sexta-feira, 15 de julho de 2011
Papa Pio XII e o Milagre do Sol
quinta-feira, 14 de julho de 2011
"Eu não posso fazer nada, deveis rezar a este outro sacerdote". (Papa João Paulo II)

Estamos em 2005, pouco tempo depois da morte do Papa Wojtyla. Um jovem casal, que teve dois filhos, espera um terceiro. Para a mãe de trinta e um anos, que é professora, a gravidez apresenta-se difícil: tem fortes dores e os médicos não conseguem inicialmente compreender a origem de seus incómodos.
Finalmente, depois de muitas análises e uma biópsia, é diagnosticado um Linfoma de Burkitt, um tumor maligno do tecido linfático bem agressivo, que frequentemente aparece nos ossos mandibulares e se estende às vísceras do abdómen e pélvis e ao sistema nervoso central. A espera da nova vida que a mulher traz no seu seio transforma-se num drama. O marido da mulher começa a rezar ao Papa Wojtyla, falecido há pouco tempo, para lhe pedir que interceda pela sua família.
Uma noite, o homem vê o Papa João Paulo II em sonhos:
“Tinha um rosto sério. Disse-me: «Eu não posso fazer nada, deveis rezar a este outro sacerdote». Mostrou-me a imagem de um sacerdote magro, alto, fraco. Não o reconheci, não sabia quem era”. O homem permaneceu preocupado pelo sonho, mas não pôde identificar o sacerdote que Wojtyla lhe indicou. Poucos dias depois, abrindo casualmente uma revista, encontrou uma foto do jovem Eugenio Pacceli que chamou a sua atenção.
Era ele que havia visto no sonho.
Põe-se em marcha uma corrente de oração para pedir a intercessão de Pio XII. E a mulher curou-se, depois dos primeiros tratamentos.
O resultado é considerado tão importante que os médicos pensaram num possível erro no diagnóstico inicial. Mas os exames e os arquivos clínicos confirmam aexactidão dos resultados das primeiras análises. O tumor desapareceu, a mulher está bem, teve o seu terceiro filho e voltou ao seu trabalho e à escola. Passado um pouco de tempo, é ela mesma quem se dirige ao Vaticano para assinalar o seu caso.
* * *
Oração pela beatificação do Papa Pio XII
Senhor Jesus Cristo, nós Vos agradecemos por concederdes à Igreja o Papa Pio XII, pastor angélico e mestre fiel da Vossa verdade.
Ele, com doutrina segura e suave fortaleza, exerceu o supremo ministério apostólico, guiando a Vossa Igreja pelo agitado mar das ideologias totalitárias.
Abriu os seus braços de Pedro, sem distinção, a todas as vítimas da terrível tragédia da Segunda Guerra Mundial ensinando que não há nada a perder com a paz, obra da justiça.
Com humildade e prudência deu renovado esplendor à Sagrada Liturgia e deu a conhecer a glória de Maria Santíssima proclamando a Sua Assunção ao Céu em corpo e alma.
Fazei, ó Senhor, que, seguindo o seu exemplo, também nós aprendamos a defender a Verdade, a obedecer com alegria ao Magistério católico e a expandir os horizontes da nossa caridade.
Por isso Vos suplicamos, se é para a Vossa maior glória e para o bem das nossas almas, que glorifiqueis o Vosso servo, o Papa Pio XII. Amén.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
ABORTAR É MATAR
A propósito desta desta nojice...
Tal pensamento não pode ser sério! Isto é uma Lei Divina, não uma simples norma de algum clube.
Em certos países, se alguém tortura um cachorro será levado à Justiça por crueldade contra um animal; já a matança de bebés não-nascidos é rotulada como "escolha" ao invés do que esse crime realmente é: UM ASSASSÍNIO. Que se dê o nome correcto a tal acto."´
Cardeal Arinze, in Contra o Aborto.
* FÁTIMA, 13 DE JULHO DE 1917 *


