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Duas jovens católicas a serem vaiadas pelos anti-católicos nas ruas de Madrid.

Confrontos entre os provocadores ("manifestantes") e a polícia que tenta manter a ordem.
Por Henrique Raposo:
"Em Madrid, um bando de tolerantes resolveu mostrar mais uma vez a sua intolerância em relação ao Papa e em relação aos católicos em geral. Com atitudes, vá, pouco educadas, os tolerantes provocaram deliberadamente os jovens católicos que invadiram Madrid. Faz sentido, sim senhora: estes jovens devem estar a preparar, às escondidas, uma nova Armada Invencível destinada a espalhar a inquisição pelos quatro cantos do mundo.
Os nossos queridos tolerantes dizem que as suas provocações (eles usam um eufemismo: manifs) são a guarda avançada da laicidade. Perdão? A laicidade não legitima manifestações públicas de intolerância, de ódio puro e visceral (aquela raiva até pinga). A laicidade não é esta demonstração de desprezo pelos padrecos e beatas. Laicidade é uma questão institucional, é viver num Estado não-religioso, é viver num país cujo governo é imune a um Ayatollah ou a um Richelieu. Ou seja, a laicidade remete para o Estado, e não para a sociedade. Problema? Os nossos tolerantestêm dificuldades em separar estes dois conceitos.
É por isso que não aceitam que, na sociedade, os grupos religiosos têm o direito a intervir, têm o direito às suas demonstrações públicas de fé. No fundo, a coisa tem uma explicação mui simples: os nossos tolerantes-que-não-tomam-banho-durante-uma-semana-porque-isso-é-cool-e-bom-para-o-ambiente não aceitam a mera visibilidade pública dos católicos. Na sua visão do mundo, os católicos deviam ser uma tribo clandestina, com o direito a missas em garagens ou assim .
E, já agora, o argumento do dinheiro público é patético. Uma visita do Papa custa dinheiro, sobretudo no lado da segurança? A sério? Bom, sendo assim, a Espanha também não pode receber Barack Obama, Sarkozy ou o Dalai Lama, e também não pode receber uma cimeira da UE, porque tudo isso implica gastar dinheiro público. É mais honesto dizer "eu não gosto destes católicos nojentos, e não os quero na minha cidade".
Para terminar, convém reparar nas indignações selectivas destes tolerantes. Durante todo o ano, chegam notícias preocupantes das comunidades muçulmanas. A homofobia e a misoginia são fortíssimas entre os muçulmanos europeus, mas estes tolerantes não abrem a boca sobre este assunto. Conclusão? Esta gente não está preocupada com a laicidade ou com a tolerância. Estes tolerantes são apenas os bons e velhos jacobinos, e odiar o catolicismo é a sua virtude."
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"Nosso Senhor deseja que em Portugal sejam abolidas as festas profanas nos dias de Carnaval e substituídas por orações e sacrifícios com preces públicas pelas ruas. Rogo pois a Vossa Eminência se digne em união com todos os Excelentíssimos Senhores Bispos promovê-las, não esquecendo que Nosso Senhor, ao prometer uma protecção especial à nossa Nação, a declarou também culpada e lhe anunciou algo que sofrer também."
(Irmã Lúcia, Vidente de Fátima, numa carta dirigida ao Cardeal patriarca de Lisboa, em 19-2-1940).
Em 1940!! Que pedirá Nosso Senhor hoje? Olhando para o nosso Portugal, outrora a Nação Fidelíssima, quão descontente estará Deus? A imoralidade, a decadência e heresias do clero, a tendência à boa vida por parte de muitos religiosos, a indiferença, o calar de tantos (que se dizem) católicos frente às agressões de que a sociedade e Igreja são alvo.
Em 1940 Nosso Senhor advertia, através da Pastorinha de Fátima, para os perigos que Portugal e o mundo podiam correr, caso não houvesse emenda, mudança de vida, penitência, oração, sacrifícios...
Em 1940!!
