sábado, 9 de abril de 2011

A tolerância sodomita


"Um Lobby refere-se a um grupo de pessoas ou organização que têm como actividade profissional buscar influenciar, aberta ou veladamente, decisões do poder público, especialmente do poder legislativo, em favor de determinados interesses privados." (Wikipédia)

A propósito DISTO

Esta história ilustra, de uma forma eloquente, o extraordinário perigo que a nossa sociedade corre quando aliena alguns valores fundamentais herdados por via da tradição. Desde logo, verificamos que o radicalismo gayzista não tem limites e não hesita em colocar em causa os valores da liberdade e da democracia. Estas conclusões são óbvias e evidentes.

O gayzismo não olha a meios para atingir os seus fins, e esses fins são a total dissolução ético/moral/cultural da sociedade.

O movimento político gayzista não respeita nada nem ninguém. Em linguagem que todos entendam: os gayzistas querem transformar toda sociedade num bordel em continuum.

O movimento gayzista serve-se do conceito de “intolerância” para impôr, na nossa cultura e de uma forma gradativa, a sua intolerância — e aqui está o grande perigo: a assunção de que a intolerância gayzista é boa, e que a intolerância daqueles que não concordam com a cultura gay é má (o conceito de “tolerância repressiva”, dos marxistas Adorno e Marcuse).

Os grandes culpados da actual situação são os intelectuais do Ocidente, em geral, dos últimos 200 anos, com especial agravamento da fraude intelectual a partir da década de 60 do século passado.

Fonte

Parece que a tolerância em relação aos sodomitas leva necessariamente à intolerância dos mesmos em relação à sociedade.

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