segunda-feira, 11 de julho de 2011
Cruzada de orações pelos Sacerdotes

O objetivo é pedir à nossa Mãe Santíssima que interceda por todos os sacerdotes do mundo, para que tenhamos santos e dignos Embaixadores de Cristo, assim como um aumento das vocações sacerdotais.
Que o Nosso Bom Deus ajude a todos os sacerdotes a perseverar no caminho da santidade, a despeito de quaisquer perseguições que estejam a sofrer; que fortaleça os sacerdotes tíbios, esclareça os confusos e restaure a Fé daqueles que se desviaram da sã doutrina.
Que tenhamos padres santos e piedosos, que corajosamente defendam e ensinem a Doutrina da Igreja na sua pureza e integridade!
Período: De hoje, dia 11, até (e incluindo) ao dia de Nossa Senhora do Carmo (16 de Julho).
Em que consiste esta campanha: Aos sacerdotes que nos lêem, pedem-se Missas nessa intenção, e aos leigos e religiosos, Terços.
A caixa de comentários do blogue Fratres in Unum estará aberta apenas para a confirmação do número de Missas/Terços oferecidos ou para solicitação de orações para determinados sacerdotes.
Sugere-se aos blogs e sítios amigos que também divulguem esta campanha.
“Senhor, dai-nos sacerdotes. Senhor, dai-nos santos sacerdotes. Senhor, dai-nos muitos santos sacerdotes.”
Mater et Decor Carmeli, ora pro nobis!
* SÃO BENTO *


domingo, 10 de julho de 2011
A Eucaristia e o Sacerdote estão inseparavelmente unidos

sábado, 9 de julho de 2011
Marchas de orgulho gay pela "igualdade"

sexta-feira, 8 de julho de 2011
Direitos dos homossexuais
quinta-feira, 7 de julho de 2011
"O Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou"

quarta-feira, 6 de julho de 2011
* Santa Maria Goretti, virgem e mártir *

terça-feira, 5 de julho de 2011
"Homossexualidade = doença"

A homossexualidade constava na segunda edição do manual como um “ desvio sexual”. Activistas e psiquiatras gays exigiram, por meio de regulares protestos durante os congressos anuais da associação psiquiátrica americana (APA), a sua retirada da classificação dos transtornos mentais.
A questão da exclusão ou não da homossexualidade no DSM criou tamanha polémica que teve de ser decidida, em 1974, por um referendo interno da associação, no qual 58% dos membros optaram pela sua retirada. No seu lugar, a terceira edição do manual trouxe uma nova categoria, a “homossexualidade egodistónica”, entendida como o sofrimento psíquico resultante do desconforto do indivíduo quanto à sua orientação sexual que, por sua vez, foi suprimida na revisão do DSM III, de 1987.
Para reforçar o carácter científico do DSM III, anunciado com um manual “ateórico” e de “raciocínio sindrómico”, o grupo de trabalho chefiado por Spitzer decidiu excluir da classificação toda referência à psicanálise que as edições anteriores traziam. Os psicanalistas estadunidenses reagiram à proposta de mudanças e depois de várias reuniões conseguiram manter o termo neurose nas nomenclaturas, mas colocado entre parênteses após a nova terminologia adoptada para todas as psicopatologias sem etiologia cientificamente atestada, a partir de então denominadas “transtornos”. Na quarta edição do DSM, de 1990, a palavra “ neurose” foi completamente abolida.
É interessante o uso que o movimento homossexual faz da psiquiatria. Primeiramente, comemora a retirada do homossexualismo do DSM como se a comunidade científica desse o aval para a sua causa.
(...)
O que dizer então destas classificações que não utilizam a mínima objectividade científica? É isso que o movimento homossexual faz contra os seus adversários, passando a chamá-los de “homofóbicos”.
“Homofobia” é um neologismo criado em 1971 que expressaria ódio, discriminação ou aversão de uma pessoa contra homossexuais. Assim, qualquer pessoa contrária ao homossexualismo ou ao movimento homossexual passou a ser taxada de “homofóbica”.
A palavra adoptada não poderia ser mais enganadora. Fobia significa simplesmente terror, medo irracional de algo. Homofobia seria, nesse sentido, terror a homossexuais. Na vida quotidiana, torna-se quase impossível imaginar alguém que trema de medo na presença de um homossexual. No DSM há previsão de várias fobias, como fobia social, agorafobia, medo de insetos, de sangue, de aviões etc. Porém, não há previsão de homofobia.
A utilização do termo leva ao preconceito contra todos aqueles que não compartilham do ideário homossexual. Existem, há séculos, respeitáveis opiniões contrárias de fontes religiosas, culturais ou filosóficas. Com essa denominação, os oponentes do homossexualismo como prática é que passam a ser vistos como doentes mentais, ou seja, como portadores de um distúrbio que deve ser clinicamente tratado! (aliás, já existe esse tratamento nos Estados Unidos).
A contradição está evidente: ao mesmo tempo em que se comemora o “aval científico” para o homossexualismo, utiliza-se uma denominação pseudocientífica para estigmatizar aqueles que são contrários a esta depravação.
Ler mais sobre este assunto AQUI.
* PORTA DO CÉU *