Hoje, em Portugal, podem matar-se crianças desde que tenham menos de 10 semanas de vida intra-uterina;
Hoje, em Portugal, há Bispos e Padres que defendem com unhas e dentes, não a doutrina (que foi para isso que foram chamados), mas o divórcio, o uso de contraceptivos, o casamento de padres, o emparelhamento de homossexuais;
Hoje, em muitas igrejas de Portugal, Bispos e Padres são anfitriões de "celebrações", encontros e diálogos, a Missa é celebrada como se de uma festa se tratasse, com palmas, danças, musiquinhas, umas vezes alegres, outras lamechas de dar a volta ao estômago para apelar ao sentimento (qual novela da TVI!), tudo serve para ficar bem na fotografia e para animar a malta...;
Hoje, em muitos sítios deste Portugal, vale tudo na hora da Missa, menos lembrar os fiéis que se encontram frente a frente com Cristo, tão real como Ele apareceu na Terra há 2.000 anos, agora escondido nas aparências do pão e vinho mas que são, depois do momento da consagração, o Seu Corpo verdadeiro e o Seu Sangue;
Hoje, em Portugal, as pessoas são convidadas, indiscriminadamente, a receber o Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, na Missa, estando em pecado mortal ou não (Comungar em pecado mortal é pecado gravíssimo!!);
Hoje, em Portugal, pensam-se em leis que permitem matar velhinhos/doentes/incapacitados, a pedido, com os falsos e tediosos argumentos da "compaixão", "não sofrimento", "direito a morrer".
Hoje, em Portugal, dois homens ou duas mulheres que gostam muito um(a) do(a) outro (a) - "ama-se", pensam eles - podem emparelhar-se e serem reconhecidos como um "casal" ou "família". Chamam-lhe "casamento" e colocam estas uniões em pé de igualdade com os verdadeiros casais e verdadeiras famílias.
E a lista continuaria...
Hoje Portugal esquece-se, como filho rebelde e mal-agradecido, das suas origens. Portugal, como grande parte da Europa, nega a sua educação cristã. O nosso Portugal esquece e despreza o sangue de tantos que o derramaram a combater infiéis, e a lutar pela Pátria que temos (ou tivemos...) pela Igreja, por Deus.
Hoje, para se salvar, Portugal espera um milagre de Sua Senhora e Rainha, a Virgem Santíssima.
Nossa Senhora, em 1917, mostrou o Inferno aos Pastorinhos, onde muitas almas ardiam, pelos pecados cometidos e pelos quais não foi feita penitência, no começo do século XX. Que nos mostraria e diria hoje, para que esta Nação se arrependa, se converta e volte a ser a NAÇÃO FIDELÍSSIMA, ou que, pelo menos, seja digna de piedade por parte do Justo Juiz?
ORAÇÃO:
Ámen.
* * *
Beata Alexandrina de Balasar,
Santo António de Lisboa,
Santa Beatriz da Silva,
Beatos Francisco e Jacinta Marto,
São Gonçalo de Amarante,
Santa Isabel de Aragão (Rainha Santa),
São João de Brito,
São João de Deus,
Beata Maria Clara,
São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira,
Todos os Santos de Deus,
ROGAI POR PORTUGAL!
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"Oferecei a Deus sacrifícios em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal."
(2ª Aparição do Anjo aos Pastorinhos, em Fátima, 1916)
* * *
"Vind
e, Anjo de Portugal, afastar da Pátria a vós confiada os males espirituais assim como tudo o que puder perturbar a paz dos portugueses."
(Do Hino de II Vésperas, da Festa aos Anjos)
Acreditamos que também cada nação, à semelhança de cada membro da Igreja, tem o seu Anjo.
O Anjo da Guarda de Portugal defende-nos das armadilhas de Satanás. Sem
a sua ajuda, facilmente seríamos enganados.
A existência de um Anjo ao qual a nossa Pátria está confiada recebeu especial incremento com as aparições do Anjo da Guarda de Portugal aos três Pastorinhos de Fátima, em 1916, preparando a visita de Nossa Senhora.
O Anjo da Guarda de Portugal tem por missão livrar-nos de todas as adversidades
e guardar-nos em todos os nossos caminhos.
Vivemos em Portugal histórias recentes de incertezas, medo e insegurança.Só no Céu tomaremos conhecimento de
quanto ficámos a dever ao Anjo da Guarda de Portugal.
Quando se estudarem serenamente e com isenção as últimas décadas da nossa história, talvez possamos compreender com mais clareza como a mão de Deus nos sustentou amorosamente, servindo-se da missão do Anjo da Guarda de Portugal.
Invoquemo-lo contra novos perigos, pois hoje volta a estar em perigo a nossa fé
e, consequentemente, a nossa salvação.
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