DE JULHO

"O corpo não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor é para o corpo. Deus, que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo seu poder. Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? Aquele que se une ao Senhor constitui com Ele um só Espírito.Fugi da imoralidade. Qualquer outro pecado que o homem cometa é exterior ao seu corpo; mas o que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós e vos foi dado por Deus? Não pertenceis a vós mesmos, porque fostes resgatados por grande preço: glorificai a Deus no vosso corpo."


* * *

Maria Goretti morreu mártir aos 12 anos de idade, em 1902. Nasceu a 16 de Outubro de 1890 em Corinaldo da Itália. O seu martírio foi uma lição de pureza.

No dia 06 de Julho de 1902, Maria Goretti estava sentada no degrau da sacada da sua casa a remendar uma camisa. Esta criança, de rara beleza física, porém de colossal maravilha interior, pureza, rectidão e submissão a Cristo, totalmente inocente, foi tomada pelas mãos de Alexandre Serenelli - filho de um dos sócios do pai de Maria Goretti, Luigi Goretti - que, asfixiando esta católica pura, levou-a para dentro de casa e começou a rasgar as suas roupas para estuprá-la. Santa Maria Goretti resistia e gritou: "Prefiro morrer do que perder a virgindade!". Foi quando este homem covarde a esfaqueou.

Maria Goretti foi levada ao hospital ainda com vida, e antes de morrer, afirmou de forma absolutamente heróica que perdoava ao seu assassino. Porém, algo ainda mais grandioso e cristão aconteceria.

Alexandre Serenelli foi preso e sentenciado à 38 anos de prisão. Na cadeia, por um desígnio insondabilíssimo da Providência, este homem recebeu uma visão beatífica; viu Santa Maria Goretti na glória divina, ornada da luz divina, a apanhar flores que e entregou ao seu assassino, enquanto este lhe pedia repetidas vezes perdão pelo que fez.

Naquele momento, este homem arrependeu-se dos seus pecados e assumiu a disciplina católica como regra de vida e no Natal de 1937, Alexandre e a mãe de Maria Goretti, a distintíssima Sra. Assunta Carlini, receberam lado a lado a Santíssima Comunhão.

Maria Goretti foi canonizada em 1950, por Sua Santidade o Papa Pio XII e Alexandre esteve presente na cerimónia.

Mais pormenores sobre a vida desta santa menina,


* * *

SANTA MARIA GORETTI,
ROGAI POR NÓS!

terça-feira, 5 de julho de 2011

"Homossexualidade = doença"


NOTÍCIA COMPLETA AQUI

O ministro da Saúde da Índia provocou a ira dos activistas sodomitas ao qualificar a homossexualidade de "doença" e de algo "completamente artificial" durante uma conferência sobre VIH/SIDA. Na ocasião, Ghulam Nabi Azad afirmou ser lamentável o facto de a homossexualidade ter chegado à Índia.

* * *
E NÃO É QUE TEM RAZÃO?

A retirada da homossexualidade do rol das doenças mentais, por parte da APA (Associação Americana de Psiquiatria) foi um acto de prescrição, e constitui um atentado contra a ciência.

Em 1992, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou o homossexualismo do catálogo de doenças mentais (DSM-IV), depois de muitos protestos de movimentos gays.

O que dizer das classificações que não utilizam a mínima objectividade científica?

A homossexualidade constava na segunda edição do manual como um “ desvio sexual”. Activistas e psiquiatras gays exigiram, por meio de regulares protestos durante os congressos anuais da associação psiquiátrica americana (APA), a sua retirada da classificação dos transtornos mentais.


A questão da exclusão ou não da homossexualidade no DSM criou tamanha polémica que teve de ser decidida, em 1974, por um referendo interno da associação, no qual 58% dos membros optaram pela sua retirada. No seu lugar, a terceira edição do manual trouxe uma nova categoria, a “homossexualidade egodistónica”, entendida como o sofrimento psíquico resultante do desconforto do indivíduo quanto à sua orientação sexual que, por sua vez, foi suprimida na revisão do DSM III, de 1987.


Para reforçar o carácter científico do DSM III, anunciado com um manual “ateórico” e de “raciocínio sindrómico”, o grupo de trabalho chefiado por Spitzer decidiu excluir da classificação toda referência à psicanálise que as edições anteriores traziam. Os psicanalistas estadunidenses reagiram à proposta de mudanças e depois de várias reuniões conseguiram manter o termo neurose nas nomenclaturas, mas colocado entre parênteses após a nova terminologia adoptada para todas as psicopatologias sem etiologia cientificamente atestada, a partir de então denominadas “transtornos”. Na quarta edição do DSM, de 1990, a palavra “ neurose” foi completamente abolida.

É interessante o uso que o movimento homossexual faz da psiquiatria. Primeiramente, comemora a retirada do homossexualismo do DSM como se a comunidade científica desse o aval para a sua causa.

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O que dizer então destas classificações que não utilizam a mínima objectividade científica? É isso que o movimento homossexual faz contra os seus adversários, passando a chamá-los de “homofóbicos”.

“Homofobia” é um neologismo criado em 1971 que expressaria ódio, discriminação ou aversão de uma pessoa contra homossexuais. Assim, qualquer pessoa contrária ao homossexualismo ou ao movimento homossexual passou a ser taxada de “homofóbica”.

A palavra adoptada não poderia ser mais enganadora. Fobia significa simplesmente terror, medo irracional de algo. Homofobia seria, nesse sentido, terror a homossexuais. Na vida quotidiana, torna-se quase impossível imaginar alguém que trema de medo na presença de um homossexual. No DSM há previsão de várias fobias, como fobia social, agorafobia, medo de insetos, de sangue, de aviões etc. Porém, não há previsão de homofobia.

A utilização do termo leva ao preconceito contra todos aqueles que não compartilham do ideário homossexual. Existem, há séculos, respeitáveis opiniões contrárias de fontes religiosas, culturais ou filosóficas. Com essa denominação, os oponentes do homossexualismo como prática é que passam a ser vistos como doentes mentais, ou seja, como portadores de um distúrbio que deve ser clinicamente tratado! (aliás, já existe esse tratamento nos Estados Unidos).

A contradição está evidente: ao mesmo tempo em que se comemora o “aval científico” para o homossexualismo, utiliza-se uma denominação pseudocientífica para estigmatizar aqueles que são contrários a esta depravação.

Fonte1

Fonte2

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* PORTA DO CÉU *

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Ó Maria, ó Mãe Santíssima, em que abismo de males me havia de achar, se não me tivésseis salvado tantas vezes com Vossas mãos piedosíssimas? Há quantos anos estaria no Inferno, se a Vossa poderosa intercessão não me tivesse preservado dele? Para lá me impeliram os meus gravíssimos pecados; a Justiça Divina já me havia condenado; os demónios bramiam, procurando executar a sentença.

Vós, porém, correstes sem eu Vos chamar, ó Mãe; sem vo-lo pedir, me salvastes. Ó minha Santíssima libertadora, que Vos darei eu por tantas graças e por tanto amor? Vencestes a dureza do meu coração e levastes-me a amar-Vos e, por Vós, a amar a Deus.

Ah! Em que abismo de males teria caído mais tarde, se com Vossa mão piedosa não me tivésseis auxiliado tantas vezes nos perigos em que tenho estado próximo a cair! Continuai a livrar-me do Inferno e primeiramente do pecado que para lá me pode levar. Não permitais que haja de amaldiçoar-Vos na eternidade por entre as chamas do Inferno.

Ó Senhora minha! Será possível que a Vossa bondade deixe que um servo Vosso, que Vos ama e que imita as Vossas santas virtudes, seja condenado? Ah! Obtende-me a graça de não ser mais ingrato para convosco, nem para com meu Deus, que por amor Vosso tantas graças me tem dispensado.

Ó Maria, que dizeis? Será possível que eu venha me condenar? Condenar-me-ei sim, se Vos abandonar. Mas como terei jamais a presunção de abandonar-Vos? Como poderei esquecer o Vosso amor para comigo?

Sois, depois de Deus, o amor de minha alma. Eu não quero viver mais sem amar-Vos. Espero que sempre Vos hei de amar, bendizer e louvar, no tempo e na eternidade, ó Vós, Maria bendita, que sois a criatura mais bela, a mais santa, a mais doce e a mais pura de toda a Criação.
Amén!

Fonte: Adaptado do blogue Católicos Tradicionais